Saúde Financeira & Baixa Renda

Por @meire_md

“A oportunidade aparece para aqueles que estão capacitados” (Gilson Oliveira & Marcelo Pacheco em Mercado Financeiro – Objetivo e Profissional)

A Educação Financeira é um dos melhores serviços que a internet tem proporcionado aos brasileiros de baixa renda.

Embora existam incontáveis manipuladores de conteúdo iludindo multidões de seguidores ingênuos e/ou gananciosos com promessas de ganhos rápidos e enriquecimento fácil, uma parte considerável dos produtores de conteúdo tem mudado a realidade de pessoas que realmente buscam organizar suas vidas financeiras e objetivam montar um colchão capaz de proteger a sua família contra as adversidades da vida.

Ter uma vida organizada e estável, ou seja, sair da corda bamba, já é uma mudança extraordinária. Como pessoa não ‘nascida em berço de ouro’, sei muito bem o que estou falando.

Se o seu trabalho formal associado a uma eventual fonte de renda extra geram proventos mensais X, como você poderia esperar que, investindo licitamente, de forma leiga e sem empreender, você conseguiria atingir, em poucos anos, uma renda mensal dez vezes maior?

Talvez o melhor conselho que posso dar é: não consuma conteúdo de quem afirma que é muito fácil atingir independência financeira. Não é.  Mas é muito mais difícil para quem desiste nas primeiras dificuldades.

Se não é fácil para ninguém, é mais difícil ainda para quem é pobre. Ninguém ou quase ninguém dá saltos espetaculares no patrimônio só investindo.

Não é assim que as coisas funcionam.

(Não deixe de ler o Glossário que coloquei ao final do texto, ok?)

Meta é diferente de sonho

Inspire-se nas histórias de pessoas que conseguem mudar a realidade das suas famílias e entenda que mudar essa realidade não significa necessariamente conseguir sair da pobreza e se transformar em um bilionário.

Para não ser vítima dos mercadores de ilusões deixe a ganância para trás, trace metas compatíveis com a sua realidade e seja persistente. Poupe mensalmente e reveja suas metas de tempos em tempos, pois não há nada errado em ter metas ambiciosas, pelo contrário.

Mas parece tão fácil para eles

Boa parte da riqueza dos educadores financeiros vêm da venda de livros e cursos, ou seja, é majoritariamente proveniente do trabalho deles  e não dos investimentos em si.

Quando muitos começaram a atuar como educadores financeiros mal tinham dinheiro para comprar equipamentos para trabalhar, mas já tinham o principal: conhecimento.

Isso significa que já vinham investindo neles mesmos muito tempo antes. Nem para eles foi da noite para o dia. Cursos não nascem prontos e livros não se escrevem sozinhos. Para tudo há muito conhecimento e trabalho por trás.

Chegamos ao ponto no qual você entende que para mudar as condições financeiras de sua família saber investir não basta. Você precisa saber disso para não se iludir, por isso estou sendo repetitiva.

É preciso ter em mente que o trabalho é a base da segurança da família, que a aquisição de novos conhecimentos possibilita a melhora da sua renda a partir da criação de novas modalidades de trabalho e que estudar sobre investimentos é um dos instrumentos que podem fazer com que os frutos de todo seu trabalho e esforço não sejam desperdiçados.

Posso afirmar que, como regra geral, tudo que você vai conseguir acumular ao longo da vida será de alguma forma proporcional ao quanto você consegue obter trabalhando, daí a importância de aprender a organizar o orçamento doméstico e de entender o quão precioso é não se acomodar a uma situação que parece irreversível. No YouTube é possível aprender coisas tão diversas quanto cuidar de um aquário ou fazer sabonetes artesanais.

Com isto bem claro, vamos estudar.

