Todos os posts de Monique Gomes

Monique Gomes é um ser pensante, jornalista certificada em marketing de conteúdo, feminista, cinéfila e livre de glúten. CoMonique-se por e-mail: monique.gomes@gmail.com

Nem sempre morte súbita é caso de emergência médica…

Por: blogdamnq

O tema de hoje não é sobre a série Grey’s Anatomy… huahuahua

Morte Súbita Spray é um reparador capilar da Lola Cosmetics que contém óleo de jojoba e aloe vera na fórmula, além de outros ingredientes.

Pelo fato de o produto ser bem mais barato que o Uso Obrigatório da Truss (falei dele lá no Blog da Monique), fiquei curiosa pra saber se ambos têm o mesmo efeito.

O que é Morte Súbita Spray, segundo a fabricante

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Tem 12% de desconto aqui.

“Tratamento de Reconstrução total e instantânea em spray, com efeito termo ativado e resultados imediatos, perceptíveis desde a primeira aplicação”.

  • É um produto vegano;
  • É livre de testes em animais;
  • Vem em embalagem reciclada e biodegradável.

O que a marca diz que ele faz:

“Recupera os cabelos danificados e com pontas duplas em uma única aplicação.”

“Fornece a umidade, brilho, suavidade, maciez, proteção anti-quebra, proteção contra o calor, proteção UV, gerenciamento e força”.

“Este tratamento pode ser usado sozinho ou como uma base para outros produtos de styling”.

Como usar Morte Súbita & continuar respirando

Sugestão da marca:

1.  Depois de lavar bem os cabelos com seu shampoo preferido, retire o excesso de umidade com ajuda de uma toalha e borrife Morte Súbita Reparação Total na extensão dos fios, especialmente nas pontas.

2.  Passe um pente para garantir que o produto se espalhe bem.

3. Seque os cabelos com auxilio de secador ou escova secadora.

4. Passe a chapinha em mechas largas, 2 ou 3 vezes para selar as cutículas.

Como eu usei:

Lavei os cabelos duas vezes com um shampoo transparente (daqueles que limpam bem a raiz) e passei um condicionador qualquer.

Desembaracei o cabelo, borrifei Morte Súbita do meio até as pontas e voltei a pentear.

Em seguida, com o cabelo quase seco naturalmente, usei a minha escova secadora.

Preferi não finalizar com chapinha, mas mesmo assim meu cabelo ficou encorpado e com aspecto saudável.

O Spray Morte Súbita também pode ser usado no cabelo seco, mas depende muito das necessidades da sua juba.

Principais ingredientes do Spray Morte Súbita

Água purificada, homopolímero catiônico, glicerina vegetal, derivados de óleo de coco, hydroxyethyl urea, trio antifrizz, óleo de jojoba, óleo de amêndoas, aloe vera, PEG-14M, sodium PCA, Lactit Acid, Phenoxyethanol, Caprylyl glycol

O que o aloe vera faz nos seus cabelos

O aloe vera (popularmente conhecido como babosa) é conhecido pelas propriedades medicinais, de saúde e beleza  há milhares de anos. 

Os antigos egípcios a chamavam de “a planta da imortalidade” e há quem acredite que ela era um elemento essencial na rotina de beleza de Cleópatra e Nefertiti. 

De acordo com a química cosmética Tonya Lane, a babosa tem uma série de benefícios para o cabelo: 

  • é umectante e tem a capacidade de atrair a umidade do ambiente para o cabelo;
  • fornece hidratação duradoura que você pode ver e sentir;
  • aumenta a maciez e maleabilidade;
  • contém ingredientes anti-inflamatórios que protegem contra raios UVB;
  • promove o equilíbrio do pH do cabelo e couro cabeludo.

No entanto, ela observa que cada pessoa responde de maneira diferente a vários ingredientes – mesmo os naturais – e é importante usar os produtos e tratamentos aos quais seu cabelo responde melhor.

