Mais uma página da minha biografia

Por @gomuyoda

Nenhum Baby Yoda que vive em minha Galáxia natal consegue escolher a família que o adotará: o processo é completamente aleatório.

Isso pode parecer bastante assustador, mas acreditem em mim, assustador mesmo seria continuar vivendo em uma Galáxia que insiste em se esconder da paz e que parece ter perdido o amor pelo barulho do silêncio.

Não foi por mera expectativa de diversão que tantas crianças geriátricas da raça Yoda, as mesmas que nasceram durante o boom do evento assexuado que possibilitou a gravidez da saudosa Shmi Skywalker (que a Força a tenha)  aproveitaram a oportunidade gerada pela série The Mandalorian‘  e fizeram a inscrição para viajar.

Eu não pensei duas vezes.

Perdoem meu desconhecimento, mas quando eu soube que todos os que se manifestaram favoravelmente viriam para o Planeta Terra, até onde sei isso foi uma sugestão de George Lucas,  fiquei bem confuso. Eu nunca havia ouvido falar do tão famoso pálido ponto azul.

A pouca Geografia que eu conhecia até então é a que está resumidamente exposta no meu Atlas Galáctico (até hoje confundo luas com Planetas, geografia nunca foi meu forte).

Não tive medo

Quando você participa de uma experiência tão revolucionária assim podem acontecer coisas imprevisíveis, mas tão logo os primeiros Yodas fizeram a viagem no Tempo, descobrimos que nenhum sofreu danos físicos ou mentais.

Décadas em um ponto de uma Galáxia podem equivaler a uma fração de segundo em outra. Creio que a Disney tenha investido bastante na tecnologia que possibilitou nossa viagem, pois a mamalorian e o papalorian me falaram que o custo repassado para eles foi muito pequeno.

Todos os bebês chegaram corados, passando muito bem; desconheço um só  que tenha perdido peso durante o trajeto e muitos deles já estão bastante familiarizados com os modos terráqueos, como o estranho hábito de se expor em redes sociais.

Falei um pouco sobre  a minha adaptação neste post.

Como criança contemplativa que sou, descobri muitas outras vantagens de viver por aqui.

Mais sobre a minha adaptação

Confesso que vim com a intenção de ficar por, no máximo, uns setenta e cinco anos, mas pelo andar da nave não volto até que me reúna à Força.

Estou amando o Instagram.

Considerando o quão superpovoado é o Planeta Terra, são poucas as pessoas que me seguem, porém elas me dão like, compartilham meus Reels e dizem o quanto sou fofo. Eu nunca tinha visto isso, é fofura em cima de fofura.

Durante uma consulta de rotina com minha pediatra geriátrica, uma togruta delicadíssima que aceitou sem pestanejar fazer meus atendimentos de modo remoto porque cuida de mim desde que eu tinha cinco anos, descobrimos que sou naturalmente resistente aos microorganismos terráqueos.

Foi uma grata surpresa saber que nunca terei certas doenças.

A mamalorian é bem preocupada com doenças, ela está sempre atenta à saúde das pessoas que ama. Pensar que não vou ser uma preocupação em sua vida me dá bastante tranquilidade.

Outra coisa  bem curiosa que descobri é que os terráqueos, com raras exceções, não comem animais vivos.

Precisei me adaptar, o que foi bastante fácil.

Quando não há escassez de alimentos você não precisa se alimentar de modo não socialmente aceito.

E o Treinamento Jedi?

Nada que se aprende é perdido.

Continuo recebendo minhas aulas online e o delay é mínimo, mesmo  com o conteúdo viajando no tempo.

Um dia desses  meu professor de meditação disse leite de batha e eu escutei dente de faca. Caí na risada e perdi a âncora da meditação, mas no geral consigo entender tudo.

Como estou no futuro passo por esses perrengues, mas até a data da minha formatura certamente os programas de comunicação instalados nos chips intergaláctico-temporais que foram implantados na minha região occipital receberão novas atualizações remotas e os erros serão mais raros.

Sim, chips. Cada um tem uma senescência programada de 500 anos, mas por medida de segurança foram instalados quatro em cada bebê que foi enviado para a Terra. Três deles ficam desativados; o segundo será ativado automaticamente tão logo o primeiro sofra algum dano e assim sucessivamente.

Grade Curricular

Afora as disciplinas básicas de História, Geografia, Biologia e Tecnologia da Galáxia, estudamos Matemática  Universal, Física Universal (só o Papalorian que me ajuda nas duas últimas), Psicologia Jedi I e II, Resiliência & Paciência I, II, III, IV, V e VI,  Aprimoramentos em Meditação, Táticas de Diplomacia inter-étnica e Estratégia de Adiamento de Guerras, por exemplo.

A grade curricular é bem extensa e conta também com atividades paradidáticas, como caligrafia telepática, aulas de dublagem, guitarra e bateria.

A caligrafia telepática tem sido bastante útil para os baby Yoda que postam  no Instagram.

Sugeri que seja criada uma disciplina de Montagem de Lego, creio que este brinquedo terráqueo tem ajudado muito a melhorar a minha coordenação motora.

Meus pais têm vários kits, inclusive a Millenium Falcon,  mas três  são só meus, o LEGO® BrickHeadzTM Star WarsTM O MandalorianTM e A Criança, o LEGO® Star Wars Mandalorian Battle Pack 75267 Mandalorian Shock Troopers and Speeder Bike Building Kit e o LEGO® Star WarsTM Duelo em MandaloreTM, que tem minha amada Ahsoka.

Serviço Jedi Obrigatório

As crianças sensíveis à Força não são obrigadas a participar do treinamento e as que participam não são obrigadas a lutar fora do ambiente controlado de estudo.

Muitas famílias escolhem entregar as crianças ao Treinamento para que tenham uma melhor qualidade de vida, acesso a bons professores e a uma formação ética exemplar.

Viver numa ilha de paz tem feito com que eu repensasse meus valores.

Servir como Jedi foi um sonho. Foi, não é mais.

Converti-me ao movimento Rastafári. Não me vejo disposto a matar ou morrer.

Acho que deixar a Galáxia não foi coincidência, foi destino.

Pensei que a Escola fosse me dispensar para dar vaga a outra criança, mas  o Conselho definiu que posso ficar até quando quiser.

Que a Força Esteja com Você!

Gomu Yoda.

PS.: Hoje é aniversário da  mamalorian!
Feliz Aniversário, Mama Linda!

 

 

 

 

 

 

 

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O reforço malar no controle do melasma

Por @meire_md

Este post é para quem tem intenção de reduzir o aspecto escuro do melasma malar de uma forma, segundo as vozes da minha cabeça, mais rápida e eficiente.

Se você leu ‘Meire, como o seu melasma clareou?’ e ‘Lista de produtos usados no tratamento do melasma’, viu que meu melasma é refratário, mas segue em uma longa fase de acalmia.

Para quem está chegando agora: o melasma da minha testa é praticamente imperceptível e tenho manchas leves nas duas bochechas, porém a rede de vasinhos é bem exuberante, inclusive nas asas do nariz e no queixo.

Acredito fortemente que meu velhíssimo hábito de fazer reforço malar — são 15 anos de melasma — contribui muito com o controle da pigmentação, pois a região das minhas bochechas foi bastante castigada pelo sol e inflamava/pigmentava com muita facilidade.

Venho deixando a maquiagem do rosto todo cada vez mais leve, mas continuo dando uma atenção especial à região malar.

Mas o que é reforço malar?

É qualquer técnica — você pode inventar a sua — que acumule filtros solares e óxidos de ferro na região malar de forma a produzir um escudo opaco que reduz consideravelmente, acredito, a possibilidade da região ser atingida pela radiação UV e pela luz visível.

A combinação de produtos depende do gosto de cada um: protetor solar, protetor solar com cor, bastão fotoprotetor com ou sem cor, base de alta cobertura, corretivo, blush cremoso ou em pó

É reboco que chama? Sim, porém pontual.

Em minha opinião o blush é um elemento importantíssimo para o reforço malar não só porque camufla a diferença da cobertura quando comparada às outras regiões do rosto, mas por ser rico em óxidos de ferro, que são pigmentos que sabidamente reforçam a barreira contra a luz solar.

Vou dar umas dicas gerais de como você pode começar a criar a sua técnica e logo mais mostro como faço atualmente, tá?

Como começar a fazer o reforço malar?

1. Aplicar o protetor solar sem cor em toda a face em quantidade correta.

Lembretes:

Se for protetor solar líquido — aplicar duas a três boas camadas sempre esperando que cada uma seque um pouco antes que a seguinte seja aplicada.

Se for protetor solar cremoso— aplicar conforme a regra descrita pelo fabricante, no geral a quantidade é um pouco menor do que a exigida para protetores fluidos.

Se for protetor solar em bastão — dar 8 deslizadas por área a ser protegida (quatro indo e quatro voltando) e depois arrumar com o dedo.

2. Aplicar uma maior quantidade de protetor solar nas bochechas. Siga seu instinto que dá certo.

Com pouco tempo isto ficará automático e você saberá a quantidade ideal para o seu caso.

Você pode fazer o reforço com o mesmo protetor solar que já usa ou com outros mais resistentes, como os voltados para a prática esportiva. O 5km da Pink tem um excelente custo-benefício.

3. Cobrir o rosto com base ou protetor com cor, buscando não arrastar o protetor solar que está embaixo.

Você pode aplicar a base dando batidinhas com as mãos ou usando uma esponja específica para maquiagem.

As minhas favoritas são as duas da Mariana Saad, tanto a Flat Blend Vinho quanto a Sister Blend Vinho.

4. Camuflar o melasma da região que vai receber o blush com base de alta cobertura e/ou corretivos nas texturas que preferir (com ou sem FPS), mas que preferencialmente tenham fundo amarelado ou salmão e que sejam um pouco, um pouquinho só, mais escuros que sua pele.

Com estas escolhas a quantidade de produto necessária para cobrir a mancha tende a ser menor e você se livra do aspecto acizentado produzido pela tentativa de clarear a região.

Ao usar um corretivo mais escuro que sua pele, porém mais claro que a mancha, você chega a um ‘consenso’ de cores: elas brigam menos.

5. Se você precisa usar pó fixador, aplique onde julga necessário, espere trinta segundos a dois minutos e dê tapinhas com as mãos bem limpas para que todo o excesso seja removido.

Não removo o excesso de pó fixador com pincel porque o uso das mãos me ajuda a perceber se há alguma área ainda úmida e preenche melhor os poros, mas se você não gosta, use pincel.

6. Aplicar blush generosamente (‘leve chinelada’) dando toquinhos delicados na região malar com um pincel macio ou com a bundinha da Sister Blend Mariana Saad.

Espere o blush descansar alguns segundos, coisa pouca. Depois dê mais tapinhas com as mãos limpas para esmaecer a cor e fazer com que ela ‘entre’ nos produtos anteriores.

Com o tempo e a prática o escudo acaba ficando bom e o processo todo fica bastante rápido.

Quando a pele das outras regiões está levinha e a parede malar está camuflada por trás do blush, praticamente não se percebe que há uma parte ‘pesada’ protegendo o melasma.

Para o acabamento ficar bom não há mesmo muito segredo, você precisa treinar a mão. No meu caso os tapinhas fazem mais diferença do que usar produto caro ou barato.

Como faço o reforço malar e que produtos uso

Não foque nos produtos que uso.

O importante é você compreender o espírito da coisa e adaptar-se aos produtos que tem em casa.

Faço o reforço malar de acordo com a necessidade e o meu tempo, então tenho duas técnicas para os dias normais e uma técnica para os dias de guerrilha.

Com o tempo você vai fazer isso rapidinho e de olhos fechados.

Reforço malar para os dias normais – Técnica 1

a) Após aplicar o protetor solar na face, reforço a proteção malar dando mais algumas passadas do Shiseido Clear Stick UV SPF50+(compro onde estiver mais barato, vou também aqui).

b) Diluo a base líquida MAC Studio Fix Fluid (tem na Amazon, BeautyBox, na Beleza na Web e na Sephora) com um pouco do Prep+Prime Oil MAC e aplico uma camada fina no rosto todo usando a Esponja Flat Blend da Mariana Saad.

Obs.: Minha cor é a NC12.

c) Venho com a canetinha Shiseido White Lucent Onmakeup Spot Correcting Serum FPS 25 na cor natural light/natural clair (também disponível aqui) e faço a cobertura do melasma malar.

O corretivo dessa canetinha tem fundo amarelado e é mais escuro que minha pele, então casa perfeitamente com o bjetivo. Ele não marca meus poros e gosto de usá-lo nas olheiras também.

d) Depois que dou batinhas na base e no corretivo para minimizar qualquer acúmulo de produto nas linhas e poros, fixo toda a pele com pó fixador.

Em razão do uso de máscaras (prefiro a Aura porque tenho asma e das que testei é a mais confortável para respirar) tenho usado apenas os fixadores brancos.

Os meus pós fixadores brancos favoritos são basicamente os mesmos de sempre. Como uso diariamente, abro vários de uma vez só.  Dou preferência aos aplicadores de tecido porque acho que economizam produto.

Como regra geral os pós fixadores mais grossinhos fixam melhor e os pós delicados produzem um acabamento mais bonito.

Os brancos que estão na minha bancada hoje são estes cinco

NARS Translucent Crystal Light Reflecting Setting Powder Loose (10g). O meu é o translúcido — Uso todos os dias na área dos olhos. Só vou voltar a usar no rosto todo em saídas noturnas quando pudermos sair sem máscaras. Não sei quantos potes já usei ao longo da vida. Ele é finíssimo, tem um glow muito discreto. A versão compacta tem mais glow.

MAC Prep + Prime Transparent Finishing Powder (9g) — Este é um pó nem grosso e nem fino, produz um bom acabamento (nem feio nem bonito), controla moderadamente a oleosidade e tem um efeito fixador bom. É comprado e recomprado ad eternum. Fica ok na área dos olhos (uso com um tico do meu iluminador clarinho, meio que misturando).

Vichy Dermablend Setting Powder (28g) — É minha primeira escolha quando sei que vou precisar de uma fixação mais forte. Está há 15 anos na minha lista de produtos recomprados.

FIT Me! Maybelline cor 00 (10g) — Compacto.  Ele fixa quase tão bem quanto o Dermablend, mas deixa um rastro branco bem maior e é ligeiramente mais secativo que o da MAC. Tenho usado frequentemente para trabalhar e aplico bastante nas regiões onde a máscara vai atritar.

Também aplico usando aplicador de tecido.  O acabamento não é bonito mas para cada problema há uma solução: iluminador.  Dou uma passada leve do MAC Mineralize Lightscapade praticamente no rosto todo e dá tudo certo. Atualmente não consigo usá-lo na área dos olhos.

Innisfree no-sebum Mineral Powder (5g) — Coreano, bem gostosinho de usar, tem um cheirinho verde. Rende pouco. Gosto de usá-lo na testa porque ele realmente controla a oleosidade. Ele fixa menos que os outros.

e) Após aplicar os pós brancos espero alguns poucos segundos, talvez uns 20, e dou tapas com as mãos limpas para que todo o excesso de pó saia.

Aplico blush Mineralize da MAC e depois concluo a maquiagem da forma que der vontade no dia.

Os meus blushes MAC Mineralize favoritos são o Dainty, o Gentle e o Love Joy.

Meu Dainty já está acabado, aí comprei o Cruella, que tem um lado rosinha e um champagne (assim que chegar eu mostro para vocês no Instagram).

Reforço malar para os dias normais apressados – Técnica 2

Faço quase tudo como no método 1, mas dispenso  a canetinha Shiseido White Lucent Onmakeup Spot Correcting Serum FPS 25.

Quando a pele está completamente sequinha, aplico a base em pó Studio Fix Powder ( Sephora, Beleza na Web, Beautybox )no topo das bochechas, aplico o blush e finalizo a maquiagem como desejar.

Esta variação é bem mais rápida.

Reforço malar para os dias de guerrilha – Técnica 3

Aqui vou expor o que uso quando preciso de uma cobertura mais alta, coisa que não tem ocorrido ultimamente porque não venho frequentando nenhuma festa ao ar livre nem viajo há meses.

Após a aplicação do protetor solar dobrando a dose nas bochechas, faço toda a pele com a base líquida MAC Studio Fix Fluid sem qualquer diluição e aplico corretivo “de verdade” nas bochechas.

O corretivo ‘de verdade’ que uso é o Studio Fix Conceal and Correct Pallete MAC na tonalidade Light, que vem com seis cores: NC15, W10, NC20, NW20, Pale Yellow e Pale Pink.

Aproveito a paleta toda. Faço misturas meio aleatórias e dá tudo certo. Ela é bem coringa porque os corretivos são de alta cobertura, no entanto entregam uma cobertura com aspecto mais leve que o corretivo de potinho da mesma linha, que também gosto bastante.

Consigo fazer a pele inteira só com ele; vem pouco produto mas rende uma vida.

Deposito na face com os dedos e arrumo dando batidinhas com a esponja Sister Blend da Mariana Saad.

Quando está tudo bem batidinho e sem acúmulos em linhas e poros, cubro toda a pele com pó fixador, escolhendo o produto conforme a ocasião e depois reforço a cobertura onde julgar necessário usando a base em pó Studio Fix Powder.

Aplico blush Mineralize nas bochechas e finalizo a maquiagem com os demais itens, conforme a vontade do dia.

Espero que você tenha gostado!

Beijos,

Meire

 

 

 

 

 

 

 

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Cronologia do Universo Cinematográfico da Marvel

Por @gomuyoda

Ser adotado por uma família nerd é como ganhar na loteria. A minha casa é muito divertida.

Nós não brigamos nem ficamos conversando sobre coisas desagradáveis contra as quais nada há a fazer porque meus pais já são muito ocupados e precisamos ter tempo livre para a Netflix, a Disney+ e o Prime Vídeo.

Amo distopiasficção científica, fantasia!

Como não amar o UCM?

Da mesma forma que ocorre com Star Wars, podemos ver e rever as produções da Marvel  de várias formas: aleatoriamente, na ordem em que os filmes e séries foram liberados para o público ou da minha forma favorita, seguindo a ordem da ocorrência dos eventos.

Há diversas sugestões de fãs.

Há quem prefira fazer certos arcos ou indicar apenas episódios essenciais de uma série e por aí vai.

Se você quiser acompanhar o Universo Marvel na ordem de ocorrência dos eventos, vem comigo.

Importante ressaltar que há confluência de fatos e que as diversas fontes que consultei mostram algumas divergências.

Sabemos que listas tão úteis assim tendem a ser reproduzidas com seus eventuais erros.

Como sou criança, tenho muitos compromissos escolares e durmo muito,  então não tive tempo de conferir caso a caso. Se você encontrar algum erro na lista, eu agradeço a correção.