Acumulando conhecimento sobre Investimentos

Na minha opinião a melhor forma de acumular conhecimento é a imersiva, dedicando algumas horas da semana para ler livros sobre Investimentos e usando papel e caneta para registrar pontos importantes não só quando estiver lendo, mas quando estiver vendo vídeos sobre investimentos e sobre formas de fazer renda extra.

Quando você aprender mais poderá dar sua contribuição à sociedade influenciando amigos e familiares. Você estará fazendo muito mais por eles do que podemos esperar que os governantes façam, pois eles vêm e vão.

O nosso esforço para sobrepujar as adversidades da vida precisa prosseguir independentemente de quem esteja no poder.

Se o mito brasileiro de que não se pode investir tendo pouco dinheiro abandonar essa nova geração e nela forem implantadas as sementes do empreendedorismo, da importância de não resistir às mudanças impostas pela tecnologia e da necessidade de adquirir novas habilidades continuamente, podemos pensar num futuro melhor para  pessoas que já adentram a maioridade em condições competitivas desfavoráveis.

Se você é pobre e tem disposição para estudar, estude. Ajude outras pessoas e as influenciem a fazerem o mesmo.

Cursos sobre investimentos

Podem ser muito importantes, mas não recomendo que você pague por cursos sobre investimentos antes de estudar o básico sozinho. Mais uma vez: sem ter renda proveniente do trabalho saber investir não vai fazer tanta diferença.

Se você puder pagar por algum curso, pague por algum que o ajude a gerar mais renda com o seu trabalho e siga firme estudando.

Conheço pessoas que fizeram cursos caríssimos e continuam quase tão confusas como estavam antes.

Atenção

Nunca esqueça: se você é pobre, cada pequeno salto que seria irrelevante para uma pessoa rica pode trazer mudanças significativas na sua vida.

A maioria das pessoas que cuida bem de sua saúde financeira nunca ficará multimilionária, mas aquelas que mantêm a vida organizada sofrem menos percalços ao longo da vida e tendem a ter uma velhice mais tranquila do que aqueles que se deixaram levar pela vida sem pensar no amanhã.

LIVROS e MAIS BATE-PAPO

Selecionei alguns livros que gosto organizando-os por uma ordem de leitura mais ou menos lógica. O primeiro livro é de distribuição gratuita.

No final do post coloquei um pequeno Glossário que poderá ser útil para você.

 

Livro Top Mercado de Valores MobiliáriosGratuito – Edição 2019

Esse livro foi criado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) com finalidade educacional e é voltado a professores de Educação Financeira, disciplina que não existia quando você era estudante dos ensinos fundamental ou médio.

Coloque como meta estudá-lo como se fosse fazer uma prova. Use papel e caneta, faça anotações organizadas, foque bem no que está conseguindo entender e registre o que não conseguir compreender nesse primeiro momento.

A curva de aprendizado funciona assim mesmo, e se você já tem mais de trinta anos, o aprendizado pode ser ainda mais lento.

Nesse primeiro mês de estudos verifique que gastos pode cortar, se há coisas em sua casa que não estão em uso e podem ser vendidas,  tente negociar eventuais dívidas e procure definir a partir de quando você pode começar sua reserva de emergência (ver glossário no final do post).

Se você já tem dinheiro guardado em poupança, deixe-o lá até decidir onde vai manter sua pequena reserva: não se aventure em novos investimentos antes de finalizá-la.

Investimentos Inteligentes, de Gustavo Cerbasi  – Edição Revista em 2019

Já comprei cinco volumes dele para presentear pessoas queridas  porque na minha opinião é um  livro brasileiro muito importante não só para investidores iniciantes como para investidores leigos que já estão pelo meio do caminho, mas adquiriram vícios comuns àqueles que aprendem coisas só por orelhada.

Além da linguagem incisiva que puxa o leitor para a maturidade – puxões de orelha são necessários – o livro dá lições sobre diversas modalidades de investimentos sem induzir o leitor a adotar as preferências pessoais do autor, coisa bastante incomum nesse meio de Educação Financeira.