O que o óleo de jojoba faz nos seus cabelos

O óleo de jojoba não é um óleo real. Na verdade, é um éster de cera derivada da semente de feijão da planta de jojoba.

Observe os benefícios desse ingrediente para os cabelos.

A textura é bastante semelhante ao sebo que a nossa pele já produz. 

  • é amplamente utilizado como ingrediente em muitos shampoos, condicionadores, hidratantes etc;
  • É rico em ácidos oleico e behênico que fortalecem as raízes foliculares e também equilibram os óleos naturais;
  • ajuda a minimizar frizz, pontas duplas e quebra de cabelo;
  • é rico em vitaminas A, C e E, que combatem a inflamação e os radicais livres;
  • tem enzimas especiais que podem remover o excesso de oleosidade do cabelo;
  • estimula o crescimento;
  • protege contra danos causados pelo calor;
  • por ser rico em cobre, previne o envelhecimento prematuro dos fios;
  • suas propriedades antioxidantes e antivirais que previne caspas.

Spray Morte Súbita X Uso Obrigatório

Pra ser sincera, eu não consegui perceber muita diferença entre ambos: pelo menos a qualidade da queratina e o resultado final são bem semelhantes.

Posso dizer que a maior diferença é no bolso.

O Uso Obrigatório é 87 reais mais caro que Morte Súbita, isso se você comprar com menor preço.

[ Falando em economizar, aproveite para ler também: Como continuar sendo diva gastando menos dinheiro.]

A maior vantagem do Uso Obrigatório é que ele tem uma linha específica para loiras:  o Spray Uso Obrigatório Truss Blond.

Se você é loira, só você e Deus sabem como dá trabalho manter a tonalidade intacta.

O Truss Blond tem pigmentos violetas que neutralizam os tons alaranjados e ajuda a manter o efeito platinado.

O que você usa ou pretende adotar na sua rotina de beleza pra dar um up no seu cabelo sem precisar ir ao salão?

Conta aí nos comentários!


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Os sete maridos de Evelyn Hugo

Por: @blogdamnq

É curioso como uma escritora consegue ser tão verossímil a ponto de o leitor confundir realidade e ficção.

Esta história é sobre a renomada atriz de Hollywood, Evelyn Hugo. É uma personagem fictícia que foi inspirada em grandes estrelas, como:  Elizabeth Taylor, Ava Gardner e Rita Hayworth.

Depois de décadas de sucesso  e sempre evitando a imprensa, Evelyn agora está com 79 anos e pronta para dar uma entrevista exclusiva.

Mas o único acesso concedido é a uma jornalista pouco conhecida chamada Monique Grant. Embora não consiga entender por que foi escolhida, Monique vai à casa de Evelyn e descobre que a intenção da artista vai além da entrevista.

Ou seja, ela quer expor cada pedaço de sua verdade para Monique escrever e vender a biografia.

Monique concorda e a história de Evelyn começa a se desenrolar desde o começo em Hollywood até os milhões que ela desfruta no presente.

Os Sete maridos de Evelyn Hugo

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No início da entrevista, Monique pergunta a Evelyn sobre o amor de sua vida. Enquanto os maridos e casos de Evelyn foram manchetes uma e outra vez, o romance desvenda o carretel apertado de sua vida até que esta pergunta seja finalmente respondida.

Ao percorrer todos os detalhes da vida de Evelyn, parece que você está tendo acesso exclusivo a algo que não deveria ver.

O que torna a história ainda mais real é o fato de que Evelyn é orgulhosamente bissexual e não quer ser confundida com uma lésbica ou mulher heterossexual curiosa.

Mas ela sabe que nunca poderia segurar a mão de uma mulher no tapete vermelho sem arruinar sua carreira e a vida das pessoas mais próximas a ela. Era década de 50.