Os quadros dispostos no The Marvel Cinematic Universe  foram bastante úteis e achei um vídeo  muito bom, esse aqui.

Vamos à cronologia.

Cronologia do Universo Cinematográfico da Marvel

1943/1945Capitão América: O Primeiro Vingador

1946Agente Carter, T1 e T2

1995Capitã Marvel

2005/2009O Incrível Hulk

2000/2010O Homem de Ferro

2011O Homem de Ferro 2

2011Thor

2012Os Vingadores

2012O Homem de Ferro 3

2012Agents of Shield T1, Ep 1-7

2013Thor: O Mundo Sombrio

2013 – Agents of Shield T1, Ep 8-16

2014Capitão América 2: O Soldado Invernal

2014Agents of Shield T1, Ep 17-22

2014Guardiões da Galáxia

2014Guardiões da Galáxia 2

2014 – Demolidor T1

2014Agents of Shield T2, Ep 01-19

2015 – Vingadores: A Era de Ultron

2015Agents of Shield T2, Ep 20-22

2015O Homem-Formiga

2015Jessica Jones T1

2015Demolidor T2

2015 Luke Cage T1

2015 – Agents of Shield T3, Ep 01-19

2016Capitão América: Guerra Civil

2016 – Agents of Shield T3, Ep 20-22

2016Pantera Negra

2016Homem Aranha: De volta ao Lar

2016Viúva Negra

2017Doutor Estranho

2017 – Agents of Shield T4

2017Punho de Ferro T1

2017Os Defensores T1

2017O Justiceiro T1

2017 – Os Fugitivos T1 e T2

2017 – Jessica Jones T2

2017Manto e Adaga T1

2017Luke Cage T2

2017 – Punho de Ferro T2

2017Demolidor T3

2017Justiceiro T2

2017Thor: Ragnarok

2017Homem-Formiga e Vespa

2017 – Agents of Shield T5, Ep 19-22

2017Vingadores: Guerra Infinita

2017/2022Vingadores: Ultimato

2021 ou 2022Loki

2023WandaVision

2024Falcão e o Soldado Invernal

2024Homem Aranha: Longe de Casa

Espero que você tenha gostado do meu novo post.

Pelo jeito vou acabar sendo contratado como colunista fixo.

Que a Força Esteja com Você.

Gomu Yoda

Você pode gostar de:

Meu primeiro body Jedi

Darth Vader e a Cronologia Star Wars

 

*Referências:

RadioTimes.com

Aficcionados

The Marvel Cinematic Universe

Canal Multiverso

 

 

 

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Lista de Produtos usados no Tratamento do Melasma

Por @meire_md

Como vocês gostaram muito do post “Meire, como o seu melasma clareou?“, resolvi fazer esta complementação.

Fiz uma compilação — muito possivelmente incompleta — dos cosméticos que usei ao longo de 15 anos de tratamento aproveitando anotações de agendas, do antigo Salada e do Instagram.

Para manter uma organização mínima, fiz uma categorização sem rigidez, então alguns aparecem em mais de uma categoria.

Os produtos abaixo não são indicações e sim uma lista para nortear vocês nas escolhas.

Acho muito importante destacar que nunca testei produtos de qualidade duvidosa, produtos vendidos como panaceia ou  produtos com marketing especialmente desonesto e que todos são muito bons, mesmo aqueles que não funcionaram para mim.

A nossa pele é uma caixinha de surpresas, às vezes um produto não funciona porque não era o momento certo de usá-lo , porque não fomos persistentes ou porque não o usamos do modo correto.

Os produtos que testei antes de construir uma boa rotina de fotoproteção certamente tiveram uma performance muito inferior à que poderiam ter.

Só para lembrar:

O pigmento que dá cor à mancha do melasma se chama melanina e além de ser produzido naturalmente, é necessário para a saúde da nossa pele. Precisamos da melanina.

Ela ajuda a nos proteger contra os danos solares, daí quanto mais clara for a pele da pessoa, maior o risco de desenvolver cânceres relacionados à fotoexposição.

Quando temos melasma os melanócitos e o sistema que os regulam são localmente “doentes” (hiperativos) e reagem de modo errático, pigmentando áreas específicas além do necessário. Além disso a pele afetada é mais inflamada e a rede de vasinhos também não é normal.

A melanina é produzida lá no “fundo da pele” e carregada para a superfície.  Alguns ativos agem reduzindo a sua produção, outros agem reduzindo o transporte dela para a parte mais superficial da pele, outros agem aumentando a velocidade com a qual a pele se renova, outros agem reduzindo a inflamação e tornando a região menos reativa ou ainda acalmando a rede de vasos.

É por isso que o melhor tratamento, no geral, envolve associação de produtos que colaborem entre si.

O principal sempre será a proteção solar, por isso ela foi o foco do primeiro post. Se seu orçamento é muito curto e você quer tratar o seu melasma, foque na proteção solar e na maquiagem.

As categorias são estas:

  • Produtos que atuam principalmente na renovação da pele acelerando a eliminação da melanina.
  • Despigmentantes leves e/ou alternativos
  • Coadjuvantes com vitamina C
  • Outros coadjuvantes
  • Meus antioxidantes de plantinhas
  • Produtos que não me beneficiaram ou produziram alguma reação desfavorável à época do uso
  • Outros despigmentantes com ação múltipla
  • Despigmentantes que mostraram maior maior eficácia para a parte mais profunda do meu melasma

Vamos lá?

Produtos que atuam principalmente na renovação da pele acelerando a eliminação da melanina.

Estes produtos não atuam como despigmentantes clássicos quando usados isoladamente,  porém quando associados a despigmentantes tendem a potencializar os efeitos clareadores.

Além disso,  podem atuar no tratamento e até na reversão dos danos solares da pele.

Os ingredientes principais são o retinol, os retinoides, o ácido glicólico e a tretinoína.

1.  Ácido glicólico

Usei tanto manipulado quanto em cosméticos prontos.

Há incontáveis opções no mercado hoje.

Só consigo usar glicólico nas fases em que não estou usando tretinoína porque quando uso os dois na mesma rotina, o melasma escurece.

2. Differin Gel

Há outros nomes comerciais e a versão genérica também.

É um medicamento (Adapaleno) particularmente voltado para o tratamento da Acne.

Por conter um retinóide —uma molécula parecida com a tretinoína— tende a promover a renovação da pele.

3. Neostrata Gel Plus 15 AHA

Minha pele gostou muito deste gel por um bom período.

4. Neostrata High Potency Gel 20 AHA

Este contém ácido glicólico em concentração clínica e promove um efeito peeling, renovando a pele. Eu costumava usar quando achava que os poros estavam muito altos.

Não recomendo o uso sem orientação médica.

Para quem tem melasma acho interessante não associar produtos potentes assim sem ter um bom conhecimento ou ser bem orientada e sim deixá-lo reinar absoluto na rotina por um certo prazo.

5. Retinol da Neutrogena

Foi o primeiro suposto Retinol que usei na vida. Possivelmente continha algum retinoide. Lembro que era bem vitaminado e que deixava minha pele uniforme e macia (eu não tinha melasma na época).

O produto similar para quem já passou dos 25 anos e tem ou não melasma e quer um produto bom e baratinho para começar a prevenir o envelhecimento precoce é o Creme Antirrugas Cicatri-Correct L’Oréal Paris Revitalift Laser X3 (30mL), que além de conter Niacinamida, tem pro-xylane, um retinoide, vitamina E e um esfoliante químico leve, o LHA.

É um produtinho que costumo chamar de mistério da natureza. Acho espetacular para quem não pode gastar com um Retinol puro ou não tem acesso ao dermatologista para começar a usar a Tretinoína.

Pele limpa, hidratada com ele, fotoprotegida e maquiadinha: o fotoenvelhecimento da pele tenderá a demorar mais a aparecer.

6. Retin Ox ROC

Foi um produto que amei, usei muitos frascos.

Ele deixava a minha pele bem macia e cuidava bem da área dos olhos.

O produto que está no mercado hoje que mais se parece com ele é o Redermic Retinol da La Roche-Posay. Pode ser usado a partir dos 20 e poucos anos tranquilamente.

Em peles mais resistentes pode ser alternado com o ácido glicólico.  Pele de bonita mesmo.

7. Derm AHA La Roche-Posay

Esse com certeza foi meu ácido glicólico favorito da vida.

Usei vários frasquinhos. O similar atual é o Glycolic HA da La Roche-Posay

8. Retexturing Activator Skinceuticals

Acho que usei só um frasco porque preferia o da La Roche.

9. Effaclar Serum Antiage

Também usei bastante. Além de refinar a pele, controla a acne e minimiza o aspecto dos poros.

Ótimo produto para quem tem melasma, pele acneica e usa despigmentantes leves.

10. Redermic Retinol – também disponível aqui

Usei por vários anos alternando com a Tretinoína, até conhecer o Lifactiv HA Advanced Vichy , que possivelmente foi o Retinol que mais promoveu efeitos favoráveis à minha pele.

11. Retinol 0,3% Skinceuticals

Apesar de ser um ótimo produto, não fez muita coisa pela minha pele e até hoje não tenho uma explicação satisfatória para dar. Simplesmente não funcionou.

12. Lifactiv HA Advanced Vichy (disponível também aqui)

Este usei baldes, vários frascos.

Alternava com a tretinoína e só parei de usar quando minha pele começou a aceitar o medicamento no mínimo cinco dias por semana.

Atenua linhas e poros, dá um excelente suporte ao clareamento dos despigmentantes.

13. Overnight Resurfacing Serum Dr. Brandt: usei amostras.  Funcionou bem, mas achei caro e difícil de comprar.

14. Ruby Crystal Retinol Hydracrème Dr. Brandt: idem

15. Tretinoína (medicamento)

Da lista acima, o que uso atualmente é a Tretinoína.

Se eu resolver comprar um retinol ‘puro’ novamente, será o Lifactiv HA Advanced Vichy  (também tem aqui), mas penso em testar o Retinol B3 Serum de La Roche-Posay (também tem  aqui), que vem sendo bem elogiado pelos amantes do skincare.

 Despigmentantes leves e/ou alternativos

1. Pigmentclar Serum (disponível também aqui):

Esse uniformiza a pele, hidrata, reduz imperfeições.

Em minha opinião o custo-benefício para quem tem melasma é excelente porque é um produto multifuncional certamente mais eficaz que o serum da Shiseido, que é bastante caro.

Não deve ser associado a Hidroquinona, salvo se houver indicação médica.

Só vale a pena usar se você já tem uma boa rotina de fotoproteção, do contrário poderá jogar dinheiro fora.

Contém ingredientes sabidamente eficazes no controle das manchas  e pode ser comprado sem receita médica.

Se o melasma não melhorar com ele há outros bons frutos, como uniformização do tom da pele sadia e melhora da luminosidade.

Ele contém Niacinamida,  agentes botânicos com ação antioxidante, agentes hidratantes e outros despigmentantes.

Excelente opção para usar durante a pausa de despigmentantes mais fortes.

2. Sana Nameraka Soybean Isofrabon Medicated Whitening Cream

Não vi efeito no clareamento das manchas mas ele deixava a pele bem macia. Há inúmeros despigmentantes leves no mercado asiático mas de todos que testei acabei pegando amor apenas pelos da Shiseido.

3. Futura Biotech Clareador da Pele

Não consigo lembrar se gostei dele, mas resolvi deixar o registro porque contém ácido kójico, que é um bom despigmentante.

4. Papuless (disponível também aqui):

É a Niacinamida em gel.

Ajuda na manutenção da barreira da pele, na redução do aspecto amarelado da pele fotoenvelhecida, na redução da parte mais superficial das manchas e melhora o aspecto dos poros.

O efeito só é visível no médio para o longo prazo, só quem é persistente colhe bons frutos com ela, que reduz o transporte da melanina.

Gosto de usar no verão.

Hoje recomendo menos o Papuless porque há Niacinamida em outros produtos e o laboratório tem exagerado no preço.

5. Linha White Lucent Shiseido

É uma linha cara, então só indico para quem realmente (realmente mesmo) tem um orçamento folgado. Ela não é insubstituível.

Uso porque meu melasma está controlado e gosto muito da experiência sensorial do serum.

O Pigmentclar Serum é um bom exemplo de produto com preço inferior e mais ativo contra as manchas em si.

Meu produto favorito da linha é o White Lucent Illuminating Micro Spot Serum Facial, que recém voltei a colocar na rotina. Aplico pela manhã imediatamente antes da Vitamina C e do protetor solar Clear Stick UV da Shiseido SPF 50+ (compro também na Sephora ou na Beleza na Web).

Quando o serum acabar vou comprar o White Lucent Overnight [ Amazon || Beleza na Web ], que vem com 75ml.  São produtos diferentes, mas tenho impressão que a relação custo-benefício será melhor. Eu não usaria os dois ao mesmo tempo porque tenho buscado uma rotina mais enxuta.

Nunca fico sem o OnMakeup Spot Correting Serum SPF25 PA+++ — minha cor é a Natural Light (tb disponível aqui) — que é um corretivo em canetinha que contém os agentes despigmentantes da linha.

Gosto de usar a canetinha na área dos olhos e no topo das bochechas. Também não recomendo para quem tem orçamento apertado nem defendo que tenha efeito real sobre o melasma porque uso como maquiagem mesmo, por cima do protetor solar. Não espero que entregue efeito clareador, uso porque camuflha minhas manchas sem deixar aspecto rebocado e marca pouco a área dos olhos.

6. Ácido Tranexâmico Premium Milk Hadalabo

Uso diariamente assim que removo toda a maquiagem do dia. Atualmente aplico  em uma quantidade generosa (inclusive na área dos olhos) e vou descendo até o colo.

O custo-benefício é excelente, um frasco vem com 140mL, então equivale a uns três ou mais tubos de outros cremes.

É meu ácido tranexâmico favorito. Supostamente ajuda na manutenção do melasma, sobretudo naqueles onde há uma rede vascular mais pronunciada e auxilia na proteção da barreira da pele.

Coadjuvantes com vitamina C

Minha relação de amor e ódio com a Vitamina C demorou anos para ser curada porque praticamente todas que continham vitamina C pura me davam acne ou deixavam minha pele avermelhada.

Em um determinado ano — não me recordo exatamente — desisti de tentar manter uma vitamina C pura na rotina e isto só mudou agora em 2021, quando comecei a usar a  Vitamina C da Bisyou.

A Bisyou indica que seja usada uma vez ao dia, mas confesso que frequentemente aplico duas vezes (pela manhã e na rotina do fim do dia, algumas horas antes de aplicar a tretinoína).

A Vitamina C pura melhora o aspecto das minhas olheiras é dá uma refinada nos poros, mas pretendo mantê-la na rotina porque tenho usado maquiagem mais leve e um protetor solar menos “pesado” do que usava antes. Preciso da ação antioxidante mais forte proporcionada pelo produto.

Estou bem feliz com ela porque o veículo é siliconado e ela também funciona como primer. Só vou testar novamente outra Vitamina C se a da Bisyou estiver em falta ou se eu ganhar amostras grátis de outras.

Todas as vitaminas C da minha lista de produtos testados são excelentes.

1. Active C10 [ Amazon || Beleza na Web ]

Esta é uma que pretendo voltar a testar porque foi indicada pelo meu dermatologista anterior.

Ela me deu acnes super dolorosas na época que usei, o que ocorreu mais ou menos no mesmo período que precisei usar Roacutan.

Aproveitei o tubo todo na área dos olhos mas não recomprei.

2. Redermic C [ Amazon || Beleza na Web ]

Também me deu acne. Essa aproveitei no colo.

3. Serum 10 Skinceuticals [ Amazon || Beleza na Web ]

4. CE Ferulic Skinceuticals [ Amazon || Beleza na Web ]

As da Skinceuticals são muito famosas e amadas, mas não funcionam para mim.

Irritam muito a minha pele. Super eficazes, certamente, mas não penso em voltar a testar nenhuma.

5. Hydracid C20 

Essa usei por muito tempo, mas não contém vitamina C pura (ela contém um derivado).

Excelente. É super hidratante e ‘gordurosa’, pode ser bem incômoda para quem tem pele muito oleosa.

6. Lightful C Mac Creme Hidratante [ Beleza na Web ]

Usei potes e potes, só parei porque a distribuição começou a ficar irregular.

Nunca descobri se ela vai ou não ser descontinuada. Ela some, depois reaparece plena e bela.

Não pretendo recomprar.

7. Clair (Resveratrol, Arbutin, Kojico e Vitamina C) da Profuse 

Esse produto muito bom, fórmula bem honesta, multifuncional e desenhada só com ingredientes sabidamente eficazes .

Ótima opção para quem está com o melasma ainda escuro e precisa de um clareador mais ativo mas não quer ou não pode usar hidroquinona.

Como ocorre com todos os despigmentantes mais ativos, não é recomendado o uso contínuo. É preciso fazer pausas.

8. Loção MAC Lightful C [ Sephora || Beleza na Web ]

Lotion deliciosa, mas desapareceu do mercado.

9. Fórmula magistral com Ascorbil Palmitato de 10 a 20% e outras com vitamina C pura.

Este registro está aqui apenas para lembrar que testei várias vitaminas C manipuladas, tanto puras quanto derivadas.

Não me adaptei a nenhuma e costumo não recomendar.

10. Matiderm Vitamina C em Ampolas

Deu acne até no meu pensamento.

11. Vitamina C da Bisyou  

É a que está na minha rotina atual.

Outros coadjuvantes

Os produtos abaixo auxiliam na tolerância da pele ao tratamento e na manutenção do clareamento porque agem como antioxidantes e/ou como protetores da barreira epidérmica; alguns contém agentes botânicos com ação despigmentante e redutora dos processos inflamatórios.

Sem cuidar da barreira da pele o sucesso do tratamento é menos provável: você pode desistir do tratamento pelo desconforto ou até achar que a pele está com aspecto mais envelhecido ainda.

Certamente usei muitos outros, mas estes foram os que ficaram na lembrança.

1. AGE Interrupter Skinceuticals
[ Amazon || Beleza na Web ]

Caro, vale cada centavo, mas também só indico para quem tem muita folga no orçamento.

Usei por muitos anos, só suspendi de vez quando passei a usar a Tretinoína diariamente.

Planejo voltar a usá-lo quando estiver mais velha.

Por enquanto a minha regra é, se for para comprar creme facial super caro, que seja um White Lucent da Shiseido.

2. Papuless Gel
[ Amazon || Beleza na Web ]

A Niacinamida tem efeito coadjuvante no clareamento das manchas e auxilia na reparação da barreira da pele.

Como o Papuless subiu muito de preço e o gel não rende muito, acho muito mais vantajoso — para quem tem melasma— usar o Creme Antirrugas Cicatri-Correct L’Oréal Paris Revitalift Laser X3 (30mL).