Acho muito importante que o aprendizado em Investimentos se inicie dessa forma, pois na minha opinião ao aprender com a mente mais aberta se corre menor risco de perder a chance de fazer investimentos que sejam mais compatíveis com seu perfil só porque fulano bateu o martelo e disse que o investimento é ‘ruim’.

Há pessoas que vão preferir investir em fundos de ações e pessoas que vão preferir investir diretamente na Bolsa, há pessoas que sonham em comprar imóveis enquanto outras vão preferir investir em fundos imobiliários ou ainda pessoas que julgam que ouro seja uma excelente forma para proteger seu patrimônio, por exemplo.

O importante é que a pessoa que vai investir – a decisão é dela e somente dela – saiba as vantagens e desvantagens de cada escolha e tenha consciência dos riscos.

A verdadeira educação liberta. Não se deixe ‘amarrar’. A partir da leitura desse livro do Cerbasi você estará pronto para compreender o seu perfil e traçar suas primeiras metas.

O Investidor Inteligente, de Benjamin Graham

Livro indispensável para quem tenciona investir na Bolsa de Valores, então fica a dica para uma leitura futura.

Ele está nesta lista para você saber o seguinte: não comece por este livro mesmo que um youtuber diga que é o livro mais importante e que deve ser lido por todos. Por comentários que ouço, muita gente que indica este livro para iniciantes nunca o leu.

Este livro é para quem já montou reserva de emergência, já estudou o suficiente para traçar metas e já sabe qual é o seu perfil de investidor.

Ele substitui inúmeros livros sobre investimentos que vieram depois, tanto que para Warren Buffet é o melhor livro já escrito sobre o tema.

A minha edição (Harper Collins) é enriquecida com comentários de Jason Zweig, que dão um tom mais contemporâneo à obra, e além do prefácio de Warren Buffet, conta também com um escrito por Armínio Fraga Neto.

Centenas de livros que versam sobre coerência e controle das emoções derivam de dados levantados por Benjamin há quase 80 anos.

Ler este livro , quando lido na hora certa, poupa o seu tempo, faz com que você tenha ainda mais clareza na hora de definir sua estratégia de investimentos em renda variável, entenda como os investidores se segmentam, conheça os padrões históricos do mercado financeiro, saiba como dividir seu patrimônio e entenda que ninguém será capaz de garantir que você tenha ganhos superiores ao mercado.

Guia para Investir em Ações, de Walter Furtado

Fiz uma resenha sobre ele, você pode acessá-la aqui. É um livro com abordagem mais direta e prática para quem decidiu começar a investir em ações.

Análise Fundamentalista, de José Kobori

Também fiz resenha.

Indico este livro para quem já investe em ações e deseja compreender melhor os detalhes que estão por trás dos relatórios dos analistas. É um livro complementar aos dois acima.

Mercado Financeiro Objetivo e Profissional

Esse livro dos professores Gilson Oliveira e Marcelo Pacheco é destinado a alunos de graduação e pós-Graduação de disciplinas de cursos relacionados ao Mercado Financeiro.

Comprei há uns dois anos pensando em ter acesso a uma fonte acadêmica confiável para tirar dúvidas um pouco mais complexas, mas para minha surpresa a linguagem é bastante acessível e acho a aquisição interessante para quem já estudou o básico.

Com ele você pode entender como as instituições financeiras funcionam, conhecer dados históricos sobre a inflação brasileira, compreender detalhes técnicos sobre títulos públicos e desfazer conceitos  truncados que eventualmente são propagados por educadores financeiros que não tem formação técnica.

Guia Suno Fundos Imobiliários: Introdução sobre investimentos seguros e rentáveis’ (2018)

Esse excelente guia equivale a um pequeno curso sobre Fundos Imobiliários e foi publicado em 2018 por dois educadores financeiros bastante experientes, o professor Marcos Baroni e o Danilo Bastos.