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é uma história de escândalo e ambição, mas também é uma história de identidade, amor e a complexidade de querer ser fiel a si mesmo em um mundo que te castigaria por isso.

O livro best-seller Os Sete Maridos de Evelyn Hugo está oficialmente recebendo uma adaptação cinematográfica graças à Netflix e eu falei disso lá no meu blog.


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O Clube do Crime das Quintas-Feiras

Por @blogdamnq

Se você está procurando algo diferente para ler, não procure mais. O Clube do Crime das Quintas-Feiras é um mistério encantador, engraçado e inteligente.

O Clube do Crime das Quintas-Feiras

Uma vez por semana, quatro idosos se reúnem para investigar assassinatos arquivados. Cada um contribui com algo diferente, mas todos estão determinados em desvendar um crime violento que confundiu a polícia e permitiu que alguém ficasse impune.

Quando Tony Curran, um construtor local com um passado duvidoso, é encontrado espancado até a morte, os velhos detetives se encontram imersos no primeiro caso vivo, um com “um cadáver real e em algum lugar lá fora, um verdadeiro assassino”. 

Suas investigações levantam uma série de suspeitos que incluem um construtor polonês, um padre, um boxeador e o antigo parceiro de negócios de Curran, o obscuro promotor imobiliário.

É o primeiro livro de Richard Osman. Esta é uma estreia impressionante. A escrita de Osman flui e ele tem um ouvido natural para o diálogo. 

Sobre Richard Osman

Richard Osman costumava ser mais conhecido como o criador e co-apresentador do programa de perguntas e respostas Pointless, da BBC One, no qual os participantes tentam marcar o mínimo de pontos possível.

Em 2019, seu primeiro livro, O Clube do Crime das Quintas-feiras, tornou-se a estreia de crime adulto mais vendida desde o lançamento.

Para este romance ele se baseou nos conhecimentos de curiosidades que adquiriu com o programa. Além disso, o autor mistura muitos de seus próprios toques pessoais que tornam os procedimentos diabolicamente inteligentes e brilhantemente engraçados.

Toda a narrativa é mantida unida e impulsionada por seus personagens perfeitamente formados. Todos os quatro membros do quarteto de apuração do crime se esforçam:

  • Elizabeth, uma espiã em uma vida passada, é corajosa e engenhosa;
  • Ibrahim, ex-psiquiatra, é meticuloso e metódico;
  • o incendiário Ron tem um coração quente e uma cabeça quente;
  • e a ex-enfermeira Joyce exala simpatia e compaixão.

O Clube do Crime das Quintas-Feiras é um mistério convincente completo com algumas pistas falsas, reviravoltas inesperadas e um par de policiais nada inteligentes.

Ao mesmo tempo, o autor permite que os personagens principais experimentem momentos seniores ou reflitam sobre o envelhecimento. Há humor regular, mas também momentos de tragicomédia.

Clube do Crime vai virar filme

Os direitos cinematográficos globais deste best-seller recorde já foram vendidos para a Amblin Entertainment, de Steven Spielberg. Mas enquanto o filme não chega, confira a sequência deste delicioso mistério:

O Homem Que Morreu Duas Vezes
O Novo Mistério do Clube do Crime das Quintas-Feiras

Gostou das dicas? Se você curte filmes e séries, aproveite para ler também: Inventando Anna: conheça a verdadeira história da golpista da série Netflix


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Bem-vinda à Escola de contos eróticos para viúvas

“Talvez a paixão e a excitação fossem secundárias a uma vida adulta estável”.

Balli Kaur Jaswal, Escola de Contos Eróticos para Viúvas

Por: @blogdamnq

A atriz Reese Witherspoon é uma das maiores entusiastas do livro  de Balli Kaur Jaswal: Escola de Contos Eróticos para Viúvas.