3. MAC Strobe
[ Sephora || Beleza na Web ]

Hidratante com efeito iluminador, rico em antioxidantes, com efeito primer e delicioso de usar. O custo-benefício dele é muito bom.

Usei por muitos anos por baixo do protetor solar. Só não recompro porque já estou adaptada com a Vitamina C.

5. Cicaplast Baume Creme
[ Amazon || Beleza na Web || Panvel Farmácias ]

Este produto sempre foi fundamental para reparar e acalmar a minha pele. Nunca fico sem.

Testei outros, mas nenhum acalma minha pele como ele.

6. Lipikar Baume AP+
[ Amazon || Beleza na Web ]

Além de ser um excelente reparador da pele, contém Niacinamida e é bastante versátil, pode ser usado tanto no rosto quanto no corpo.

7. Óleo de Argan 100% da WNF

O Argan está aqui representando inúmeros óleos orgânicos, como a Manteiga de Karité da L’Occitane, que vira e mexe recomprava.

Depois de conhecer o Hipoglós transparente, que virou meu creminho gordo multifuncional (uso no topo do melasma, na região das olheiras, nas unhas, cotovelos, joelhos e até em irritações no couro cabeludo), parei de recomprar a manteiga de Karité.

Quando estou em casa de boas amo aplicar o Hipoglós transparente na olheira e no melasma. A região fica calma, macia, sem contar que a fórmula tem efeito despigmentante (ação do dexpantenol).

9. HA Intensifier Skinceuticals
[ Amazon || Beleza na Web ]

Sem palavras para este produto.

Se um dia a linha White Lucent sumir do mercado ou ficar estupidamente cara, volto para ele.

10.  MAC Prep + Prime Essential Oils 14mL

Nunca fico sem, adoro esse produto para misturar com bases e corretivos. Compro na loja física da MAC. Ele também amacia o melasma e tem ação antioxidante.

Meus antioxidantes de plantinhas

Como já me adaptei à Vitamina C pura, não tenho formulado  meus antioxidantes alternativos, mas vou deixar o registro das minhas fórmulas favoritas porque sei que muitas de vocês gostaram bastante delas.

Ambas são despigmentantes, hidratantes e antioxidantes; foram desenvolvidas para mim pela Dra Luciana Liberato, farmacêutica responsável pela Formule Farmácia.

1. Fórmula com ação predominantemente despigmentante — Licorice 2% + Niacinamida 4% + Ácido Azelaico 20% + Resveratrol 3% + Óleo de Argan 5% + Ácido Hialurônico 5% em Creme Oliva sem essência.

2. Fórmula com ação predominantemente antioxidante  — Melatonina 1%, Picnogenol 2%, Dexpantenol 5%, Niacinamida 4%, Licorice PT 3%, Camomila 3% em veículo acqua serum sem essência.

Produtos que não me beneficiaram ou produziram alguma reação desfavorável à época do uso

Todos eles são excelentes, mas na época em que usei não trouxeram benefício.

1. Hidroquinona a 2%

2. Clarifiant Serum Concentrado Clareador da RoC: possivelmente já descontinuado.

3. Fluido Clareador FPS30 da Eucerin

Muitas leitoras relataram uma boa melhora com este produto.

4. Advanced Pigment Corrector Skinceuticals

Sei que Skinceuticals é vida etc. Mas por algum motivo este produto não funcionou na minha pele.

5. Lumixyl Loção Cremosa Fluida Libbs

Nenhum efeito, zero mesmo.

6. Blancy TX Mantecorp

Produto excelente, vale muito a pena testar, principalmente se você tem vasinhos aparentes e o melasma ainda está bem pigmentado.

Na época que usei ele irritou minha pele e me deu acne.

7. Even Better Clinical Dark Spot Corrector Clinique

Para mim não valeu o custo. Minha pele simplesmente ignorava o produto.

8. Melani D La Roche

Usei na época em que o melasma estava mais grave. Não vimos efeito algum.

9. Clairial Protetor Solar FPS 50+ 

Este me promovia grande ardor em toda a face, e era muito gordo.

10. Fórmula magistral com 3% de Tranexâmico + associações (2015)

11. Fórmula magistral com 5% de Tranexâmico + associações (2016)

Nenhuma fórmula com tranexâmico funcionou para mim. Zero efeito. Adaptei-me com o da Hadalabo, que atualmente aplico após a última lavagem do rosto (horas antes de usar a tretinoína).

12. Derma Clássico Repair

13. Derma Clássico Renove

Os Derma Clássico, na minha impressão, ficavam sambando na minha pele.

14. Anti-Pigment Dual Serum Eucerin

Produto muito bem indicado atualmente, mas avermelhou muito a minha pele.  Considerando os relatos das leitoras, recomendo o uso mesmo não tendo sido bom para o meu caso

Outros despigmentantes com ação múltipla

São produtos excelentes para o manejo do melasma que ainda está escuro porque ajudam a evitar recaídas, podem produzir um efeito rápido em peles virgens de tratamento e funcionam como alternativa para pessoas que tem alergia ou medo de usar Hidroquinona.

Eles também ajudam no controle da hiperpigmentação pós-inflamatória e previnem manchas por espinhas, que vira e mexe nos aparecem.

Não sei se todos ainda estão no mercado hoje.

1. Biomedic Pigment Control

2. Clairial C10

3. D-Blanc Clareador da Dermatus

4. Pigment Lightening Gel Neostrata

5. Azelan Creme

6. Demelan

7. Kiaritá

8 Klassis

9. Hidroquin Forte Gel Sesderma

Despigmentantes que mostraram maior maior eficácia para a parte mais profunda do meu melasma

Nesta categoria todos funcionaram bem no meu caso.

Com exceção do Azelan, que é um medicamento de venda livre, os outros exigem acompanhamento médico mais rigoroso.

Lembre do que falei acima: é melhor não tratar do que tratar errado.

1. Fórmula tríplice (medicamento – Hidroquinona + Tretinoína + Fluocinolona acetonida) com concentrações determinadas pelo dermatologista.

2. Hidroquinona (medicamento), com concentração e posologia determinada pelo dermatologista.

3. Fórmula manipulada de Hidroquinona + Tretinoína + Niacinamida.

4. Azelan (medicamento de venda livre, mas deve ser usado, preferencialmente, com orientação médica).

5. D Blanc Minipeel Dermatus (Alfa Arbutin, Ácido Lático, Ácido Mandélico, Ácido Kójico Encapsulado e Retinol): Peeling para uso doméstico sob prescrição médica.  Foi um dos produtos que reduziu o aspecto preto em uma das recidivas do meu melasma.

6. D-Blanc Rollon clareador Dermatus (ácido glicólio, arbutin, licorice): Para uso pontual, sob orientação médica.

7. Glyquin XM (medicamento): alternativa de prescrição para quem não tolera a fórmula tríplice clássica.

Ufa, que lista gigante!

Se você lembrar de algo que usei, mostrei, mas não listei aqui, puxa minha orelha.

Beijos!

 

 

 

 

 

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Meire, como o seu melasma clareou?

Por @meire_md

Tenho melasma há quinze anos e há doze compartilho minhas experiências com vocês, principalmente as relacionadas a cosméticos e protetores solares.

Na Classificação Internacional de Doenças, o Melasma figura como Cloasma e seu CID é L81.1. Trata-se de um transtorno de pigmentação da pele muito comum no Brasil cuja causa é  multifatorial e envolve questões genéticas e ambientais.

O melasma ou cloasma tem um subtipo especial, que é o gravídico, condição que, em uma parcela considerável das mulheres, pode desaparecer completamente mesmo que nenhum tratamento seja efetuado.

As mulheres com esse tipo de melasma são muito usadas em fotos de antes e depois por profissionais mal intencionados e que assim esperam comprovar que seu método revolucionário cura o melasma.

Como boa parte dos melasmas, o meu é recalcitrante. Isso significa dizer que não tem cura, tem apenas controle. O meu segue sem recaídas importantes há anos mas eventualmente há algum escurecimento.

Minha rotina atual de tratamento está bem simples; caso você queira ler ou reler o post, ele está aqui.

O medicamento que uso é a Tretinoína.

Sempre escolho associar o medicamento a cosméticos que contenham agentes antioxidantes com efeito despigmentante e ação anti-inflamatória, então sigo bem satisfeita com a dupla Ácido Tranexâmico da Hadalabo e Vitamina C da Bisyou.

Toda vez que alguém  me pergunta como meu melasma clareou penso em escrever este post, então vem comigo.

Não há atalhos nem milagres.

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A História do meu Melasma

Até os 21 anos tive uma exposição solar pesada, com direito ao  choro e ranger de dentes durante o verões natalenses e suas esperadas bolhas por queimaduras solares sempre tratadas com gel de aloe vera ou alguma outra pastinha fitoterápica.

Quando paguei Dermatologia parei de me expor fortemente ao sol, mas a fotoproteção do dia a dia era bem xexelenta.

Por orientação do meu querido professor Dr. Pedro Trindade, comecei a usar retinol associado ao ácido glicólico por volta dos 22 anos de idade.  Obrigada, professor.

Alguns anos antes do diagnóstico do Melasma — não sei precisar — a minha fotoproteção se resumia a um tico da base Teint Idole da Lâncome (disponível tb na Sephora) selada com outro tico das bases em pó da Shiseido ( disponível na Sephora) ou da Dior e blush chinelada.

Aliás, acho que parte do bom aspecto da minha pele pode ser atribuída ao blush chinelada, pois os pigmentos protegem a pele contra a luz solar. Os meus favoritos são os da linha Mineralize da MAC.

Em 2005  comecei a usar a tretinoína, alternando-a com retinol e eventualmente ácido glicólico. Naquela época eu tinha a pele tipicamente oleosa, amava rotinas lotadas de produtos e usava tudo ao mesmo tempo.

Em 2006 comecei a  me expor mais ao sol porque viajava três vezes por semana para o interior. Não deu outra, a conta chegou.

O melasma eclodiu e ao exame o meu então dermatologista percebeu o componente vascular e indicou tratamento com LIP (luz intensa pulsada).

Fiz o procedimento em 2007.

O meu rosto piorou de um jeito inacreditável. As manchas ficaram pretas e aumentaram em extensão, pegando toda a testa, as bochechas e as regiões mandibulares.

A costumeira maquiagem leve foi substituída pela camuflagem médica, que aprendi a fazer com a  base Dermablend e o pó fixador Dermablend (o pó uso até hoje).

O lado bom é que achei muito divertido testar dezenas de cosméticos, bases, corretivos, blushes e pós.  Virou hobby.

Por volta de 2007 ou 2008 consegui criar uma rotina menos pior de fotoproteção. Lembro bem do Minesol da ROC, de um protetor cremoso da Melora e das roupas de fotoproteção largadas no carro.

Até 2009 as manchas clarearam um pouco, o preto foi substituído por um marrom acastanhado a vinhoso (por causa da rede de vasos) e o quadro ficou estabilizado no topo da testa + ponto mais alto das bochechas.

Foi assim, testando dezenas de cosméticos e protetores solares, que o antigo Salada Médica— que funcionou de 2009 a 2013 — nasceu.

O Pedro deixou um comentário, ficamos amigos e no início de 2010 ele me mandou uma caixa com protetores asiáticos de diversas marcas.

Com os protetores asiáticos consegui montar uma rotina de fotoproteção ninja e o tratamento começou a funcionar de uma forma inacreditavelmente rápida.

A cada dia que eu olhava pro meu rosto a pele parecia melhor, mas as recaídas eram frequentes. Lembro que até o secador de cabelos ligado no quente fazia meu melasma escurecer.

Os ciclos de alguma melhora e importante piora se repetiram por pelo menos dois anos. Do nada, o rosto voltava a ficar bastante escuro.

Esse padrão só foi quebrado em 2012 ou 2013, quando comecei a usar os protetores 100% minerais.

As manchas começaram a esmaecer e ficaram em uma pequena parte da testa e bem no topo das bochechas, mas ainda era acastanhadas a vinhosas.

O que aconteceu no décimo ano de tratamento

Até meados de 2016 eu usava a Tretinoína alternada com Retinol e aplicava os despigmentantes da vez — usei praticamente tudo que tinha no mercado —de modo rotineiro.

Por esta época eu já havia assumido, coisa que ocorreu muito naturalmente, um comportamento mais minimalista. Quando dei por mim, já estava criando rotinas mais enxutas.

(Eu não planejo muito as rotinas, elas acontecem. Depois que estão montadas e estou repetindo regularmente os mesmos passos, vou compartilhando com vocês).

Minha dermatologista achou que a textura da minha pele estava muito  boa e era hora de voltar a tentar a Hidroquinona (medicamento) para remover a pigmentação mais profunda.

Ai sim, vi algo mágico acontecer.

Usei o medicamento por cerca de dois anos —fizemos uma dose de ataque seguida por um desmame controlado e posteriormente uma dose de manutenção semanal bem baixa — e permaneço desde então sem recaídas importantes, mesmo com a rotina minimalista.

Dada a resistência do meu melasma — cada caso é um caso — o plano da minha dermatologista era deixar uma aplicação semanal de Hidroquinona por tempo indeterminado (acompanhando sempre), mas, considerando o longo tempo de acalmia e o fato de me fotoproteger corretamente, resolvi arriscar e a exclui da minha rotina.

Substitui a Hidroquinona pelo Shiseido White Lucent Illuminating micro-spot serum  ( disponível também na Sephora Beleza na Web ), usei três frascos e estou com o último aberto, alternando com o clareador da Hadalabo que rende muito, hidrata bem e uniformiza o tom de pele por um valor bem inferior ao produto da Shiseido (a diferença principal deles é que o da Shiseido tem absorção mais rápida e deixa a textura da pele mais aveludada, mas ambos acalmam o melasma e reduzem o aspecto vermelho da pele).

Fotoproteção e tempo, portanto, foram os principais ingredientes.

O que a  hidroquinona fez, afinal? Ela acelerou a depuração do resto do pigmento que estava na parte mais profunda da pele.

Nossa programação é que eu só volte a usar a hidroquinona caso o melasma fique enfurecido e escureça de uma forma que a rotina atual não dê conta.

Vamos agora aos meus conselhos para quem deseja tratar o melasma.

É melhor não tratar do que tratar errado

Se você me pedisse um conselho eu diria que não comece a usar medicamentos para o melasma, sobretudo aqueles com ação esfoliante química ou os despigmentantes mais “fortes”, quando ainda não está habituada à fotoproteção.

A fotoproteção é a base de tudo e ela consiste tanto no uso de protetor solar em quantidade correta como no uso de roupas, chapéus e sombrinhas que sejam feitos de materiais mais opacos, ou seja, que reduzam a passagem da luz solar.

Em tese qualquer roupa que não seja completamente transparente oferece alguma proteção.

Caso você opte por não tratar o Melasma, sugiro considerar a hipótese de estabelecer uma rotina mínima de proteção solar porque é importante prevenir o surgimento de lesões actínicas —além da questão estética podem ser pré-malignas — e câncer de pele.

É melhor não tratar do que viver frustrada

O segundo conselho que eu dou é: não sacrifique hábitos que para você e sua família sejam importantes.

Adapte-se. É melhor um melasma mais escuro e um novo ciclo de tratamento do que viver frustrada porque deixou de ir para a praia ou parou de fazer um esporte que ama.

Para mim sempre foi fácil, primeiro porque o tratamento acabou virando hobby, segundo que nunca gostei muito de praia. Quando criança e adolescente ia porque todo mundo ia, não questionava muito.

O fato é que não gosto de me expor ao sol. Acho o calor desconfortável, acho dolorido, não gosto da pele pegajosa, enfim.

Não permita que ninguém exija que você sacrifique o que não quer sacrificar. A escolha tem que ser sua.

A Fotoproteção é um conjunto de estratégias

Simplifique-se.

Se você sai para dar um passeio usando uma camisa jeans de mangas longas está protegendo parte do seu corpo de forma muito eficiente, mesmo que o tecido não tenha um tratamento especial contra raios UV.

As roupas de proteção UV tendem a ser mais fresquinhas porque não precisam ter uma trama pesada para bloquear a luz, como  ocorre com uma roupa comum.

Elas são muito úteis para quem faz esportes, trabalha a céu aberto ou se expõe ao sol durante o deslocamento para o trabalho, por exemplo, porque nos fazem economizar tempo (e dinheiro porque o corpo consome muito protetor solar!).

O melhor protetor solar é o que você consegue usar todos os dias e para isso o produto precisa caber no seu orçamento, já que é fundamental usá-lo em abundância.

Não complique o que é simples usando seringas, copos-medida ou outras manobras.

Para os protetores líquidos e considerando o rosto, duas a três boas camadas são suficientes; já para os bastões, orienta-se oito passadas por área a ser protegida — quatro indo e quatro voltando. Fechou, é simples assim mesmo.

Se você está na praia ou local similar,  reaplique em abundância com uma frequência maior, hidrate-se adequadamente e use roupas de proteção solar sempre que possível. A área protegida pelas roupas, desde que de proteção solar ou com tecido de trama fechada, nem precisa receber produto. Economia de tempo e dinheiro, lembrem.

O uso de maquiagem ou a aplicação de um protetor com cor por cima do protetor “branco” parece ser muito importante para quem tem melasma porque os óxidos de ferro que compõem os pigmentos atuam como uma barreira física contra a luz visível, que em tese pode agravar as manchas.

Minha base favorita é a Studio Fix Fluid da MAC (uso a cor NC12). Gosto dela porque é muito versátil, aceita ser diluída tanto com hidratante quanto com óleo facial,  fica boa de qualquer jeito e quanto mais a uso, mais aprendo a lidar com ela. Não é a toa que esta base está na maleta de muitos maquiadores. Costumo produzir uma camada fina em todo rosto e aplicar um reforço nas regiões do melasma.

Além do reforço contra o dano solar, a maquiagem atua como uma camuflagem que melhora a aparência da pele, caso isso seja importante para você.

Dependendo de sua rotina, pode ser preciso lavar o rosto ao meio-dia para reaplicar o produto ou reaplicá-lo por cima da maquiagem ou fazer como eu, que trabalho em local fechado, faço: mantenho a maquiagem íntegra retocando-a com base em pó quando acho necessário.

Uso a base Studio Fix Powder da MAC mas bons pós compactos com cor, como o Fit Me da Maybelline, funcionam muito bem.

Até chegar à rotina de fotoproteção super prática que tenho hoje testei dezenas de produtos. Alguns ficaram em minha rotina por meses mas muitos foram aproveitados no corpo porque eu não conseguia usar no rosto na quantidade correta.