É um um livro introdutório que lança um panorama geral sobre os FIIs, modalidade de investimento em renda variável que vem obtendo um ganho expressivo de novos investidores nos últimos dois anos.

 

Perguntas e Respostas Sobre Fundos Imobiliários (2020), de Danilo Bastos e Rodolfo Marques Fernandes

Este livro é bem interessante para quem já investe em fundos imobiliários e complementa bem o Guia Suno.

Trata-se de uma compilação de perguntas e respostas organizadas por complexidade.

Esse livro me ajudou a entender melhor questões ligadas às subscrições, por exemplo. Recomendo.

Obs.: Eu tenho também o ‘101 Perguntas e Respostas sobre Fundos Imobiliários & Desempenho dos FIIS no contexto da crise do Coronavirus’ do Marcos Baroni com o Jean Tossetto, porém ainda não finalizei a leitura.

Método Fayh, de Marcelo Fayh com prefácio de Marcelo Hannud

Marcelo Fayh começou a carreira do  mercado financeiro há 13 anos, é um dos especialistas do GuiaInvest e seu foco é a geração de renda.

Esse é um livro mais completo e voltado a quem busca rendimentos com Fundos Imobiliários e quer se aprofundar mais no entendimento.

Ele  conta com 342 páginas (cerca de seis a dez horas de leitura, depende da sua prática) escritas de modo  muito fácil para o investidor leigo, ou seja, para a maioria de nós. Excelente.

 

PEQUENO GLOSSÁRIO

 

Segurança X Rentabilidade X  Liquidez

Segurança – Refere-se ao grau de risco de alguns investimentos: muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto.

Rentabilidade – Refere-se ao retorno que cada investimento pode dar; essa rentabilidade pode ser fixa (renda pré ou pós-fixada) ou variável (Bolsa de Valores, fundos de ações etc). Quando você estiver estudando, anote bem as diferenças que você descobrir.

  • Como regra geral espera-se que quanto maior a rentabilidade, maior o risco, mas isso nem sempre funciona assim.

Liquidez – Rapidez com a qual o dinheiro investido volta para a sua conta-corrente. Há desaplicações cujo montante entra em sua conta tão logo você solicite no aplicativo do seu banco e outras que demoram vários dias úteis. É por isso que dizemos que imóveis tem baixa liquidez: para você ter acesso ao dinheiro referente ao seu imóvel vai ter que esperar que o imóvel seja vendido.

  • Entender qual a segurança, a rentabilidade e a liquidez de um investimento é muito importante na hora de decidir onde aplicar cada porção do seu dinheiro.
  • Se você pode precisar do montante a qualquer momento precisa buscar um investimento que tenha liquidez imediata, por exemplo; mas se o investimento é para o longo prazo, você pode priorizar a rentabilidade.

Investimento X Reserva de Emergência

Investir – Aplicar dinheiro em alguma coisa (empresa, carrinho de lanche, terra, gado, banco) visando obter algum tipo de ganho.

Na prática os ganhos reais só existem se o seu dinheiro aumentar mais do que a inflação do período.

Se o seu dinheiro não venceu a inflação, você perdeu poder de compra, mas não deixou de poupar recursos.

Se ficou no zero a zero, você manteve seu patrimônio. E se seu dinheiro venceu a inflação, o investimento foi produtivo.

Entenda isso bem certinho, pois vai fazer toda a diferença na hora em que você estiver pesando riscos e benefícios.

Investir produtivamente, ou seja, ganhar da inflação, é o ideal. E isso só se consegue, com exceções, no médio e no longo prazo.

Reserva de Emergência – É um montante aplicado em um local seguro que garanta liquidez imediata, mesmo que a rentabilidade seja muito baixa.

Imagine se você fica desempregado e depende da venda de uma motocicleta para colocar comida na mesa da sua família?