Ela declarou que:

“Esta é uma história sobre a libertação de mulheres de todas as idades e sobre o empoderamento necessário para que possam expressar seus desejos, seus sonhos e o que faz com que elas se sintam bem. Acima de tudo, é um livro sobre como mulheres de diferentes gerações podem se unir para mudar suas comunidades.”

Continue a leitura para saber mais sobre essa história incrível.

Escola de contos eróticos para viúvas

Nikki é uma jovem que abandonou a faculdade de direito com visão de futuro e mente aberta. Morando sozinha em Londres (para desgosto de sua mãe), trabalha como bartender.

Ela não tem nada além de desprezo pela maioria dos elementos da vida tradicional punjabi (povo natural de Panjabe, na Índia), como casamentos arranjados, por exemplo. 

No entanto, quando parece que o bar em que trabalha vai fechar em breve, Nikki acaba aceitando um emprego como professora de escrita criativa para viúvas punjabi no Gurdwara.

As viúvas são, talvez, as melhores personagens do romance — cheias de reviravoltas, nunca são o que se espera que sejam. Elas são, sem dúvida, tradicionais e até conservadoras em alguns aspectos: algumas acreditam que a homossexualidade é antinatural e imoral.

A maioria dos personagens do livro não é completamente agradável nem desprezível. A escritora é capaz de manter o equilíbrio de falhas e virtudes que compõem a maioria das pessoas, fazendo com que seus personagens se sintam muito mais reais.

 Uma coisa interessante sobre Escola de Contos Eróticos para Viúvas é que combina ficção literária e mistério de assassinato e, bem, erotismo.

Ele contém comentários sobre o sexismo internalizado, romance, bem como a representação de grupos fanáticos e puritanos, todos dentro da mesma comunidade.

Também aborda as lutas dos imigrantes em um novo país e tenta, com sucesso, desafiar a imagem social das mulheres mais velhas, especialmente as viúvas, como mansas, piedosas, conservadoras e desprovidas de desejo sexual. 

Embora seja engraçado, atraente e totalmente envolvente, este livro também é uma crítica social sobre a forma como as mulheres são tratadas na comunidade Punjabi e como os imigrantes são tratados no Reino Unido.  É história, papai.

Se você gostou da dica, leia também:  7 livros queridinhos recomendados por celebridades.

 

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Você não sabe que precisa de uma escova secadora até usar uma escova secadora

Por blogdamnq

Estava eu trabalhando no meu humilde apartamento quando, de repente, a Meire (minha irmã) me chama no WhatsApp:

__ Nique, quero te dar uma escova secadora, mas melhor que a minha, a que modela.

Assim, do nada.

Como um cientista que tem uma ideia brilhante cujo argumento vai corroborar com alguma teoria. Não era meu aniversário, nem qualquer data especial.

Ou melhor, a minha filha tinha acabado de colocar um serumaninho no mundo — mas pra Meire qualquer coisa é motivo de desculpa pra presentear.

Escolhi a Escova Secadora Britânia 1200W.

Ela disse:

__NÃÃÃO. Compre a de 1300W.

Agora que a maravilhosa chegou, vou falar um pouco sobre o produto e o que a de 1300W tem que as outras não têm.

Escova Secadora Britânia BES22 Soft 1300w

A Escova Secadora Britânia BES22 Soft 1300w tem uma variedade de benefícios: seca, modela e dá volume ao cabelo sem muito esforço — com qualidade de salão.

A escova oval não destacável foi projetada para alisar os fios, enquanto as bordas arredondadas adicionam um up extra volumoso às madeixas.

As cerdas tufadas com pinos de nylon prometem desembaraçar qualquer tipo de cabelo. O modelo oferece duas opções de velocidade e três de temperatura.

O revestimento do aparelho é feito com nanocerâmica para evitar atrito e ressecamento dos fios.

A emissão de luz infravermelha também previne o ressecamento excessivo e sela as cutículas.

Além disso, a escova é projetada com tecnologia Tourmaline. Ou seja, libera íons que neutralizam a eletricidade dos cabelos, preserva a umidade natural  e elimina o frizz.