Sugiro que você comece testando protetores solares que sejam fáceis de comprar pela internet ou perto de sua casa. Dos mais baratos acho que vale muito a pena testar o Protetor Solar Facial Toque Seco Nivea Sun, que tem um preço excelente e parece se adaptar a vários tipos de pele.

Caso o protetor da vez funcione para você, aproveite-o no pescoço,  no colo e até no corpo.

Uma pergunta comum é: como sei que a proteção solar está funcionando?

Quando a cara se aproxima da cor da bunda

A cor natural da nossa pele é exatamente aquela que  sempre esteve protegida por roupas, como a pele das mamas ou a pele da área da calcinha do biquíni.

Se você não costuma tomar sol nua, em algum lugar do seu corpo há pele sem fotodano. Essa é a sua cor natural, em todo resto há dano solar.

Bebês não nascem com a cor do rosto diferente da cor do corpo. Isso é adquirido por dano solar.

Se você tomou muito sol no rosto durante a infância e adolescência (meu caso) é pouco provável que, mesmo desbronzeada, seu rosto fique tão claro quanto a sua bunda ou o seu pescoço, e o mesmo ocorre com qualquer parte do corpo.  A região com fotodano pode assumir um tom mais amarelado ou mais rosado do que a pele sadia.

Tomei muito sol no rosto, no colo e nos braços porque andava muito a pé usando camiseta, então minhas rotinas focam bem nestas regiões.

Mesmo sem tomar sol há anos, os meus braços são levemente mais escuros que minhas coxas e meu rosto é levemente mais escuro que meu pescoço. Vamos repetir? Isso ocorre em razão do fotoenvelhecimento.

Em suma, se sua pele desbronzear e se mantiver desbronzeada até o limite possível — couro curtido não clareia completamente—, a proteção está sendo eficiente.

Conhecer a sua pele e acompanhar a evolução da proteção solar é fundamental.

Meire, quais são os seus protetores solares favoritos?

A louca dos bastões

Para a fotoproteção do rosto tenho usado apenas o Clear Stick UV da Shiseido SPF 50+ (compro também na Sephora ou na Beleza na Web, vou pesquisando o melhor preço) porque ele já hidrata a minha pele e tem Licorice, uma plantinha anti-inflamatória que também ajuda na manutenção do melasma.

Após os passos iniciais da rotina diurna aplico umas dez vezes por área a ser protegida, arrumo com os dedos e pronto, já parto para maquiagem. Ele me faz economizar um tempo enorme pela manhã.

Só não indico esse produto com mais emoção porque muitas pessoas certamente não gostam dele, muito embora eu já venha recebendo muitas mensagens de pessoas que sucumbiram a essa maravilhosidade. Prometo que faço um post mais detalhado explicando exatamente como uso.

Se você quiser testar um bastão facial  mais sequinho, indico o  5km da Pink Cheeks.

Para a fotoproteção do corpo tenho usado o Bioré UV Perfect Milk, mas assim que meu estoque acabar vou voltar para o Bastão Shield da Pink Cheeks, que já recomprei.

Quem tem melasma precisa usar Vitamina D?

Depende.

Se eu não tomar suplemento de Vitamina D eu fico com deficiência porque não tomo sol nem no rosto nem no corpo e em casa usamos cortinas que impedem a entrada de raios solares.

Cada caso é um caso. É possível que boa parte das pessoas que usa protetor solar regularmente não precise de suplementação.

Compro na Amazon. Uso a Vitamina D da Healthy Origins ou da Now.

Então, meninas, quando alguém me perguntar como o meu melasma clareou, já tenho um post de referência.

Beijos,

Meire

 

 

 

 

 

 

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Como evitar o envelhecimento precoce das mãos

Por @meire_md

Por ser médica (e ligeiramente obsessiva com limpeza) sempre tive o hábito de lavar as mãos frequentemente, o que significa dizer que tenho tendência a denotá-las.

O uso repetido de álcool gel só piorou a situação, o que me fez modificar um pouco a rotina de prevenção do envelhecimento precoce das mãos.

Durante os últimos meses testei alguns sabonetes líquidos até chegar naquele que tem sido perfeito para o meu momento.

O que eu buscava?

Um sabonete líquido com fragrância verde e calmante, que rendesse muito, que fosse barato, que tivesse refil e que não piorasse o ressecamento proveniente das limpezas frequentes.

Por ter asma e muita sensibilidade com perfumes, sou bem chata com fragrâncias, tanto que os únicos “perfumes” que uso são o Verbena da L’Occitane e a Lavanda Jonhson’s.

A fragrância favorita da minha vida é a Verbena (tanto que tenho a planta tatuada no meu antebraço), mas o sabonete líquido da L’Occitane não é adequado para um uso tão repetido e, mesmo que fosse, não seria a minha escolha para usar no trabalho porque não é baratinho.

Para a minha sorte, uma fragrância que considero calmante e não enjoativa  é também barata e bem fácil de achar: erva-doce.

Sabonete Líquido Glicerina erva-doce Granado

amazon.com.br

Este sabonete líquido é formulado com base vegetal suave e contém o extrato natural de erva-doce.

As mãos ficam ligeiramente perfumadas, limpas e sem qualquer sensação de repuxamento.

O rendimento é excelente: uma potoquinha faz bastante espuma e limpa muito bem.

Suavidade e tempo, sempre.

Lavar as mãos sem pressa, limpando os espaços entre os dedos sem esquecer o polegar, o dorso das mãos e os punhos é bastante importante.

Acabei resolvendo usar o Sabonete Líquido Glicerina erva-doce em casa também, inclusive no banho.

O cheirinho é tão bom!

Experimentem e depois me contem.

Aplicando produtos “anti-idade” nas mãos

Eu pego o restinho de alguns produtos que aplico no rosto e passo no dorso das mãos.

Quem nunca?

Antes de começar a me arrumar para sair (fico pronta rapidíssimo), aplico o Neostrata Triple Firming Neck Cream no pescoço, colo e dorso das mãos e na hora em que aplico a  Vitamina C da Bisyou no  rosto (*), já reservo um tiquinho para espalhar no dorso das mãos.

Cerca de duas vezes por semana aplico tretinoína tanto no dorso das mãos quanto no antebraço.

(*) O Blog da Monique tem um cupom de 10% de desconto -> NIQUE10 

Rotina de fotoproteção das mãos

Como tenho a pele um pouco clara (Fototipo III) e moro em uma cidade muito ensolarada, não há como pensar em cuidar das mãos sem incluir a proteção solar — caso você queira evitar envelhecimento precoce, claro.

Como a lavagem frequente das mãos remove o protetor solar, aplico a proteção antes dos trajetos de ida/volta e também deixo uma camisa de tecido com proteção solar dentro do carro para cobrir as mãos caso julgue necessário.

Protetores Solares que uso nas mãos

Assim que estou com pescoço, colo e dorso das mãos hidratado com o produto da Neostrata, aplico o  Bioré UV Perfect Milk nas mesmas regiões. Assim, o protetor vai secando enquanto ainda não estou vestida e não suja a minha roupa.

📍Neste post onde mostro o Neostrata Triple Firming Neck Cream dou dicas de opções mais baratas para cuidar do pescoço e colo, confere lá!

O Bioré Milk seca super rápido no corpo, mas se você costuma usar blusas sem manga ele não é a melhor opção porque os frascos são pequenos, o uso deve ser abundante e o custo consequentemente acaba sendo alto.

Assim que meu estoque acabar vou voltar a usar o Shield Bastão da Pink Cheeks, que vem com 45 gramas e rende muito mais.

(Sou mesmo a louca do bastão, o que uso no rosto é o Protetor Solar em Bastão Shiseido Clear Stick UV .Praticidade é meu segundo nome.)

Quando estou voltando para casa aplico o protetor solar Pink Stick 5km (o branco): basta dar ali umas 8 passadas rapidinho, ajeitar com os dedos e fechou. Gosto dele para carregar na bolsa porque a embalagem é pequena mas quando ele acabar vou arrumar um cantinho na bolsa para levar o Shield Bastão da Pink Cheeks porque quero reduzir o número de produtos a repor.

Repeteco: Para usar protetor solar em bastão basta dar 8 passadas (quatro indo e quatro voltando) por área a ser protegida e depois arrumar o produto com os dedos com os dedos.  Para quem é prática, minimalista e gosta de se arrumar para sair em um piscar de olhos não conheço formato melhor.

📍 Bioré UV Perfect Milk, Protetor Solar em Bastão Shiseido Clear, Stick UV Pink Stick  e  Shield Bastão da Pink Cheeks também estão disponíveis em Beleza na Web.

Hidratando as mãos

Não gosto de aplicar hidratantes nas mãos quando estou fora de casa, tanto que já deixei de carregá-los comigo. Não adianta, não uso mesmo que a mão esteja em estado deplorável.

Em casa é outra história. Aplico a Loção Hidratante Cetaphil nas mãos (esta versão que está na foto) pelo menos três vezes ao dia.

Gosto de aplicá-la logo após os banhos e enquanto estou vendo séries — coisa que faço todos os dias com Igor. Demorei a me habituar, mas agora faço isso automaticamente.

Mantenho um tubinho de Hipoglós transparente ao lado da cama para aplicar na área dos olhos, lábios, cutículas e dorso das mãos quando acho necessário; é importante lembrar que ele tem ação despigmentante (pelo dexpantenol), o que pode melhorar o aspecto dos cotovelos, joelhos e tornozelos.

Obs.: Não removo as cutículas e mantenho as unhas das mãos e  pés sempre curtinhas.

Em suma, minha rotina para prevenir o envelhecimento precoce das mãos envolve higiene suave, hidratação sem perfume, uso de produtos que teoricamente podem proteger o colágeno e a proteção solar.

Acredito que está dando certo.

Coisas extras:

Falando em erva-doce…

amazon.com.br

Ando apegada ao banho com o sabonetinho em barra Daily Care Erva Doce da Jonhson’s.

Mesmo quando estou nas fases de usar sabonete líquido no banho, uso os em barra em algum momento. Não sei vocês, mas para higiene da região axilar, costas e pés eu prefiro sabonete em barra (vai entender).

Separei um frasco do Sabonete de Glicerina líquido erva-doce da Granado para essa associação no banho.

Muito gostoso

Meu álcool gel favorito

Prefiro álcool gel que não tenha perfume. Dentre eles, há muitos no mercado que são grossos e esfarelam.

O Becker é  bem fluido, seca rápido e deixa uma película protetora suave e confortável para quem está trabalhando com papéis.

Voltando ao tema do post:

Como você tem cuidado das suas mãos? Tem usado protetor solar?

Beijos,

Meire

 

 

 

 

 

 

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O Nazista e o Psiquiatra | Jack El-Hai

Vídeo com um dos episódios de ‘Criminal Man’, série de TV baseada nos estudos do sobre criminologia realizados pelo célebre psiquiatra californiano Dr Kelley

Por @meire_md

“O nazista era divertido, carismático, com bons modos e culto. Essas qualidades admiráveis, contudo, não impediam que o psiquiatra visse a maldade inata de Göring.
Kelley estava intrigado com sua habilidade de executar medidas, não importando quão brutais.”

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O Nazista e o Psiquiatra’ é um livro fascinante para quem, como eu, gosta de história da medicina, de história da maldade e de conhecer mais sobre a biografia de pessoas que deixaram alguma marca, boa ou ruim, no mundo.

Jack El-Hai, também autor de ‘The Lobotomist: A Maverick Medical Genius and His Tragic Quest to Rid the World of Mental Illness’, é um jornalista americano brilhante cujo livro ‘The Lost Brothers: A Family’s Decades-Long Search’ foi recém premiado pela American Society of Journalists and Authors.

“Eu assumi a responsabilidade de examinar os padrões da personalidade daqueles homens e, até certo ponto, as técnicas que eles empregaram para vencer e manter o (Dr. Kelley)

O psiquiatra apresentado no livro é o Major americano Douglas McGlashan Kelley (1912-1958), um homem de alto rendimento e herdeiro da personalidade obsessiva da abastada família materna.

Kelley foi um idealizadores de ‘The Rorschach Technique‘ e serviu ao Exército na II Guerra Mundial, onde adquiriu experiência com recuperação de traumas psicológicos de Guerra. Além deste histórico, foi um dos pioneiros na aplicação da Terapia de Grupo.

Várias biografias em uma só

O médico é uma figura muito mais complexa do que os vinte e dois genocidas que estiveram sob seus cuidados durante os preparativos e fases iniciais dos Julgamentos de Nuremberg, cidade tipicamente fascista e que costumava não só sediar congressos nazistas como a dar suporte a qualquer ato que negasse direitos humanos a Judeus.

Todas as observações levantadas por ele, mesmo aquelas que com o conhecimento que temos hoje parecem extremamente lógicas, são particularmente ricas.

Consternado, Kelley chegou à conclusão que aqueles nazistas não tinham nada de diferente. Eles não tinham uma mente especial, eram homens tão manipuladores e com tanta sede de poder quanto quaisquer outros facilmente encontrados no meio político mundo afora: em qualquer tempo ou lugar o nazismo e o fascismo, ou coisas tão cruéis quanto, poderiam voltar a florescer.

E isso foi, para ele, algo desestabilizador.

Lição de Humanização

“Com menos autoridade apenas do que Hitler, Göring oficialmente se tornou o sucessor designado do Führer em 1935”

A relação médico-paciente desenvolvida por Dr. Kelley junto ao ultranacionalista e antissemita Hermann Göring (1893-1946), chefe da Força Aérea do III Reich e pessoa envolvida diretamente na criação da Gestapo e dos campos de concentração — um psicopata típico que não se importaria em assassinar metade da população mundial para conseguir apoio da outra metade e desleal o suficiente para mandar assassinar o melhor amigo —, é uma verdadeira lição de humanização da Medicina.

Uma das atitudes de Kelley foi solicitar que o Tribunal providenciasse cadeiras mais confortáveis para os réus, quase todos idosos.

Kelley, que não era propriamente uma pessoa livre de  problemas psicológicos, conseguiu se desvencilhar do horror promovido pela certeza da culpa de Göring e tratá-lo da obesidade da dependência química de modo muito gentil.

Extremistas monotemáticos

“O psiquiatra se espantava com a mente monomaníaca de Rosenberg, que era capaz de transformar uma conversa a respeito de qualquer tema em um discurso sobre a pureza racial.” (Atitude comum de muitos extremistas, tanto de direita quanto de esquerda, ao atribuírem todo o mal contra o qual lutam a uma pessoa ou a um grupo em particular)

Dentre os vinte e dois nazistas atendidos por Kelley, sujeitos com idades variando entre 38 e 72 anos, estavam:

  • Alfred Roseberg, filósofo nazista e conselheiro de Hitler;
  • o pútrido antissemita Julius Streicher —que além de utilizar sua influência como jornalista para propagar as crenças nazistas, era sádico, estuprador e um grande colecionador de pornografia;
  • Hess, um simulador de amnésia que ludibriou inúmeras autoridades e especialistas.

O Julgamento

“Foram necessárias semanas de trabalho para a promotoria reparar os estragos e tirar o brilho da personalidade de Göring”

O Julgamento de Nuremberg, descrito no livro em poucos pormenores, foi emocionalmente exaustivo e estendeu-se por impensáveis 218 dias.

Enquanto eram exibidos filmes dos campos de concentração, crematórios e corpos empilhados, soluços sofridos e gritos abafados emergiam da galeria dos espectadores.

A mera imaginação do choque que aquelas pessoas tiveram me levou às lágrimas. As imagens foram tão dilacerantes para os presentes que dois dos acusados apresentaram franco descontrole emocional, pois sabiam que as provas contra eles eram irrefutáveis.

A vida depois de Nuremberg

Kelley levou a experiência de Nuremberg para casa. O restante de sua trágica biografia, cuja leitura recomendo fortemente,  comprova isso.

Ele chegou a publicar um livro,  ’22 cells in Nuremberg’ [22 celas em Nuremberg], deu inúmeras palestras, fez aparições em TV e rapidamente tornou-se um famoso criminologista, aplicando sua experiência em muitos crimes cometidos na região e prestando trabalhos de consultoria em várias partes do mundo.

Em suas palestras Kelley instava os clientes a se recusarem a votar em ‘qualquer candidato que fizesse “capital político” da raça e das crenças religiosas de qualquer grupo, ou se referissem direta ou indiretamente ao sangue, à herança ou à moral dos oponentes‘.

A preocupação em criar cidadãos empáticos e atentos aos perigos do mundo transferiu-se para a criação de seus filhos, que findou sendo tão severa e inflexível quanto sua própria personalidade.

Afora toda a riqueza do livro, que em menos de 400 páginas trouxe tanta informação, você se depara com um texto muito bem escrito, sensível e, por vezes, até poético.

Beijos,
Meire

*Sete dos nazistas condenados (Hess, Funk, Dönitz, Raeder, Schirach, Speer e Neurath) receberam sentenças de prisão que variaram de 10 anos a prisão perpétua. Os demais, incluindo Martin Bormann, julgado in absentia, foram condenados à morte.

Os condenados à morte por enforcamento foram Göring, Rosenberg, Streicher, Ribbentrop, Jodl, Keitel, Kaltenbrunner, Frank, Frick, Seyss-Inquart e Sauckel.

Para evitar adoração de seus túmulos, todos os corpos foram levados para os crematórios do campo de concentração de Dachau e após incinerados, suas cinzas foram desprezadas em um rio.

Que essa história nunca mais se repita.

 

 

 

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Dieta de uma Chocólatra em processo de emagrecimento

Por @meire_md

Fui uma adolescente muito magra, permaneci magra por muitos anos e ultrapassei a barreira dos 30 e tantos certa de que nunca engordaria.

Ledo engano. Eu era magra porque estava doente.

Em 2011 recebi o diagnóstico de Doença Celíaca, removi o glúten da dieta, meu intestino se recuperou e passei a absorver melhor os nutrientes.

Resultado: engordei bastante, principalmente nos dois primeiros anos.

Embora nunca tenha sido classificada como obesa, no início de 2020 eu cheguei ao meu maior peso. O aumento me assustou um pouco porque na minha família há muitos casos de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares.

Em 02/07/2020 fiz novas mudanças nos hábitos alimentares — uma delas foi praticamente excluir o açúcar refinado — perdi alguns quilos mas permaneço em um desconfortável quadro estabilizado.

Sigo focada na reeducação alimentar, o que tem sido mais fácil que eu esperava.

Faço atividade física, porém em quantidade e intensidade que não estão se mostrando suficientes para melhorar minha composição corporal.

Em suma, parar de ganhar peso foi o máximo que consegui até o momento, mas considerando o quão pouco me exercito, acredito que estou no lucro.

Coisinhas que me ajudam a manter a dieta

Eu gosto de chocolate 🍫 .

Para me auxiliar a manter a dieta e conseguir ficar longe da Nutella e das barras de chocolate, fui testando alternativas até chegar numa rotina que deu muito certo.