Talvez a venda de uma motocicleta em um bom preço produza um lucro maior do que aquele dinheiro que estava parado na poupança, mas foi o dinheiro ‘parado’ que supriu a necessidade imediata da sua família.

Esse é o objetivo da reserva de emergência. Reserva de Emergência não precisa ser, a princípio, um investimento produtivo, mas é um investimento. Se você está montando uma reserva de emergência você já é um investidor.

O valor da reserva, que é montada aos poucos/mês a mês, vai depender do quão estável são seus ganhos e pode ser qualquer coisa entre três e doze vezes o seu custo básico mensal.

Os educadores financeiros tem praticamente a mesma opinião: a de que  você só deveria começar a ‘aprisionar’ dinheiro para o seu futuro após formar a sua reserva de emergência.

Exemplos de onde guardar a reserva de emergência:

  • Poupança (opção menos vantajosa, porém muito segura e com alta liquidez);
  • CBD com 100% do CDI ou mais com liquidez diária – através de bancos ou corretoras;
  • Bancos Digitais (NuBank, por exemplo) que tenham contas remuneradas;
  • Tesouro Selic (Coloquei o link para o curso gratuito do Tesouro Direto aqui), também através de bancos ou corretoras.

FCG (Fundo Garantidor de Crédito)

Em caso de falência da instituição financeira, o FCG garante a devolução de valores investidos em modalidades específicas conforme o teto da época (atualmente é R$ 250.000,00 por CPF por instituição financeira em um total de até R$1.000.000,00 a cada quatro anos).

Algumas modalidades cobertas são os depósitos em conta-corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e outros.

O Tesouro Direto não é garantido pelo FGC mas tem um lastro muito mais forte.

TAXAS/INDICADORES

Selic

É a taxa básica de juros da economia.

Essa taxa é usada com indexador para alguns investimentos, como por exemplo, a poupança, que rende uma fração da Selic, com o sem adicional de TR (depende do valor da Selic no momento).

CDI

É o Certificado de Depósito Interbancário, que corresponde  à taxa de juros que um banco paga a outro quando fazem empréstimos entre si, movimento que acontece muito frequentemente.

Como regra geral essa taxa é um pouco menor que a Selic.

Ela serve de indexador para vários investimentos, como por exemplo alguns CDBs e contas remuneradas de bancos digitais.

Quando você topar com a informação de que um CDB paga 100% do CDI, isso significa que ele paga um pouco a menos que a taxa Selic.

IPCA

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo é o índice oficial da inflação no Brasil.

Ele é calculado com base em serviços e itens de consumo utilizados por famílias residentes em algumas áreas metropolitanas do país e que tenham renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos, ou seja, é um índice teoricamente aplicável a boa parte da população brasileira.

É importante ressaltar que ele não é o único índice que mede nossa inflação e não reflete toda perda de poder de compra porque muitos itens de consumo não entram no cálculo.

Você pode acompanhar as projeções do IPCA no site da ANBIMA.

Os investimentos atrelados a este índice tendem, portanto, a vencer a inflação – tudo vai depender do quanto prometem ofertar acima do IPCA e das taxas administrativas decorrentes da aplicação.

Muitos fundos de Previdência Privada são atrelados ao IPCA, mas há opções fora deles, inclusive no Tesouro Direito.

Agora você já sabe que  há investimentos atrelados à Taxa Selic, ao CDI e ao IPCA, mas isso é só um tico de nada do começo.

Você precisa e vai aprender muito mais.

Os canais de YouTube que indico para você complementar seus estudos estão no post Saúde Financeira & Onde Estudar.

É importante que você construa bons referenciais teóricos. Saber o básico faz com que as coisas mais complexas sejam compreendidas com menor dificuldade.

Se você achou a leitura desde post difícil em algum ponto, pode deixar uma mensagem que tento melhorar a comunicação.

Um abraço!

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