A ferramenta é multiuso: elimina a necessidade de usar as duas mãos como se faz ao girar um secador e a escova de cabelos separadamente.

A minha Escova Secadora Britânia Soft BES22 1300w é Bivolt. Talvez, por esse motivo, não consegui encaixar a tomada na parede porque os pinos são mais grossos.  Resolvi o problema com um pequeno adaptador que custou 5 reais.

Como uso a Escova Secadora Britânia

1. Após lavar, eu deixo os cabelos enrolados na toalha por um bom tempo pra começar a secar naturalmente.

2. Passo o Protetor Térmico da Braé do meio dos cabelos até as pontas. Os meus cabelos ainda não decidiram se gostam desse produto, pois eu tive a impressão de que ficaram ressecados.

3.  Com a Escova Secadora, vou escovando os cabelos por mechas na temperatura 2 até que fiquem quase secos. Feito isso, enrolo todas as mechas juntas como um espiral na alça do meu sutiã — é pra ficar ondulado quando secar por completo.

4. Em seguida, é hora de cuidar do franjão. Tem vezes que prefiro usar de lado, mas ultimamente tenho usado partido ao meio. Passo a escova puxando os fios pra cima, depois pra baixo.

5. Se, no final, eu achar que as pontas parecem ressecadas, borrifo o Uso Obrigatório da Truss ou então o Óleo Wella Oil Reflections Light. Ambos são muito bons e fica parecendo que passei horas intermináveis num salão de beleza.

Em meio a tantas marcas e modelos disponíveis, fica até difícil escolher um modelo. Mas, se você for comprar, pode apostar na  Britânia Soft 1300 W sem medo de ser feliz.

PS.: A escova que a Meire usa é a Escova Taiff Stylle e, antes que eu diga que a minha é melhor, ela está super satisfeita com a dela porque os cabelos da minha irmã são fininhos e já vieram lisos de fábrica. Ódio 😆.

Se você também gosta de cuidar dos cabelos, aproveite para ler também: Saiba como o ácido hialurônico pode beneficiar o seu cabelo.

 

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“Todo menino de 11 anos merece um tio Charlie”

A adaptação do livro de memórias BAR DOCE LAR de JR Moehringer para o streaming é cravejado de fortes doses de nostalgia e uma performance surpreendente de Ben Affleck.

Por @blogdamnq

Um bar seria o último lugar onde você educaria seu filho, certo? Não se você tivesse um irmão como o Charlie, personagem de Ben Affleck em The Tender Bar ( 2021 — traduzido para Bar Doce Lar).

É o oitavo filme de George Clooney como diretor e está disponível no catálogo da Amazon Prime Video.

O tio Charlie é uma pessoa que todos nós gostaríamos de ter em nossas vidas. Alguém que nos mostrasse a luz da sabedoria quando não tínhamos ideia do que fazer com os dilemas na adolescência.

O filme é baseado nas memórias de JR Moehringer, jornalista e escritor americano, vencedor do prêmio Prêmio Pulitzer de 2000, e personagem principal desta história em que conta como e por que se tornou um escritor.

Breve sinopse de Bar Doce Lar

Ambientado no início dos anos 1970 em Long Island,  a história abre com um menino chamado JR (Daniel Ranieri) em um carro com a mãe, enquanto ela dirige para a casa do avô.

JR é criado por uma mãe solteira que sofreu violência doméstica. Ela acredita que, apesar das dificuldades, o filho terá um futuro brilhante. Seu otimismo ajuda JR a ver as coisas de forma diferente na casa.

Ele gosta muito do tio Charlie, dono de um bar chamado The Dickens (em referência ao escritor Charles Dickens).

Quando a família descobre que o jovem JR tem talento para escrever, o tio Charlie o leva para uma sala cheia de livros e sugere que ele leia tudo o que puder.