Eu sei que comida de verdade é melhor, mas para uma chocólatra que gosta de praticidade, a mãozinha da indústria alimentícia tem sido essencial.

Entre comer chocolate engordurado e açucarado ou não comer, escolhi a coluna do meio.

Equilíbrio é tudo.

Bóra conhecer meus ‘chocolates’.

1. Supino Protein Chocolate

* disponível aqui (se você tem assinatura Amazon Prime nem paga pelo frete)

O Supino Protein Chocolate foi meu achado do ano porque eu queria uma barrinha proteica sem glúten, com chocolate e sem açúcar.

Na primeira vez que comi achei a barra esquisita e meio borrachuda. Mas como pediatra que fui, sei que precisamos nos expor aos alimentos algumas vezes antes de dar um veredito. Lá pela sexta ou sétima barrinha o meu paladar se adaptou e hoje acho gostosinha. Deliciosa não é, nem é gostóoosa. É gostosinha.

Cada unidade tem 10g de proteína e ela é apresentada em embalagens com 03 ou com 12 unidades. No link do produto tem a imagem com os ingredientes.

Outros sabores disponíveis são: Cappuccino, Coco, Amendoim e Caramelo mas não experimentei nenhum deles ainda (quero o amendoim).

Observação: Tenho intolerância a lactose (parcial) e para consumir esta barra não sinto necessidade de lactase. Se você for intolerante e quiser testar, compre a embalagem menor.

2. Leite Ninho Zero Lactose + Cacau em pó 100% Cacau

Compras de Supermercado na Amazon

Outra coisa que sinto muita falta é da Bebida Cremosa Chocollato 3 Corações que costumava tomar todas as tardes.

Chocolate quente… Ai, ai, ai. Parabenizem-me pela mudança. Decidi e parei subitamente, simples assim. Hoje tomo eventualmente, geralmente aos domingos.

O cacau a 100% é rico em antioxidantes e, como consumo associado a composto lácteo, mal lembro do chocollato.

Então a minha versão chocolate quente coluna do meio tem Ninho Zero Lactose (gostoso, cremoso e vitaminadooo), Cacau 100% em pó da Garoto e um envelopinho de Sucralose Linea.

3. Fazendo meu próprio picolé de banana com cacau

Mini Liquidificador Mega Fofo Individual

Não tem coisa mais fácil no mundo.

Adoro meu liquidificador individual Hamilton, que chamo de mini-liquidificador (ganhei no Natal do ano passado), porque é muito lindinho e funciona super bem para essas coisas rápidas.

Que tal um picolé que equivale a um sexto de um copo de vitamina de banana com chocolate, que não tem açúcar e que faz com que você esqueça de sorvetes, bolos e pudins?

Depois dele nunca mais comi qualquer tipo de doce ou bolo depois do almoço.

Para fazer os picolés basta colocar 250mL de iogurte natural ou coalhada natural, uma ou duas bananas, cacau a 100% e sucralose Linea, bater tudo e encher as forminhas de picolé.

amazon.com.br

Quando quero incrementar o sabor, coloco um pouco de geleia de Frutas Vermelhas Zero, a que estou usando agora é essa da Vitao, que é basicamente fruta sem adição de açúcares.

Com as quantidades que citei faço 6 picolés.

As minhas forminhas são essas:

Formas de picolé

A vantagem desses picolés nutritivos é que eles enganam.

Você pensa que está consumindo uma quantidade maior porque a comidinha demora mais a acabar.

Veja bem minha gente: para consumir o equivalente a um mero copo de vitamina de banana você terá que comer seis picolés.

Parabéns para mim. Isso tem sido muito maravilhoso, sério.

4. Coisas que estou consumindo cada vez menos, mas sempre tenho e não nego.

Cookies da Believe/Kalassi

O Kalassi Cracker (tem em vários sabores) é um biscoito salgado sem glúten e assado feito com arroz tailandês.

Quem não tem intolerância a glúten não entende a falta que um pãozinho ou um biscoitinho podem fazer na vida de um ser humano.

Gosto de ter o Kalassi em casa (cada pacote vem com 4 porções) para estes momentos ‘quero um café com biscoitos’.

Não vou recomprar o Belive Muffin Double Chocolate Sugar Free, mas achei interessante deixar o registro. Pode ser uma opção para quem gosta desse tipo de bolinho e não quer fazer um bolo maior em casa porque sabe que vai comer tudo.

O meu bolinho favorito é mais molhadinho. É o Belive Brownie Chocolate sem açúcar. Compro, peço para o Igor esconder e tento comer, no máximo, um por semana.

Antes de conhecer Supino Protein Chocolate, o Belive Cookies Double Chocolate era uma pedra no meu sapato.

Eu estava consumindo uma porção de cookies todos os dias e isso passou a me incomodar. Embora ele seja menos calórico que um cookie normal, tem pouca proteína.

Agora estou fazendo como faço com o Kalassi.

Saber que tenho biscoitos em casa é muito bom.

Quem é magro nunca vai saber

Para algumas pessoas basta uma gripe leve para perder peso. Para outras, emagrecer é um grande desafio.

Muitas, sobretudo as que gostam de fazer exercício físico, não compreendem o quão difícil pode ser para outras pessoas.

Costumo comparar com o hábito de ler, fundamental para a saúde do cérebro: para mim é fácil, é natural. Para outras pessoas, não. Para adquirir o hábito terão que se esforçar mais e isso vale para tudo na vida.

O que é quase automático para uns, pode ser uma barreira imensa para outros.

No meu caso, manter a dieta é muito mais fácil que manter um bom programa de exercícios físicos, para outras pessoa é muito mais fácil puxar ferro do que comer menos.

Sei que estou me esforçando mais do que outras pessoas julgam e também sei que preciso me esforçar mais.

Se eu conseguir, pelo menos, melhorar a minha composição corporal já estou satisfeita.

Um passo por vez.

Bônus: Alguns “equipamentos” que tenho para fazer exercícios em casa

Handgrip

Gosto de exercitar os antebraços enquanto estou vendo séries. Antes eu fazia isso com um pesinho pequeno, mas aí achei esse tal de Handgrip e amei.

Bola de Pilates (65cm)

Essa bola é imensa, poderia ser menor. Uso para exercitar a face interna das coxas. Ainda não consegui me equilibrar para fazer abdominais com ela. Chego lá.

TheraBand e Anel de Pilates

Uso diariamente há muito anos conforme orientação de uma fisioterapeuta. Mesmo que eu não esteja fazendo musculação certinho, faço exercícios para os ombros (manguito rotador) e face interna das coxas com estes “aparelhos”

Pesinhos diversos

Para exercitar bíceps e tríceps, tenho de 1 a 8 kg e uma anilha de 10 kg.

Beijos,

Meire

PS.: Aproveite para ler também: Vale a pena fazer compras de supermercado na internet?

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Como cuido das minhas acnes pontuais

Por @meire_md

Você já percebeu que tudo está indo muito bem com sua pele até o dia em que você fica sabendo que tem um evento importante para ir?

Pois é.  Uma espinha brota do nada.

É possível que isso aconteça por mero acaso, já que quando não temos eventos importantes não nos incomodamos com as espinhas que eventualmente surgem mas, por outro lado, não é absurdo pensar que o estresse funcione como um gatilho.

As espinhas que eventualmente surgem em meu queixo quase sempre parecem relacionadas a situações particularmente estressantes.

Calculo que eu tenha um mini surto de acne – uma a duas, no máximo três lesões – mais ou menos a cada três ou quatro meses.

O que me incomoda é que elas são doloridas e levam alguns dias para desaparecer.  Por outro lado, não deixam marcas nem manchas.

Como trato minhas acnes pontuais?

O que faço mais frequentemente é retornar à adolescência: uso gel secativo. Adoro.

Quando percebo que as espinhas vão “crescer”, uso um medicamento que contém peróxido de benzoíla associado ao adapaleno e um medicamento de prescrição médica com antibiótico, porém elas se apresentam mais frequentemente como um pequeno nódulo interno dolorido e avermelhado do tamanho de meio grão de arroz.

Gel secativo para espinha

Os meus favoritos são o da Neutrogena e o da Granado.

Os dois são de venda livre (não são medicamentos) e contém ácido salicílico.

É importante ressaltar que minha pele é bem resistente ao uso de ácidos tipo o salicílico e outros e que estes produtos podem promover irritação em peles sensíveis.

Um outro efeito favorável dos secativos em gel é sobre os comedões, que atualmente não tenho, mas já tive bastante.

Quando eu aplicava nos pontinhos pretos duas vezes ao dia eles se soltavam muito mais facilmente.

O efeito secativo destes produtos está relacionado às suas ações  anti-inflamatória e antibacteriana.

Se eu tivesse que escolher só um, escolheria o da Neutrogena porque ele é mais versátil e tem um preço melhor por mL.

Minha rotina cosmética em tempos de pele com acne

A rotina que vou expor abaixo não contém medicamentos e é indicada para acnes e espinhas eventuais.

A acne uma doença crônica que pode deixar sequelas —tanto físicas quanto emocionais— e requer tratamento com um médico dermatologista.

Os secativos que indico  não devem ser usados por quem tem alergia ao AAS e se sua pele é muito sensível ou se você está gestante, consulte um médico.

Vamos  começar do começo.

Higienizando a pele facial

Minha rotina de cuidados faciais é bem focada no controle do melasma.

Atualmente estou aplicando a tretinoína cerca de cinco vezes por semana e uso a Vitamina C da Bisyou duas vezes ao dia — não é assim que o fabricante recomenda, mas minha pele suporta & gosta — , por isso preciso manter uma rotina de limpeza eficaz porém bastante suave.

Quando estou com alguma espinha não suspendo a Vitamina C, mas suspendo a tretinoína e mudo a rotina de limpeza apenas no final do dia.

A Bisyou ofereceu um cupom de desconto para os nossos leitores, o NIQUE 10. Caso você utilize, a Monique (obrigada por manter meu blog funcionando, irmã) recebe uma pequena comissão. Vale também para a compra da nova Água Micelar com Água de Coco.

Limpeza facial matutina

Estando com a pele sensibilizada ou não, com acne ou não, tenho feito a limpeza facial matutina com Água Micelar  ou com a espuma Gokujyun Face Wash, da Hada Labo.

Sendo água micelar, espuma facial ou um simples sabonete Bebê Jonhson’s em barra (adoro lavar o rosto com sabonete de bebê), invisto no esquema suavidade e tempo: basta massagear o produto sem pressa para que todas as impurezas sejam sequestradas, dando atenção especial às áreas onde há acúmulo de oleosidade e surgimento de cravos. Para quê tanta pressa, jovem?

Quando a pele amanhece com aspecto oleoso costumo optar pela espuma; por mais que a água micelar limpe, é gostoso sentir a espuma agindo na face.  A Gokujyun  é hidratante, tem um bom preço, rende muito e limpa sem repuxar a pele.

As minhas águas micelares favoritas são a Bioderma Sensibio e a da Garnier.

Recebi de presente a Água Micelar Detox da Bisyou, mas não abri ainda porque gosto de manter no máximo duas abertas (depois farei um post específico comparando as três).

A Limpeza facial do final do dia

Começo a dupla limpeza da face na bancada e faço o segundo passo  no chuveiro.

Além das camadas de produtos que usamos rotineiramente — sobretudo protetor solar e maquiagem — no decorrer do dia a nossa pele fica exposta às impurezas que ela mesma excreta e às sujidades do ambiente.

É por isso que faço dupla limpeza mesmo que tenha passado o dia sem maquiagem. Isso pode parecer estranho, mas sinto que meus poros preferem assim.

No primeiro passo faço a massagem no rosto com óleo de limpeza, sem pressa. Uso vários.

O meu favorito da vida é o Cleanse Off Oil da MAC, mas nem sempre encontro nas lojas. Ele é fininho e deixa minha pele muito fresca.

Quando abri o último frasco da MAC, comecei a  me perguntar se recompraria ou não, daí acabei escolhendo um mais barato, o Gokujyun Cleasing Oil da Hada Labo, e estou tão satisfeita que já comprei outro.

O da Hada Labo tem a textura mais grossa e é mais ‘gordo’ que o da MAC, eles são bem diferentes. Acho que o Gokujyun  pode desagradar quem tem a  pele ultra oleosa, porém para mim (pele mista, com poros dilatados e tendendo a oleosidade na zona T) ele caiu perfeitamente porque depois que lavo o rosto sinto a pele muito limpa porém macia.

Sempre que julgo necessário faço esse primeiro passo da dupla limpeza com Óleo Jonhson’s Baby. Costumo usá-lo quando estou com muitas camadas de protetor e pó, ele derrete tudo e fazer a massagem facial com ele não me produz qualquer tipo de intolerância ou ardor, mesmo que caia nos olhos.

Faço a massagem sem pressa no rosto todo, depois removo todo o óleo  com papel macio. Para quem opta por usar óleo de bebê, é mais confortável remover o óleo mecanicamente antes de lavar o rosto, já que ele não é enxaguável.

Após a lavagem do rosto no chuveiro, a pele fica tão fresca e limpa quanto fica quando uso os cleansing oils.  Acho uma opção muito boa para quem tem o orçamento curto, desde que se entenda que são produtos diferentes.

Então chega a hora de lavar o rosto no chuveiro (ou na pia, como você preferir).

Se fiz o primeiro passo com o óleo de Bebê, já parto para o sabonete facial. Se fiz com Cleansing Oil, faço o enxágue do produto antes, e só depois aplico o sabonete e faço o segundo enxágue.

Habitualmente faço esse segundo passo da dupla limpeza com a espuma Gokujyun Face Wash, da Hada Labo ou o com sabonete Baby Jonhson’s em barra, mas quando estou com acne, prefiro fazer com um sabonete antiacneico.

Os meus sabonetes antiacneicos favoritos são o Effaclar Sabonete Concentrado (70g) da La Roche-Posay e o Sabonete de coco (100g) da Granado, sempre poupando a área dos olhos.

O da Granado é tão bom e tão barato que estou considerando nem recomprar o da La Roche.

Depois da higiene enxugo a pele delicadamente com a Toalha para Rosto da Oceane.

Se você não quiser gastar com toalhinhas específicas como a da Oceane, pode fazer as suas usando o tecido de mantas ou cobertores de microfibra de alta qualidade.

Eu amo as da Oceane porque são uma pluma de tão macias, mas isso é um mimo mesmo. As feitas com manta de bebê funcionam muito bem e até hoje ainda tenho algumas das que fiz.

Um mimo dispensável, mas que funciona

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Tenho o Aparelho de limpeza Facial Foreo Luna Go Pele Mista, uso muito durante o banho e adoro porque tenho os poros bem dilatados.

Evito usar quando estou com acne, não porque acredite que possa piorar, mas porque minha pele fica dolorida.

Eu amava esfoliar a pele quando era novinha; naquela época as meninas faziam uma mistura de mel com açúcar (não recomendo, não façam isso) e mandavam ver. Era tão bom!  Hoje não faço mais esfoliação física porque sinto que agrava meu melasma.

A limpeza com o Foreo não é uma esfoliação, ela é suave, mas me dá a sensação de que fiz uma esfoliação física. Sabe aquela sensação que de você está com a pele renovada? Mais ou menos isso.

O meu aparelhinho já está com três anos de uso e a bateria, que é carregada via USB, ainda dura perfeitamente (cerca de 50 usos). A empresa alega que ele tem uma vida útil de pelo menos 10 anos #oremos.

No geral uso o Foreo durante o segundo passo da dupla limpeza nos mesmos dias que lavo os cabelos.

Muitas pessoas usam o aparelho de modo completamente inadequado, seja aplicando com sabonete em cima da pele ainda suja de maquiagem (gente, pelo amor, né?) ou esfregando o rosto com força, quando basta deslizar o aparelho por cerca de um minuto.

Ele é 100% dispensável, faço questão de deixar isso bem claro. Ninguém precisa ter um Foreo.

Caso a dupla limpeza seja feita com o método suavidade e tempo, o efeito proporcionado pelas nossas mãos é bem parecido. Eu que gosto mesmo destes rituais.

Agora vou dar mais detalhes de como uso os dois produtinhos que que tratam das minhas acnes ou espinhas pontuais.

Gel Secativo Rapid Clear Neutrogena

Gosto muito do Gel Secativo Rapid Clear da Neutrogena (15g) porque reduz o edema e a vermelhidão das espinhas de modo bem eficiente e vai tratando a região até a pele se recuperar.

Ele tem uma coloração esbranquiçada e um odor suave que não incomoda.

Aplico duas vezes ao dia tanto por cima da espinha como no entorno da lesão.

Nunca fico sem ele porque também uso quando percebo que algum pontinho vermelho  da face está ‘querendo’ inflamar, quando encontro algum cravo ou quando percebo que um região da face está mais oleosa que o normal, o que geralmente ocorre no verão (principalmente perto do nariz e no queixo).

Costumo, ainda, usar nos períodos em que faço breves pausas da Tretinoína (como por exemplo às vésperas de uma viagem): aplico na zona T e na região dos poros dilatados. Antigamente eu fazia isso com o Azelan.

Granado Gel Secativo de Espinhas

O gel secativo da Granado também tem coloração branca e é apresentado em forma de canetinha, contendo  3.5g de produto.

O odor, possivelmente relacionado à melaleuca,  é ligeiramente forte mas não me incomoda.

Além do ácido salicílico em concentração não informada e do óleo de melaleuca, ele também conta com extrato de hamamélis.

Para aplicar basta rodar a bundinha da caneta até o produto começar a sair.

De modo similar a outros produtos em canetinha, no primeiro uso é preciso rodar o dispositivo várias vezes até o gel aparecer no aplicador.

Ele é proporcionalmente mais caro que o Rapid Clear da Neutrogena mas parece ter um o efeito ligeiramente mais rápido. Não é preciso ter os dois.  Se eu tivesse um orçamento apertado não compraria esse da Granado porque ele rende pouco.

Como falei acima, se tivesse que escolher só um, seria o Rapid Clear.

E os curativos absorventes?

Eu já usei curativos absorventes para acne da Nexcare e testei também de umas duas ou três marcas asiáticas.

Eles funcionam, porém no meu caso o efeito é bem mais lento que o proporcionado pelos produtos que citei acima.

Pelo que vejo nas resenhas, acredito que os  curativos sejam melhores para acnes com pontinhos purulentos.

O que você costuma fazer quando é inesperadamente visitado por uma espinha?

Beijos,

Meire

 

 

 

 

 

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O Labirinto da Mente (e do Fauno)

Por @meire_md

Post dedicado a Lavinia,  @conservadasnodeboche

“O abismo é invisível aos olhos, mas não menos real por isso” (O Labirinto do Fauno, de Guillermo del Toro & Cornelia Funke)

 

No post cor-de-rosa com gotas de sangue falei um pouco sobre atividades que gosto de executar sozinha e quando divulguei o post seguinte  (onde resenhei Colapso), a Lavinia me perguntou como organizo minhas leituras.