Tio Charlie também compartilha sua sabedoria que gosta de chamar de ‘ciência masculina’.

Exemplo:

__ Por que você fica doente todo sábado de manhã, tio Charlie?

__ Eu não estou doente, é sábado de manhã, é isso que acontece com os homens num sábado de manhã… — responde, de ressaca.

Sei que isso parece péssimo, mas, acredite, tio Charlie ensina o que é certo ao garoto de um jeito bem espontâneo, sem brigas ou julgamentos.

A verdadeira história por trás de Bar Doce Lar

No filme vemos como um bar acaba se tornando a segunda casa de JR, um menino que fica sob a tutela do tio Charlie. Ali, um grupo de frequentadores se torna as principais referências de JR.

As memórias assinadas Moehringer, autor do livro, começam quando ele tinha oito anos, em 1974.

O pai, um DJ chamado Johnny Michael, abandonou sua mãe quando ele ainda era bebê e, segundo conta, o escritor conheceu vários “pais” ao longo da vida.

Entre eles estavam seu tio e os clientes do bar, “o único lugar onde se sentia seguro” e se percebeu como membro de uma comunidade.

O bar Dickens estava localizado em Manhasset, Nova York. Sua casa, onde morava com a mãe e os avós, ficava a poucos passos do local. Como Moehring se lembra, sentava lá e tomava um refrigerante. Enquanto isso, sua mãe ficava tranquila, porque confiava no irmão.

Em Bar Doce Lar a história de JR Moehringer é contada até os 20 anos de idade, incluindo seus tempos de faculdade e até conseguir um emprego no New York Times, onde começaria sua carreira como jornalista. Recomendo o filme fortemente.

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Uma breve história das mentiras fascistas

Por @blogdamnq

Os líderes fascistas do século XX consideravam mentiras como verdades encarnadas por eles. Esse era o ponto central das noções que tinham do poder e da soberania popular.

Um universo alternativo digno das críticas sociais de Star Wars, só que, aqui, ficção e realidade não podem ser separadas, pois se baseiam na lógica do mito. No fascismo, a verdade mítica substituiu a verdade factual. 

Uma Breve História das Mentiras Fascistas

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Mentir é uma ferramenta muito utilizada em governos totalitários. Alunos do ensino médio em todo o mundo absorvem essa informação por meio das obras de George Orwell

Mas os mentirosos acreditam em suas próprias mentiras? Como as justificam? Qual a relação entre a mentira descarada, a oportunista e a ideológica? Em Uma breve história das mentiras fascistas, o historiador argentino Federico Finchelstein examina essas questões dentro do fascismo. 

O resultado é um exame lúcido de como o fascismo não apenas    abraça as mentiras, mas as coloca em uma estrutura irracional de “verdade” que serve a fins políticos. 

Na essência do livro está a compreensão de Finchelstein de como os fascistas historicamente definiram a verdade. Para eles, o que era “verdade” não era algo verificável. Em vez disso, “o fascismo propôs a noção de verdade que transcendeu a razão e foi encarnada no mito do líder“, como cita o autor.

Ele diz que: “No fascismo, a verdade era considerada real porque estava enraizada nas emanações emocionais da alma, imagens e ações que os fascistas identificavam com a ideologia política”.

Assim, para os fascistas, ‘mentiras’ não eram tanto negações da verdade, mas rejeições do ‘mundo real’ em favor de um idealizado que se encaixava em suas crenças espirituais sobre o que deveria ser. Eram declarações de fé em uma “verdade” mais profunda.

Finchelstein dedica um capítulo à reação fascista à psicanálise. Os fascistas recuaram diante da ideia de examinar racionalmente o subconsciente ou a personalidade; “o fascismo renunciou à autoconsciência e colocou em seu lugar uma verdade divina supostamente emanando de um eu purificado”.

Fascismo X Masculinidade Tóxica

Em entrevista à TV 247, Finchelstein disse que “o fascismo está ligado à masculinidade tóxica. “[O fascismo] é uma forma particular de masculinidade, não é a masculinidade, mas uma masculinidade chauvinista e machista”, afirmou.

Quem é Federico Finchelstein?

Professor de história na New School, em Nova York, doutor pela la Cornell University, lecionou na Brown University. Autor de obras sobre fascismo, populismo, o Holocausto e ditaduras.

Em seu livro anterior, Do Fascismo ao Populismo na História, traçou a transição do primeiro para o último. O fascismo propôs uma ‘verdadeira democracia’ por meio de uma comunhão espiritual entre o povo, o estado e o líder em uma ordem autoritária. 

📍 Você pode gostar de:

❌ O Guia Contra Mentiras, por @meire_md

❌Precisamos Falar Sobre Masculinidade Tóxica, por @blogdamnq

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Esta história é um combo de opressão, misoginia, fundamentalismo e hipocrisia

Por @blogdamnq

Você consegue imaginar um mundo onde as mulheres são obrigadas a praticar sexo com estranhos para gerar um filho deles porque suas esposas são inférteis?

Pense nelas sendo proibidas de participar de reuniões em que há qualquer tipo de tomada de decisão. Pense em homossexuais sendo massacrados como “traidores de gênero”.

Isso soa um pouco familiar, hein? Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Neste post, conheça a história bizarra que saiu da cabecinha da escritora Margaret Atwood e ganhou uma série de TV.

The Handmaid’s Tale,
ou O Conto de Aia

The Handmaid’s Tale, ou O Conto de Aia é um romance distópico de 1985 ambientado na região da Nova Inglaterra nos EUA, conhecida como República de Gilead. Nessa sociedade, o antigo governo foi derrubado e substituído pela ditadura militar. 

Nesse cenário, o novo regime rapidamente expande o poder e controla tudo: desde os direitos das pessoas até os estudos religiosos. Uma queda misteriosa na fertilidade causou a impossibilidade de muitas mulheres terem filhos. 

Então, as mulheres férteis são cercadas e forçadas a servir como criadas – escravas sexuais / mães substitutas para os ricos e poderosos.

Offred, uma serva (mulher fértil cujo papel é fornecer filhos para homens de alta posição), narra a história, assim como suas experiências pessoais como Aia.

É uma distopia, sem dúvidas

Para que um romance distópico e futurista funcione, os leitores devem estar convencidos, pelo menos até certo ponto, de que existe a possibilidade de aquilo realmente acontecer. E, sem dúvidas, Margaret Atwood faz isso muito bem.

Por exemplo, os princípios fundamentais de Gileade vêm de uma leitura do Antigo Testamento. Existem diversas referências a personagens e mensagens da  Bíblia.

A autora trouxe um quê de julgamento das Bruxas de Salem que torna a história muito mais provável. São detalhes que revelam a hierarquia e a moral que tomou conta da cidade. 

Outra coisa incrível é como a autora usa cores para descrever os papéis de diferentes mulheres em Gilead. As servas vestem vermelho; as esposas, azul; as Marthas, verde; as tias, marrom e as economistas vestem listras vermelhas, azuis e verdes. 

A obra mais recente dela, Os Testamentos, nasceu das perguntas dos leitores após o monstruoso sucesso de The Handmaid’s Tale .

Atwood descreve os eventos que levaram à queda de Gilead por meio de três narradores: a vingativa tia Lydia, a jovem Agnes e Daisy, uma adolescente explosiva.

O romance continua na tradição do antecessor, apresentando alguns dos temas mais icônicos da autora, como: identidade, religião, mudança climática e política de poder.

The Handmaid’s Tale é um experimento mental: uma ditadura com elementos repressivos que já estão presentes no seio da sociedade. 

E, por falar em repressão, se você ainda não leu, aproveite para ler também a resenha da  Meire sobre Fanrenheit 451. 