Com o passar dos anos, fui ficando cada vez mais sistemática. Uma rotina organizada — porém continuamente aperfeiçoada — faz com que eu consiga manter minha mente no modo executivo com um pouco mais de eficiência do que quando era nova.

Eu uso vozes de autocomando desde criança. Chego já já nelas.

Como eu, a Lavinia tem uma mente que devaneia. E uma mente que devaneia não sente o tempo passar.

Podemos perder horas envolvidas em atividades lúdicas sem perceber.

Se rédeas não forem colocadas, o único caminho a trilhar é o da improdutividade.

O mundo não é dos magros. O mundo é dos focados.

As diferenças entre os dois comportamentos antagônicos da nossa mente e as formas com as quais podemos lidar melhor com a sobrecarga de informações dos tempos de hoje são bem estudadas em um livro extenso (quem sobreviver ao primeiro quinto do livro, que é bem enfadonho, vai colher bons frutos),  ‘A Mente Organizada‘, do mesmo autor de um dos meus livros de não ficção favoritos da vida, ‘O Guia Contra Mentiras‘.

Nutrir o modo executivo da mente sempre foi, para mim, uma  espécie de tratamento contra o TDAH .

A pergunta da Lavinia tem relação íntima com o meu “adestramento”. Como ler, para mim, é algo tão necessário quanto escovar os dentes, tento organizar minha rotina com limites bem definidos.

Rotina de Leituras Técnicas

Não procrastino com nada que seja relacionado ao trabalho porque acumular serviço me deixa muito ansiosa. Não gosto que a sensação de improdutividade se aproxime de mim. A desorganização das coisas me descompensa.

Acredito fortemente que me manter atualizada com questões técnicas seja um grande investimento para minha saúde e uma ótima ferramenta para ganhar tempo. Na minha opinião quem não se atualiza acumula desconhecimento e se estressa muito mais.

Há pessoas ligadas ao setor público que se acomodam com a estabilidade ou param no tempo porque acham um absurdo ter que ler material técnico fora do horário de trabalho.

Eu não penso assim. Nunca vi um profissional ligado ao setor privado se desobrigando de  estudar fora do horário de trabalho.

Manter as leituras técnicas sempre em dias facilita a minha vida porque na hora que preciso já estou com o conteúdo tracejado na mente, sei onde encontrá-lo rapidamente e não perco tempo.

Aqui entram as vozes de comando.

Se a leitura é técnica e a intenção é absorver o conteúdo e, portanto, ser capaz de resgatá-lo, leio o texto em voz alta, mesmo que o ‘alta’ seja apenas um murmúrio baixo. Foi assim que consegui ter um desempenho muito bom durante o curso de Medicina.

Minha mente já gosta de devanear, então imaginar que estou lendo para uma outra pessoa foi um truque que veio naturalmente. Às vezes me imagino em um tablado dando aula (podem rir, é uma coisa idiota mesmo) de modo extremamente dedicado para que a outra pessoa não fique com qualquer dúvida.

Sempre releio o que não parece claro e só paro quando compreendi tudo.

Já disse por aqui, não sou inteligente. Sou esforçada.

Acredito que fazer assim, sendo o meu próprio professor, estimulo várias partes do  cérebro ao mesmo tempo e de alguma forma mando a informação para o lugar certo porque raramente tenho dificuldade de lembrar em que documento posso encontrar uma informação que preciso, mesmo que eu tenha “dado aula” sobre ele há alguns meses.

Se você é estudante Universitário e tem uma mente fugidia, observe em quais horários do dia sua mente é mais produtiva, separe um tempo para estudar diariamente e seja seu próprio professor.  Trace metas, seja planejador. Não acredito que ser esforçado e repetir, reler e rever o que quer aprender não traga pelo menos alguns benefícios.

Troque ideias com você mesmo.

Use um quadro branco se for necessário, risque e rabisque. Fale sozinho. Leia em voz alta, estimule-se.

Uma hora o foco vem. E o mundo passa a ser seu.

E a rotina das outras leituras?

Costumo repousar/dormir das 23h às 4:30h ou 5h. Como começo a trabalhar às 7h, sempre tenho mais de uma hora livre antes.

Imagine uma coisa que você gosta muito, faz todos os dias e que consome mais trinta minutos do seu tempo, como olhar o Instagram, malhar ou jogar conversa fora pelo WhatsApp, por exemplo.

Para mim esta coisa é ler. Não tem gente que acorda, pega o celular e vai olhar as redes sociais? Eu pego o Kindle.

Todos os dias começo a leitura assim que acordo, então leio uma a duas horas antes de sair da cama.

Quando estou lendo um livro digital que quero resenhar, faço destaques e notas com mais cuidado.

Se o livro for muito grande, enquanto leio faço um resumo no keep, gravando por voz (uso o GBoard) ou digitando mesmo.

O meu Oasis (antiguinho) já está com a bateria começando a durar menos, então comprei o Novo Kindle Paperwrite com temperatura de luz ajustável. Você pode ler usando o celular ou tablet, mas para leitores pesados, o Kindle é mais confortável.

Passo o dia trabalhando e não consigo aproveitar o horário do almoço para ler, porque meu almoço nunca é tranquilo.

Ai os minutos se transformam em horas, o dia acaba e vem o lusco-fusco, o horário que reservo para ficar sozinha, como vocês já sabem bem.

Neste horário, antes do meu jantar, frequentemente leio livros de papel, faço limpeza na casa ou uma das outras atividades contemplativas que já citei e dou uma espiada nas redes sociais.

Acho que riscar ajuda a focar. Os livros de papel que quero resenhar, com exceção das HQs e edições de colecionador, acabam bastante riscados, cheios de post-its e marcadores autocolantes.

Depois do Jantar…

…desligo-me do mundo para ficar com o Igor.

Quem dorme tarde tem bastante tempo para namorar, ver séries e filmes. Aproveitamos bastante as nossas assinaturas  (Netflix, Amazon Prime e Disney +).

Segundo, terceiro ou quarto round de leitura

Ao deitar  para dormir, pego o Kindle novamente e leio em média 30 a 40 minutos; neste horário evito pegar livros de ficção porque não consigo parar de ler e acabo sem sono.

Quando o sono vem e estou nas fases de sono fragmentado, tomo a Melatonina para evitar acordar antes das 4:30h e o ciclo começa de novo (quando o sono regula suspendo; com a meditação tenho conseguido dormir mais rápido).

Durante as leituras deixo meu pensamento e minha criatividade livres, mesmo que o livro seja de não ficção.

Crio cenários, interajo com seres inexistentes, explico coisas para mim mesma. Eu adoro isso.

Fim de semana

É nos sábados e domingos que produzo conteúdo aqui para o Salada e que consigo ler por mais horas sem interrupção.

Praticamente todo fim de semana adianto o finalizo a leitura dos livros que vinha lendo na semana ou pego um livro que não dá para largar pela metade,  tipo “Good Omens“, de Neil Gaiman e Terry Pratchet — que deu origem à genial série homônima —para ler do começo ao fim.

Essa é minha rotina geral, o que não significa que eu leia desta forma  em 100% dos momentos.

Às vezes acordo e passo no Instagram, por exemplo. Mas a coisa mais rara da vida é passar um dia sem ler parte de algum livro.

A introdução deste post, que na verdade é sobre ‘O Labirinto do Fauno’, ficou bem maior do que eu pensava que ficaria.

Continua comigo:

O Labirinto do Fauno

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A história do Cinema e da TV está cheia de exemplos de obras literárias que viraram filmes e séries.

Mas o contrário também ocorre.

Alguns filmes são tão especiais que acabam sendo novelizados. Você sabia que os episódios IV, V e VI de Star Wars foram romanceados? O livro foi publicado no Brasil pela DarkSide: ‘Star Wars – a trilogia‘.

Cornelia Funke, escritora e ilustradora alemã  que publicou O Senhor dos Ladrões, Mundo de Tinta e Reckless, foi convidada por Guillermo del Toro para novelizar o filme ‘El Laberinto del Fauno’ e entregou um trabalho sublime.

O livro ‘Labirinto do Fauno’ foi lançado em 2019 e traduzido para o português no mesmo ano.

A Editora Intrínseca produziu uma edição especial em capa dura mantendo as belíssimas ilustrações de Allen Williams.

Quebrando muros

Cornelia, estimulada por Guillermo a ir além de uma mera transcrição do filme, intercalou as passagens com dez contos de fantasia cujos elementos-chave foram pescados do roteiro de Guillermo e explicam, dentre outros pontos, as origens do Livro da Encruzilhada, do Labirinto nas dependências do Moinho, das Esculturas de Pedra e do Homem Pálido.

A história se passa em 1944, ano em que a Espanha vivia sob o domínio ditatorial do Regime Franquista e ainda amargava as terríveis consequências da Guerra Civil, encerrada cinco anos antes.

Ofélia é uma garota de 13 anos que perdeu seu amado pai e muda-se com a mãe para uma casa localizada em um antigo Moinho de propriedade do seu padrasto, Capitão do Exército que pretende eliminar um grupo residual de guerrilheiros que luta contra a Ditadura.

E lá estava: a lua em foice rodeada por três estrelas, tão nítidas que parecia que alguém as tatuara em sua pele com a tinta sépia das páginas do livro. O Fauno dissera a verdade”

Lidando com a gravidez de alto risco de sua mãe e o medo paralisante que sente do padrasto, a menina apega-se à criada da casa e, embora amedrontada, deposita esperança em um desfecho mais favorável para a sua vida. Assim, finda enfrentando os desafios propostos pelo Fauno.

A história foi montada em quatro blocos, cada um deles com um personagem ganhando um maior destaque: o do mundo subterrâneo da pequena princesa Moanna, o dos eventos associados à Bruxa Rócio, os feitos do Capitão Ernesto Vidal e a saga de Ofélia.

O livro é tão complexamente sombrio, delicado, doloroso e acalentador quanto o filme.

Lista de Personagens

Ofélia: 13 anos, aficionada em livros de contos de fadas

Carmen Cardoso: Mãe de Ofélia, 32 anos, viúva, grávida do Capitão  Vidal

Mercedes: Criada da Casa do Moinho

Mariana e Rosa: Cozinheiras

Oficiais Serrano e Garcés: Subordinados do Capitão Vidal

Dr. Ferreiro: Médico

Pedro: Irmão de Mercedes, Guerrilheiro da resistência

Moanna: Princesa do Mundo Subterrâneo

Fauno (Pã): Ser mitológico Conselheiro da Realeza do M undo Subterrâneo

Rócio: Bruxa

Fadas: Assistentes do Fauno

Alba: uma das reencarnações  de um dos personagens

 

 

 

 

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As camisetas favoritas da mamalorian

Por @gomuyoda

Resolvi mexer no guarda-roupas da mamalorian e mostrar as favoritas dela, já que só as minhas camisetas ficam expostas na internet…

Ela não gosta de postar sobre roupas, sapatos e bolsas porque, no geral, ela se veste como se a palavra moda tivesse sido banida do Planeta Terra com todas as desonras possíveis e imagináveis.

Excetuando-se alguns vestidos e uma ou outra brusinha em tecido plano (são muito bonitinhos, eu pelo menos acho), tudo que ela tem se resume a calças cringe, camisetas sem estampas ou com estampas nerds e sapatos confortáveis.

Zero salto. Ela só tem uns  da Osklen e da Capodarte e as inseparáveis Havaianas.

Separei as camisetas abaixo, espero que vocês gostem.

Todas as da mamalorian tem o corte tradicional, masculino, mas muitas delas tem aquelas versões tipo baby look.

Pedi pra minha tia Monique colocar os links e publicar com urgência, antes que a mamalorian veja.

Hoje é domingo e ela está muito ocupada fazendo vários nadas e comendo gelatina sem açúcar. Diz ela que está fazendo dieta e que vai emagrecer.

Não pedi autorização para postar porque ela ia querer revisar e ia me fazer escrever uma tese para explicar por quais motivos gosta de cada camiseta.

Eu sou sucinto. Quando se trata dos meus textos, prefiro resolver tudo com a minha tia.

1. Camiseta Donnie Darko

A camiseta Donnie Darko é azul marinho e tem a célebre frase de comando, ‘Wake Up, Donnie‘ e diversos detalhes ligados ao filme, incluindo a seta Fear – Love.

[versão feminina aqui]

Nem precisa conhecer a mamalorian para saber o quanto ela gosta de Donnie Darko.

2. Camiseta Pulp Fiction

A camiseta Pulp Fiction vem as fontes imitando coisa detonada. Ela adora porque adora, e porque é preta (tem na versão feminina).

3. Camiseta Amélie Poulain

Outra camiseta de filme favorito: Amelie Poulain. Ela tem um tom meio palha e a estampa é quase tão fofa quanto eu. Também tem no padrão baby look.

4. Camiseta Kill Bill

A camiseta Kill Bill é sensacional e o mais legal é que serve para os fãs dos dois filmes, ehehe.

5. Camiseta Gato de Schrödinger

De todas que estão neste post, a camiseta Gato de Schrödinger é a única que não é 100% algodão, mas mesmo assim a malha, tipo mescla,  é confortável e macia. Essa é a cara dela em muitos níveis.

Tamanhos menores aqui

6. Camiseta What Happens in Black Hole Stays in Black Hole

A camiseta Black Hole é a que a mamalorian levaria se fosse para uma Ilha Deserta. Ela gosta tanto que tem duas iguais. Ela ri toda vez que relê a frase.

7. Camiseta Kate

Essa não é da mamalorian, mas resolvi colocar aqui.

Ela comprou um kit com 5 camisetas brancas 100% algodão para fazer camisetas personalizadas para o papalorian.

A primeira que ela fez ficou horrorosa, ficou tão feia que nem eu tenho coragem de mostrar de tanta vergonha alheia. Ela usou canetas para tecido e foi assim que descobriu que com malha não daria certo.

Ficou tudo borrado, porém o papalorian adorou e está usando mesmo assim. Ele diz que ficou como se o nome da banda estivesse derretendo.

Essa  foi a segunda. Ela fez o nome do filme Kate (2021) em katakana porque o papalorian está estudando japonês.

Ela usou tinta para tecido Acrilex e os pinceis da Sinoart.

Ok, as camisetas são muito legais. Mas ela não tem nenhuma camiseta de Star Wars, o que acho inadmissível. Acho que vou escolher alguma para dar de presente de Natal.

Para fazer as minhas camisetas, a mamalorian está usando algodão cru — achei mais fresquinho — e fazendo as pinturas com canetinhas para tecido.

Que a Força Esteja com Você!

Gomu Yoda

 

 

 

 

 

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Favoritos: Canetas para tecido

Por @meire_md

Fiz o Instagram do @gomuyoda só porque achei engraçado colocá-lo para fazer a resenha do body geek que compramos para substituir a roupa original.

Quando dei por mim, eu já estava usando parte do tempo que reservo para fazer vários nadas (que pomposamente chamo de atividades contemplativas) fazendo roupinhas com tecidos que achei aqui em casa.

Depois da terceira peça feita — as primeiras foram um Kimono com tecido de sacaria alvejado, uma roupinha para meditação feita com um tecido com motivos londrinos e uma roupa para academia feita com um restinho de malha com proteção UV — pensei em fazer uma camiseta de banda e escolhi a mais ouvida ultimamente aqui casa, a Band-Maid, que por sinal aparece no excelente filme Kate, da Netflix.

Foi assim que descobri que eu tinha um pote de Tinta para Tecido Acrilex em casa. Gostei. Acabei comprando tinta para tecido de outras cores e alguns pincéis da marca Sinoart.

Aí uma leitora queridíssima, a Mauren Gonzalez, me lembrou das canetas para tecido, que são bem mais fáceis de usar.

Antes de comprar novas canetas fui mexer nas minhas e achei um Marcador de Uniforme da Faber Castell (que talvez nem exista mais para vender) e duas Acrilpen, bem como lembrei que as canetas Posca também podem ser usadas em tecido.

O fato é que achei super relaxante pintar tecido com caneta. Além da camiseta de banda, fiz uma de Star Wars e outra com o capacete do Mando.

Agora posso reservar a tinta para preencher desenhos maiores ou usar em tecidos que não se afinam bem com as canetas — e as canetas para as coisas menores e mais rapidinhas.

A louca das canetas (das lapiseiras e dos lápis também)

Como as canetas para tecido que encontrei por aqui já estavam bem velhas, resolvi comprar algumas marcas para testar.

De posse de canetas de várias marcas, comecei a copiar desenhos direto da tela do computador usando papel de manteiga de papelaria ou de cozinha  (que é bem transparente) e lapiseira 0,9 — as minhas favoritas são da Pentel — e transferir o desenho para tecido de algodão imitando um papel carbono com ajuda de um lápis grafite 6B, do jeito que a gente fazia na Escola.

Se existe papel carbono próprio para isso nem quero saber agora, pois preciso consumir meus lápis grafite primeiro.

Experiência (quase, só quase) científica

Além de ter usado as canetas para “brincar”, peguei uma tira de tricoline branco com elastano e outra de tecido em algodão cru, usei cada caneta nas duas tiras e esperei três dias antes de pensar em lavá-las (é o que as empresas recomendam).

Transcorridos os três dias e considerando que o tecido pintado com Posca necessita receber calor antes de ser lavado, passei ferro quente nas duas tiras e só depois procedi a lavagem (com sabão de coco).

Mas é preciso lembrar que a Posca não é uma caneta específica para tecidos e possivelmente não suporta muitas lavagens.

A foto abaixo foi feita depois que os tecidos secaram.

Minha análise depois de observar as diversas canetas

Posca Branca

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Fiquei bem surpresa com o resultado porque a tinta pegou bem nos dois tecidos e suportou a lavagem sem sequelas. Foi a que usei para pintar o contorno do desenho da camiseta que está no topo deste post e os detalhes da camisetinha com a Kobato Miku.

Posca Gold (Dourada)

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A tinta pegou muito bem nos dois tecidos e não escorreu pelas fibras. Embora não tenha borrado depois da lavagem, ela deu uma esmaecida e perdeu o brilho.  Vou fazer uma roupinha jeans usando essa caneta para imitar o ponto de calça jeans.

Posca Preta

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Ficou linda, plena e pretíssima nos dois tecidos, mas após a lavagem ela esmoreceu muito; no tricoline a tinta escorreu para além do contorno e nos dois tecidos ela mudou de cor, ficou um cinza bem morto. Acho que só funciona em tecidos mais grossos, tipo brim.

Acrilpen Preta

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Depois dos testes comprei uma caixa com 12 unidades porque ela é bem boa, acredito que seja a marca mais vendida (não sei). O preto é mate. Ela é boa para fazer o contorno do desenho e excelente para preenchê-lo; a tinta não é “melecada” demais, não escorre consideravelmente para além dos limites que você quer pintar e comportou-se bem tanto no tricoline quanto no tecido de algodão cru, porém bem melhor no algodão cru. Testei em malha e não gostei (mas também não é o tipo de tecido indicado para canetas). Após a lavagem praticamente não houve perda de cor e os tecidos não ficaram borrados.

Acrilpen Rosa

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Ela deu uma patinada no tricoline, onde deixou um ligeiro borrão após a lavagem, coisa que não ocorreu com o algodão cru. Após a lavagem ela perdeu “vida”, mas não ficou feia.

Faber-Castell Marcador de Uniforme na cor preta

Não sei se esta caneta ainda existe porque encontrei uma da marca com outro nome. Gosto bastante dela. Tem uma ponta que não é fina nem grossa e oferece um bom controle na hora do risco.

Ela é bem pigmentada e a tinta não é sugada pelas adjacências da pintura, porém a minha já está bem velha, então não sei se uma nova escorreria. Parece muito boa para fazer contorno mas não é tão boa para preencher um desenho quando a intenção é deixar o aspecto bem sólido, sem riscos.

Após a lavagem, ela perdeu cor nos dois tecidos, mas não ficou “bufenta” nem acizentada e permitiu retoque sem borrar.

Pentel for Fabric M10 Japan na cor Preta

Essa foi uma surpresa para mim porque a Pentel é uma das minha  marcas favoritas da vida (qualquer dia faço um post só com meus favoritos da Pentel ❤️).

Ela parece completamente perfeita para fazer contornos mas escorreu pelas fibras dos tecidos testados borrando tudo e ficou bufenta após a lavagem.

Como sempre desconfio quando algo bom parece ruim, testei em outros tecidos. Ela se comporta muito bem em jeans e toalhas, ou seja, deve ser indicada apenas para marcar roupas mais grossas. Penso em comprar algodão cru grosso para testar com ela.

Pentel for Fabric M10 Japan na cor Vermelha

Tudo dito para a preta vale para a vermelha, porém com menor intensidade. A vermelha se comporta um pouco melhor e no caso do algodão cru, praticamente não escorre. Foi com ela que pintei a flor vermelha da Kobato.

CIS Textil Marker, caixinha com 5 cores

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(na imagem tem a cor verde, mas a que vem é azul) – As cores são: amarela, azul, rosa, vermelho meio vinho e preta. A ponta é mais grossa e não funciona bem para contorno, mas é bem boa para preencher desenhos.

No tricoline elas deram uma derretida após a lavagem, mas no algodão cru suportaram razoavelmente bem, mas também perderam cor. A cor que mudou mais após a lavagem foi a vermelha, que assumiu um tom cranberry desfalecido; achei a amarela e a rosa bem resistentes.

Acabei comprando a verde e acho que elas podem ser bastante úteis para fazer desenhos com toque de cor. O acabamento é bem mate. Foi com elas que fiz as pontinhas coloridas dos cabelos da Kobato.

Contemplação Rabiscativa

Então, respondendo a mim mesma, as melhores canetas para meus rabiscos em tecido, são:

mas não vou desistir da Pentel Preta porque quero fazer uma jaqueta de motociclista para o Gomu com o brasão da S.H.I.E.L.D nas costas, então vou precisar de uma caneta mais delicada.

Para pintar camisetas em malha a melhor solução que achei foi fazer o contorno com Tinta para tecido Acrilex e quando usar caneta para tecido, usar apenas no preenchimento do desenho.

Gostei bastante dos pinceis da Sinoart, mas não tenho experiência com outros para comparar.

Beijos,

Meire

🎇 Recadinho do Gomu Yoda

Falei no meu instagram que a mamalorian comprou um chinelo lindo e está com pena de pisar na imagem porque o Grogu parece comigo.

Aí a titia Angie (@amoreira0) pediu foto.

Olha, titia:

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Colapso

Por @meire_md

“A ratazana pulou alguns centímetros no sentido oposto e, sem perceber que já estava morta, correu” (Colapso, de Roberto Denser)

Se no país do Carnaval uma mãe é capaz de matar e incinerar seu filho de 9 anos, um pai é capaz de enforcar e jogar pela janela seu filho de 11 e um trisal macabro alimenta um bebê com carne humana, o que poderíamos esperar da nossa espécie caso acordássemos em um mundo pós-apocalíptico atapetado por terras inférteis e regado por água pútrida?

Como os diferentes brasileiros e brasileiras se comportariam caso fôssemos obrigados a adotar um estilo de vida tão errante quanto o dos caçadores-coletores que nos precederam?

E como seriam os filhos dessa geração?

Gosto de ficção científica, de romances densos com personagens que tenham perfis psicológicos bem estruturados, de histórias sobre mundos distópicos, apocalípticos e pós-apocalípticos, além de literatura clássica de horror.

Não é por acaso que O Ensaio Sobre a Cegueira, Fahrenheit 451, A Guerra dos Mundos, Laranja Mecânica, 2001 Uma Odisseia no Espaço, Frankenstein, Drácula, O Médico e o Monstro, A Revolução dos Bichos, O Guia do Mochileiro das Galáxias e O Planeta dos Macacos estão entre os meus livros favoritos. Nem muito menos é por acaso que sou fã de Donnie Darko, do Universo Cinematográfico da Marvel e de Star Wars.

Com o passar do tempo, fui percebendo que só aprecio a ficção que me desloca da realidade e me joga com força em um mundo bem distante do meu.

Utopia X distopia

No postAlém da Imaginação relatei que não gosto de ficção água com açúcar nem de  ‘romance utópico’, como costumo falar, mas preciso esclarecer que acredito que narrativas cor-de-rosa podem produzir efeitos contemplativos maravilhosos em algumas pessoas.

É possível que a coisa mais romântica — no sentido popular da palavra — que li na vida tenha sido Anna Kariênina, de Tolstói [minha edição é da Cosac Naify], que é um romance trágico focado na vida de uma mulher tipicamente fronteiriça.

Assim que o escritor brasileiro Roberto Denser anunciou que estava escrevendo um romance pós-apocalíptico, fiquei a postos para comprá-lo assim que fosse lançado.

Como ocorre com séries e livros de ficção que prendem minha atenção, li Colapso compulsivamente entre o fim da tarde de um dia e a manhã do outro, mas isso é totalmente fora da curva. É um livro grande.

E na hora de resenhar veio o desespero. Como não contaminar a juventude do livro dando spoilers malditos?

Quando vou resenhar um livro clássico não me preocupo com isso porque os spoilers já foram dados ao longo do tempo.

O lado bom de resenhar livros de autores mortos é que posso ser livremente pretensiosa e palpitar, com ares de certeza que só os ignorantes conseguem ter, sobre o que passou pela cabeça do autor sem correr o risco de receber um comentário tipo, ‘ei, nada a ver isso aí, minha senhora. Eu não pensei nada disso, não’.

A impressão que tenho é que Roberto Denser, autor dos excelentes ‘A Orquestra dos Corações Solitários‘ e ‘Para Elisa‘, acordou num belo dia com a meta de escrever um romance distópico pós-apocalíptico — algo muito mais opressivo que os seus livros anteriores — só para se testar.

Se estivesse morto, eu afirmaria categoricamente que ao terminar o livro ele pensou o seguinte: ‘com exceção dos meus filhos, isso foi a melhor coisa que pari na vida e f&%$-se quem não gostar, porque eu estou orgulhoso para um c&%$#@*&’.

Juro que vou tentar não soltar spoilers, mas deixo o alerta: se você não gosta de spoilers leia o livro primeiro, tá?

Colapso, de Roberto Denser

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O livro tem 459 páginas e é dividido em três grandes partes, ‘Depois do Fim’, ‘Na Estrada’ e ‘Colapso’, além de contar com um epílogo que embora curto, colabora bastante com o fechamento dos arcos.

A história é ambientada no Brasil e acontece cerca de quatro décadas após um evento catastrófico de etiologia supostamente  incerta e que se estendeu para além das fronteiras do Brasil.

Se eu tivesse que classificar o livro colocaria um carimbo de ‘distopia punk’. Você já ouviu falar em overkill? Pois é.

A história floresce nas sombras promíscuas de um mundo em pedaços que precisa de tirania para reequilibrar-se, e consegue caminhar no sentido contrário — para toda tirania, desde que o mundo é mundo, há uma resposta social —nas horas certas, na dose certa e envolvendo as pessoas certas.

Será que o autor planejou isso? Ou as personagens fizeram isso sozinhas?

O livro não tem a complexidade das distopias clássicas nem plantou um caos maior do que o esperado para a quantidade de sobreviventes porque (olha aí a minha pretensão, parabéns para mim) o autor não escolheu rebuscar o texto para impressionar quem vive apegado ao modo com o qual que as gerações anteriores escreviam este tipo de ficção.

Sabe fã chato de Star Wars que vive no passado e odeia o Universo expandido só porque as coisas não são exatamente como foram nos episódios IV, V e VI?  Eles também são encontrados entres os amantes de distopias.

Colapso é uma distopia cristalina.

Ela é fácil de ler e fácil de entender, inclusive pode ser um ótima porta de entrada para quem quer se aventurar neste intrigante estilo literário.

Além de cortar excessos visuais, o autor focou no pós-apocalipse, onde há escassez de água, de alimentos e de pessoas.

Isso é o exato contrário das previsões malthusianas que embasam muitas das distopias mais antigas, onde os problemas são focados na superpopulação, nas grandes corporações e nas diferenças de classe.  Um exemplo  brasileiro que segue a mesma fórmula é a série 3%.

Quando boa parte das personagens tem relevância para o fluxo do enredo (inclusive a cadela Rainha) a leitura se torna muito mais amigável.

Das tribos

No início da história os humanos que conhecemos se dividem em pequenas “tribos” isoladas, com exceção do adorável Espanhol, um argentino nômade que se embrenha sozinho pelo Brasil vivendo como caçador-coletor e nutrindo a esperança de não ser o último ser humano vivo.

Os dois maiores núcleos são inicialmente mais organizados e, portanto, não tipicamente nômades, mas um deles eventualmente abandona por completo o assentamento.

Os núcleos são apresentados de modo alternado em pequenos capítulos. Em algum momento os fluxos migratórios provocados pelo instinto de sobrevivência começam a promover encontros e suas consequentes desgraças e graças, reviravoltas e voltas.

A história só cresce, as respostas que devem aparecer —inclusive as ligadas ao curioso cardápio que alimenta aquelas desafortunadas pessoas — vão surgindo e os arcos se fecham perfeitamente.

As perguntas sobre o que ocorreu antes e depois dos eventos narrados em Colapso só serão respondidas se novos livros forem escritos.

Quem sabe o autor não nos apresenta o Marco Zero em um novo livro?

Espero que sim, tanto que anotei o nome dos personagens para refrescar melhor a memória quando o segundo livro for lançado.

Personagens:

Núcleo principal
Camargo
Amanda
Velho
Garoto
Dona Maria
Os gêmeos Dirceu e Dirley
Cabeça
Mago
César

Núcleo 2
Nego Ju
Samuel

Núcleo 3
Samanta
Pedro

Núcleo 4
Bia
Adriano
João

Núcleo 5
Diana
Anita
Carminha
Uiara
Titina
Eli e outras
Homens sem nome

Caminheiro solitário
Espanhol

Recomendo a leitura.

Beijos,

Meire.

 

 

 

 

 

 

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[Bate-Papo] Cor-de-rosa com gotas de sangue

Por @meire_md

Sou uma pessoa tipicamente ansiosa e, embora nunca tenha recebido indicação de medicamentos ou de outro tipo de tratamento especializado, sinto-me super bem quando mergulho em atividades contemplativas.

Eu preciso delas.

Olhando carinhosamente para meu passado, vejo que em algum momento da infância comecei a perceber que executar atividades que não dependem da ação ou da companhia de terceiros me deixa mais resiliente, mais feliz e mais segura.

Considerando que você não é uma pessoa com tendências autodestrutivas, possivelmente já percebeu que também reproduz hábitos que geram felicidade.

Muitas pessoas relatam sensações de paz e tranquilidade com atos  tão simples como correr, jogar paciência, bordar ou rezar, por exemplo.

Eventualmente, cada um acha a tampa da sua panela.

Aprecio bastante o meu trabalho, mas a irregularidade dos horários — não tenho hora certa para almoçar nem para encerrar o segundo expediente, por exemplo — e a necessidade de interagir com várias pessoas (ainda que goste muito delas) me deixam bem cansada.

Por mais que você ame o seu trabalho, é trabalho.

Rx

Quem tem TDAH e/ou TOC ou qualquer outra limitação sabe o quanto precisa se esforçar para funcionar bem.

O “tratamento” diário para o meu cansaço mental começa logo depois do lusco-fusco.

Veja a prescrição.

Trata-se de uma terapia crepuscular (inventei agora, gostei) baseada em ficar sozinha, longe de gente, longe de telas e colada no barulho do silêncio caótico de uma mente que resiste a desacelerar.

Não sofro por pouco saber, nem por esquecer

Minha atividade contemplativa favorita é ler.

Não tenho a menor ideia do que boa parte dos filósofos pensa e certamente não li —nem vou ler— muitos dos clássicos “tem que ler”.

Aliás, se alguém chegar para mim dizendo que eu “tenho que” já pego ranço da pessoa e da indicação.

Não sou intelectual nem dependo das minhas leituras para sobreviver. Não sou obrigada a ler.

Leio pela contemplação, pelo remédio que é, pelo prazer, pela necessidade, para fugir da realidade, para o meu eu que gosta de ficar sozinho.

O melhor da leitura pode ser … o momento da leitura.

Sabe aquele livro que você leu, amou, achou que marcou a sua vida mas, passado algum tempo, você não consegue resumi-lo porque esqueceu o nome da personagem principal ou até como a história termina?

Isso é normal. Quando novinha li muitos livros que certamente contribuíram com muitas das habilidades sociais e do conhecimento sobre a natureza humana que tenho hoje, mas não sou capaz de recontar nenhuma história lida naquela época.

Não lembro. As lembranças podem voltar quando vejo alguma série ou filme e reconheço a referência.

Os livros cujos conteúdos fixo melhor são basicamente os que separo para resenhar. Se eu não tiver vontade de tomar notas, até penso em resenhar, mas a resenha não sai.

Se coloco como meta fixar, faço anotações durante a leitura ou assim que a finalizo, providências que me ajudam a reter o conteúdo e consequentemente a resgatá-lo mais facilmente.

Quando a intenção é ler para viajar, as HQs são quase imbatíveis.

Quem nunca gostou de histórias em quadrinhos?

Crianças alfabetizadas mostram sinais de nerdice muito cedo e entre elas parece haver (fonte: vozes da minha cabeça) um apreço particular pelas histórias em quadrinhos e uma baixa tendência ao tédio, já que se divertem com sua própria imaginação.

Crianças nerds são contemplativas e tendem a ter um raciocínio bem organizado. A infância e a adolescência não voltam, mas a magia das Graphic Novels (histórias em quadrinhos/HQs) nos faz retroceder no tempo.

Penso que a explicação para a existência de histórias em quadrinhos voltadas às pessoas que já passaram da adolescência esteja, pelo menos parcialmente, nesse resgate da contemplação infantil.

Sou fã de histórias em quadrinhos, e meu reencontro com elas tem sido bastante interessante.

Lady Killer (Volumes I e II), de Joële Jones (e coautores)

A DarkSide Books nunca decepciona.

Para quem gosta de histórias que envolvem crimes, a Graphic Novel Lady Killer é um Tupperware cheio.

Josephine Schuller é uma dona de casa gentil que inicialmente mora em Seattle com o marido Eugene Schuller, as adoráveis gêmeas Jane e Jessica, o cachorro Duke e a sogra, uma alemã rabugenta.

Sua vida aparentemente pacata não seria nada diferente da experimentada pelas donas de casa norte-americanas se não fosse por um pequeno detalhe: Josie trabalha como matadora de aluguel.

A história é ambientada no início da década de 60 — a menção à Feira Mundial de Seattle entrega o ano exato dos eventos ocorridos no primeiro volume — o que se reflete nas roupas, nos eletrodomésticos e na decoração das casas.

No segundo volume, tão ricamente editado quanto o primeiro, a família está morando na Flórida.

Os dois volumes são introduzidos por Tori Telfer, a autora dos excelentes não ficcionais ‘Lady Killers’ e ‘Mulheres Confiantes’.

Os dois volumes são ilustrados pela própria Joële e a história do primeiro conta com a colaboração de Jamie S Rich.

Agora nos resta torcer que a história do volume I e do volume II realmente se transforme em filme ou série.

Beijos!

Você pode gostar de:

🌺 Saiba como fazer a Alexa ler livros para você

🌺 Além da Imaginação

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Vaso Sanitário, Espelhos e Área dos Olhos

Por @meire_md

Post escrito em um sábado tão leve quanto consegue ser um sábado que brota depois de uma sexta-feira ligeiramente caótica.

Acabei de fazer a limpeza doméstica express de fim de semana, que basicamente consiste em sair recolhendo lixinhos soltos pela casa (quem nunca esquece de separar/descartar embalagens vazias?), arrancar das bordas dos monitores do meu computador os Post-it que já cumpriram seu papel, remover o pó das coisas meio de qualquer jeito, passar o MOP Spray em todo o piso, dar aquela geral no meu banheiro, tomar um bom banho e escolher um filme para assistir antes do almoço.

Sim, sou uma pessoa que gosta de rotinas.

As rotinas me dão uma falsa (porém confortável) sensação de controle  e possibilitam que eu consiga cumprir minhas obrigações sem perder tanto tempo, mas isso não significa que eu não goste de mudá-las, pelo contrário. Gosto de aprimorá-las.

Aqui e ali um paradigma é quebrado

Enquanto escolhia um filme para ver na Alexa, que por sinal vai ser ‘The Tomorrow War’ (A Guerra do Amanhã, disponível para assinantes Amazon Prime), lembrei que abri minha última embalagem de bloco para caixa acoplada e que nem mostrei para vocês o que uso, nem falei por qual motivo acabei comprando este tipo de produto.

Quando posso optar por produtos que entregam muitas funções, sou resistente em comprar os muito específicos, porém, mais ou menos no fim de março resolvi testar um limpa vidros.

Aqui em  casa há muitos espelhos e o  tampo da mesa de sala de jantar não só é bem grande como parece atrair toda a poeira da Galáxia.

Para os vidros encaixados em móveis de madeira só uso o Lustra Móveis Multiuso da Poliflor (limpo diversas superfícies com esse produto, inclusive as de plástico e até a capa de alguns livros), porque produtos que contém álcool acabam manchando a madeira.