 

 

 

 

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Narcisismo Perverso, a patologia emocional que habita entre nós

Por blogdamnq 🐦

Não é fácil identificar alguém com transtorno de personalidade — principalmente se você é uma vítima dessa pessoa (ou a própria!).  Acontece que, independentemente de ser diagnosticado ou não, o portador da patologia sofre e, ao mesmo tempo, faz o inferno na vida do parceiro.

Isso pode trazer consequências graves para quem convive com ele, como: depressão, crises de ansiedade, síndrome do pânico ou, em casos mais extremos, suicídio.

Narcisistas são Sequestradores de Almas

No livro Sequestradores de Almas, da psicóloga Silvia Malamud, ela  conta que o narcisista “opera por meio de condutas altamente opressoras, que são tidas pela psicologia como um dos piores casos de perversão”.

A principal característica do portador é cultivar a grandiosidade a qualquer custo, seja na profissão, vida social ou pessoal. Para que esse objetivo se concretize ao infinito e além, ele ativa tudo o que julgar necessário sem dor ou culpa alguma. 

O narcisista age de forma sutil e constante por meio de ciclos: planta armadilhas que manipulam o outro emocionalmente sem que suas intenções sejam percebidas.

A boa imagem que conquista permite o abuso emocional camuflado. Sendo assim, a vítima vive uma constante montanha-russa de emoções.

Afinal, ele quer que ela foque nos problemas para deixá-la ansiosa, triste, com medo e também para que o comportamento duvidoso dele passe despercebido.

O que se passa na mente do narcisista?

De acordo com a psicóloga, o narcisista sobrevive quando consegue “quebrar” alguém, diminuindo quem está à sua volta, e, como é perverso, faz o impossível para que a vítima se corrompa no que acredita como sagrado e correto.

Ele exige a gratificação crescente de suas realizações com o passar do tempo. Ou seja, quando está no relacionamento, a situação vai se agravando cada vez mais, chegando a ter consequências insuportáveis para quem convive no mesmo teto. 

As relações interpessoais também são prejudicadas devido à falta de empatia, ao desrespeito aos outros, à exploração, ao sentimento de direito a tudo e à constante necessidade de atenção e bajulação. 

O narcisista está atento a tudo o tempo todo: é hipervigilante. No entanto, não está conectado com a realidade. Esconde a própria paranoia como pode e não confia em ninguém, pois acha que as pessoas fazem o mesmo.

É expert em machucar o outro e se proteger do mal que acredita que o outro poderia causar.

Quando seu ego frágil é ferido, é capaz das piores grosserias, mas depois encontra uma justificativa para se explicar. Então, o ciclo abusivo de conquista, ferimento emocional e reconquista se repete…

Existe tratamento para narcisistas?

Ainda de acordo com a autora de Sequestradores de Almas, não é possível tratar terapeuticamente essas pessoas por várias razões. A primeira de todas é que, na verdade, elas não estão buscando ajuda.

“Os narcisistas têm orgulho do que são e não reconhecem que há um problema. Os seus sistemas de crenças também estão bloqueados para enfrentar quaisquer tipos de críticas. Mesmo que, a princípio, pareçam aceitar, estão apenas dissimulando”, relata. 

Não funcionam bem em terapia porque têm dificuldade para assumir sua parcela de responsabilidade. Continuam atuando como manipuladores, o que resulta num material totalmente distorcido. Quando vão à terapia, só o fazem para dar aos parceiros a ilusão de que vão mudar. 

É por essas e por outras que Sequestradores de Almas vale a leitura. É um guia de sobrevivência com alertas, como: reconhecer se você é vítima, manipulação de verdades expostas por narcisistas, leis que devem ser assimiladas pelas vítimas etc.

Se você gostou deste artigo, leia também: A verdade sobre o serial killer na nova série Netflix e Psicopatas do nosso dia a dia.

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