Para a limpeza rápida dos vidros e espelhos eu costumava usar só álcool, mas comecei a me incomodar com a quantidade que derramava em cima da mesa de vidro e com o número de passadas que precisava dar nos espelhos, que depois eram lustrado com flanela seca.

Será que com um limpa vidros esse serviço seria mais fácil?

Escolhi um limpa vidros baratinho, o Limpador Vidrex Tradicional da Veja (500mL).

Meu queixo caiu. Basta uma passada e os vidros e espelhos ficam limpos, lustrosos e desengordurados. Para conseguir o mesmo efeito usando apenas o álcool eu usava uma quantidade bem maior de produto e investia muito mais tempo.

Tive que admitir.

Para certas coisas, os produtos específicos podem ser realmente melhores. Aboli o uso do álcool para este fim.

E foi assim que pensei: usar bloco para caixa acoplada facilitaria a limpeza diária do banheiro?

Com base nos comentários dos usuários da Amazon (já mencionei que faço minhas compras de supermercado também por lá, aproveitando o frete grátis), escolhi Pato Bloco para Caixa Acoplada Marine e já vou na terceira compra, porque acabei colocando no banheiro de hóspedes também.

Coloco o bloco dentro da caixa acoplada do vaso sanitário, faço as descargas normalmente e todo dia antes do meu último banho passo a escovinha sanitária (lembram que deixo a escovinha sanitária mergulhada em desinfetante?) por dentro do vaso e fim. O aspecto fica sempre limpo, o tempo todo, e a fragrância é muito suave.

Vaso Sanitário, Espelhos e Área dos Olhos

Daí para convencer a mim mesma que poderia ser interessante voltar a testar produtos específicos para a área dos olhos, foi um pulo.

Usei muitos produtos específicos para a área dos olhos até os 30 e poucos anos, mas ao perceber que são mais caros por mL que os para o rosto e que baratinhos como o Hipoglós Transparente podem facilmente complementar a necessidade de hidratação, acabei deixando os específicos para lá, porém, vira e mexe testo algum.

Os dois que testei mais recentemente foram o Dior Prestige Le Concentré Yeux, que não recomendo porque, em minha opinião, o custo é alto demais para o benefício, e o Sérum Revitalizador do Olhar da Evi, que gostei bastante, mas ainda não é o produto para a área dos olhos que eu catalogaria entre meus favoritos.

De todos que testei no passado e gostei, o único que não foi descontinuado é o Benefiance para a área dos olhos da Shiseido [Beleza na Web, Sephora]. Se for para pagar caro, só pagaria por ele.

Revitalift Hialurônico Cuidado Intenso Olhos

Quando eu estava escrevendo o post sobre Cuidados com o Pescoço e Colo, tive vontade de testar o Revitalift Hialurônico Cuidado Intenso Olhos, que é bem voltado à minha faixa etária (abafa) e tem um custo bem inferior aos cremes com alegações similares. Ele me custou menos de 50 reais e vem apresentado em bisnaga contendo 15g e equipada com bico cuja abertura é bem adequada para a textura do produto.

Estou gostando mais do que esperava, porque ele tem um efeito de creme gordo, mas a textura é mais leve.

Ele não some completamente e prepara bem a região dos olhos para o uso de corretivo. Como todo bom hidratante que gera algum efeito real na  face, ele dá uma sensação de preenchimento (lembrando que essa sensação é temporária, faz parte do efeito de vários agentes hidratantes) e  consequentemente melhora o aspecto das linhas finas.

Como uso a Vitamina C da Bisyou também na área dos olhos ( se você quiser usar o cupom da minha irmã, NIQUE10, será aplicado um desconto), aplico o Revitalift Hialurônico olhos em uma quantidade bem pequena e espero que desapareça, só então aplico a Vitamina C.

Beijos!

Produtos citados no artigo:

🌺 MOP Spray

🌺 Alexa

🌺 Lustra Móveis Multiuso da Poliflor

🌺 Álcool

🌺 Pato Bloco para Caixa Acoplada Marine

🌺 Escovinha sanitária

🌺 Hipoglós Transparente

🌺 Benefiance para a área dos olhos da Shiseido  [Beleza na Web, Sephora]. 

🌺 Dior Prestige Le Concentré Yeux

🌺 Sérum Revitalizador do Olhar da Evi

🌺 Vitamina C da Bisyou

🌺 Revitalift Hialurônico Cuidado Intenso Olhos, disponível também aqui

 

 

 

 

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Darth Vader (e a Cronologia Star Wars)

Por @gomuyoda

Eu amo HQs. Vocês também gostam?

Não é a toa que o mundo nerd é praticamente atado às Graphic Novels. A construção mental do cenário e das ações é extasiante, porque você se desliga da realidade e salta ativamente na história.

Nos últimos dias, vi a mamalorian agarrada nestas:

Ela disse que esse tipo de livro (ou “revistinha”) pode ser uma excelente porta de entrada para adolescentes e adultos que desejam nutrir o hábito de leitura.

Hoje vou falar de uma HQ do Darth Vader, listar parte da cronologia dos eventos de Star Wars e apresentar mais alguns elementos da minha biografia.

A memória do Baby Yoda que passou por severos traumas relacionados à perseguição do Império possivelmente retornará de modo um pouco mais lento do que a minha. Eu estou lembrando de muita coisa.

Tenho tido vários flash backs, porém sou uma criança cética, então procuro refletir bem para evitar divulgar falsas memórias . Cometi um erro com o meu próprio nome, que está escrito com um acento agudo não só no documento da viagem — uma segunda via emitida às pressas —como no meu cadastro terráqueo de blogueiro, quando de fato meu nome verdadeiro é Gomu, sem acento.

‘Star Wars: Darth Vader Vol. 1: Vader’

Collects Star Wars: Darth Vader (2020)

A edição física em inglês da HQ ‘Darth Vader Vol. 1: Vader’ pode ser encontrada por preços que variam de R$ 90.00 a mais de 700.00, então a melhor opção que a mamalorian achou para mim foi a versão para Kindle, que está custando uns 30 reais para boa parte dos terráqueos.

Eu não paguei nada pela minha versão para Kindle porque a leitura está de graça para quem é assinante Amazon Prime (não sei por quanto tempo, pois o catálogo é rotativo).

Recomendo que a versão para Kindle das histórias em quadrinhos ou de quaisquer outros livros que tenham ricas ilustrações sejam  lidas pelo celular ou  tablet, porque as imagens e cores ficam mais vivas.

A mamalorian prefere ler as HQs de papel, mas, às vezes, quando as versões digitais são as escolhidas, o custo fica muito menor.

(O leitor da nuvem da Amazon me deixa um pouco confuso, mas pode ser que você goste. Para acessar, clique aqui).

As HQs dessa mesma série mostram o que acontecia no entorno de Darth Vader enquanto estávamos vendo os eventos por outros ângulos.

O Darth Vader volume 1, escrito por Kieron Gillen com ilustrações de Salvador Larroca e Edgar Delgado, começa um dia antes da morte de Obi Wan, tragédia ocorrida pouco mais de dois dias antes da histórica Batalha de Yavin, fielmente retratada no Episódio IV de Star Wars.

A HQ  mostra vários acontecimentos verídicos que os filmes não revelam, como a negociação de Vader com Jabba, por exemplo.

Dois dos importantes destaques desse volume são a primeira aparição da Dra Aphra, arqueóloga espacial e programadora de droides, e a revelação de como Darth Vader ficou sabendo que era pai de Luke.

Considerando a vastidão da Galáxia, recomendo a consulta da cronologia dos eventos em relação à data da Batalha de Yavin para que você se localize melhor quando estiver lendo um livro ou HQ, vendo uma série ou um filme relacionados.

A Batalha de Yavin está para a minha Galáxia como a Batalha de New York está para o Universo da Marvel.

Pelo que pude compreender, aqui no Planeta Terra o Antes e Depois é relacionado com o nascimento do Baby Jesus, que apesar de ter Baby no nome,  não é parente dos Baby Yoda.

Como sou apenas uma criança e não um historiador galáctico, organizei a cronologia abaixo  acrescentando alguns dos inúmeros detalhes desconhecidos por terráqueos que não tem acesso às aventuras experimentadas por pessoas anônimas da minha Galáxia natal.

Preciso dar um crédito mais do que especial ao Diário Rebelde, pois sem a pesquisa que ele fez para o canal do Youtube eu estaria mais perdido que Luke em Dagobah.

Fui acrescentando acontecimentos da minha vida e outros, como nascimentos e mortes de pessoas importantes, e a lista acabou imensa.

Todo padawan que se preza precisa saber um pouco da História da sua Galáxia.

Cronologia de Star Wars com enxertos da vida da não lendária criança geriátrica Gomu Yoda

  • ABY = Antes da Batalha de Yavin
  • DBY = Depois da Batalha de Yavin

▪896 ABY – Nascimento de Mestre Yoda
▪509 ABY – Nascimento de Yaddle
▪232 ABY – Livro Star Wars High Republic Light of Jedi de Charles Soule
▪232 ABY – Livro Into the Dark de Claudia Gray
▪232 ABY – Livro The Great Jedi Rescue
▪232 ABY – Livro A Test of Courage
▪180 ABY – Nascimento de Chewbacca
▪92 ABY – Nascimento de Qui Gon Jin
▪91 ABY – Nascimento de Dokaf (desconhecido para os terráqueos)
▪72 ABY – Nascimento de Shmi Skywalker
▪86 ABY – Nascimento de Hetra (desconhecida para os terráqueos)
▪80 ABY – Série Star Wars The Acolyte (Ainda será filmada)
▪58 ABY – Nascimento de Luminara Unduli (em Mirial)
▪57 ABY – Nascimento de Obi-Wan Kenobi
▪52 ABY – Nascimento de Chirrut Îmwe (em Jedha)
▪46 ABY – Nascimento de Padmé
▪44 ABY – Nascimento de Garazeb Orrelios (em Lasan)
▪41 ABY – Nascimento de Anakin Skywalker
▪41 ABY – Nascimento de Grogu
▪41 ABY – Nascimento de Gomu Yoda (desconhecido para os terráqueos que não são amigos da mamalorian)
▪40 ABY – Nascimento de Barriss Offee (em Mirial)
▪40 ABY – Livro Master & Apprentice de Claudia Gray (Qi Gon e Obi Wan)
▪40 ABY – HQ Age of Republic: QUI Gon Jin (Marvel)
▪36 ABY – Adoção de Gomu Yoda pelos togrutas Hetra e Dokaf (em Shili)
▪36 ABY – Nascimento de Ahsoka
▪34 ABY – HQ Jedi Fallen Order: Dark Temple (números 1 a 5, Marvel)
▪33 ABY – Nascimento de Kanan (Caleb) Jarrus
▪33 ABY – Construção do R2-D2
▪32 ABY – Nascimento de Boba Fett (Kamino)
▪32 ABY – HQ Darth Maul (números 1 a 15 – Marvel)
▪32 ABY – Livro Queen’s Peril de E. K Johnston (Sobre Padmé)
▪32 ABY Star Wars I: A Ameaça Fantasma
▪32 ABY – Morte de Qui Gon Jin
▪30 ABY – Nascimento de Lando Calrissian (em Socorro)
▪29 ABY – Nascimento de Han Solo
▪29 ABY – Nascimento de Hera Syndulla
▪29 ABY HQ Age of Republic: Obi-Wan Kenobi
▪29 ABY HQ Obi-Wan & Anakin (Volumes 1 a 5)
▪29 ABY – Gomu muda-se temporariamente para Coruscant; conhece Aldeeran
▪28 ABY – Livro Queen’s Shadow, de E. K. Johnston
▪27 ABY (aproximadamente) – Nascimento de Din Djarin
▪26 ABY – Nascimento de Cassian Endor (em Fest)
▪22 ABY – HQ Age of Republic: Count Dooku (Marvel)
▪22 ABY – Nascimento de Jyn Erso (em Vallt)
▪22 ABY – Filme Star Wars II: Ataque dos Clones
▪22 ABY – Morte de Shmi Skywalker
▪22 ABY – Filme Star Wars: A Guerra dos Clones
▪22 a 19 ABY – Série Star Wars: The Clone Wars (7 temporadas)  ▪21 ABY – Gomu deixa Coruscant; conhece Naboo.
▪21 ABY – Nascimento de Sabine Wren (Mandalore)
▪21 a 17 ABY – Livro Catalyst: A Rogue One Novel
▪20 ABY – Morte de Dokaf (pai adotivo de Gomu)
▪19 ABY – Nascimento de Ezra Bridger
▪19 ABY – HQ Kanan The Last Padawan (números 7 a 11)
▪19 ABY – HQ Darth Maul: Son of Dathomir (números 1 a 5).
▪19 ABY – Livro Star Wars Thrawn Ascendancy: Chaos Rising (de Thimoty Zahn)
▪19 ABY – Livro Star Wars Thrawn Ascendancy: Greater Good (de Thimoty Zahn)
▪19 ABY – Livro Star Wars Dark Disciple (de Christie Golden)
▪19 ABY – Filme Star Wars III: A Vigança dos Sith
▪19 ABY – Nascimento de Luke e Leia
▪19 ABY – Morte de Padmé
▪19 ABY – (Ordem 66) Morte de Depa Billaba, Luminara Unduli, Barriss Offee e outros
▪19 ABY – HQ Kanan The Last Padawan (números 1 a 6)
▪19 ABY – Série Star Wars The Bad Batch (começa momentos antes da ordem 66)
▪19 ABY – Momento de grande insegurança. Gomu Yoda interrompe seus estudos e muda-se com Hetra para Tatooine.
▪19 a 18 ABY – HQ Darth Vader: Dark Lord of the Sith (números 1 a 25) – Charles Soule
▪18 ABY – Livro Ahsoka, de E. K. Johnston
▪17 ABY – Gomu volta a Coruscant disfarçado de filhote de Ewok para renovar seu passaporte interplanetário
▪14 ABY – Livro Star Wars Lordes dos Sith, de Paul S Kimp
▪14 ABY – Jogo Star Wars: Jedi Fallen Order
▪14 ABY – Livro Star Wars Tarkin, de James Luceno
▪13 ABY – Livro Star Wars Most Wanted, de Rae Carson (Han Solo e a namorada Q’ira)
▪13 a 10 ABY – Filme Star Wars Han Solo  – É aqui que Han consegue fazer o Percurso de Kessel em cerca de 12 parsecs (encontrou um atalho e reduziu a distância)
▪13 a 0 ABY – Livro Star Wars: Rebel Rising, de Beth Revis (Jin Erso sob tutela de Saw Guerrera)
▪11 ABY – Livro Thrawn, de Thimoty Zahn
▪11 ABY – Livro Star Wars Um Novo Amanhecer, de John Jackson Miller (Padawans, o Jedi exilado Caleb foi o garotinho que escapou dos clones no início de Bad Batch; ele toma para si o nome Kanan e se une à pilota Hera Syndulla)
▪11 a 5 DBY – Livro Star Wars Estrelas Perdidas, de Claudia Gray
▪10 ABY – HQ Lando: Double or Nothing (números 1 a 5)
▪09 ABY – Série Star Wars Obi-Wan Kenobi
▪06 ABY a 3 DBY – Livro Star Wars Battlefront: Companhia do Crepúsculo, de Alexander Freed
▪05 ABY – Série Star Wars Andor
▪05 ABY – HQ Star Wars Cassian & K-2SO Rogue One
▪05 a 01 ABY – Série Star Wars Rebels – No ano 02 ABY os Rebeldes se instalam em Yavin 4. Kanan morre no ano 01 ABY, mesmo ano em que é descoberto um Portal Mundo entre Mundos.
▪03 ABY – Livro Star Wars Leia: Princesa de Alderaan, de Claudia Gray
▪02 ABY – Livro Star Wars Trawn: Alliances, de Timothy Zahn
▪01 ABY – Livro Star Wars Trawn: Treason, de Timothy Zahn
▪01 ABY – Jogo Vader Immortal I, II e III
▪01 ABY – HQ Vader: Dark Visions (números 1 a 5)
▪01 ABY – Morte de Kanan Jarrus
▪00 ABY – Filme Star Wars Rogue One (Jin Erso, Cassian e K-2SO)
▪00 ABY – Morte de Jyn Erso, Cassian Andor, Chirrut Îmwe, Baze Malbus (em Scarif)
▪00 ABY – Filme Star Wars IV: Uma Nova Esperança
▪00 ABY – Morte de Obi-Wan Kenobi
▪00 DBY – HQ Star Wars Princesa Leia (números 1 a 5)
▪00 DBY – HQ Star Wars Age of Rebellion: Han Solo
▪00 DBY – Livro A Missão do Contrabandista (Greg Rucka) – Han Solo e Chewbacca
▪00 DBY – HQ Star Wars Chewbacca (números 1 a 5)
▪00 DBY – Livro Star Wars Herdeiro do Jedi, de Kevin Hearne
▪00 DBY – Livro Star Wars A Arma de um Jedi, de Jason Fry
▪00 DBY – HQ Han Solo (números 1 a 5)
▪00 DBY – Livro Star Wars Battlefront II: Inferno Squad
▪00 a 03 DBY – HQ Star Wars, números 1 a 74, de Aaron, Cassaday e Martin
▪00 DBY – HQ Darth Vader (números 1 a 25), de Gillen
▪00 DBY – HQ Lando (números 1 a 5)
▪00 a 03 DBY – HQ Doctor Aphra (números 1 a 40)
▪01 DBY – HQ Star Wars: The Storms of Crait
▪01 a 02 DBY – HQ Star Wars, números 38 a 67, de Aaron, Cassaday e Martin
▪03 DBY – HQ Star Wars Target Vader (números 1 a 6)
▪02 DBY – Nascimento de Poe Dameron
▪03 DBY – Filme Star Wars V: O Império Contra-Ataca
▪03 DBY – HQ Bounty Hunters (números 1 a 9)
▪03 DBY – HQ Tie Fighter (números 1 a 5)
▪04 DBY – Livro Star Wars Alvo em movimento, de Jason Fry
▪04 a 34 DBY – Jogo Star Wars Battlefront II
▪04 DBY – Filme Star Wars VI: O Retorno de Jedi (Início da Nova República)
▪04 DBY – Batalha de Endor
▪04 DBY – Morte de Mestre Yoda
▪04 DBY – Morte de Anakin
▪04 DBY – HQ Império Despedaçado (números 1 a 5)
▪04 DBY – Livro Star Wars Alphabet Squadron
▪04 DBY – Livro Star Wars Marcas da Guerra
▪04 a 05 DBY – Jogo Star Wars: Squadrons
▪05 DBY – Nascimento de Ben Solo
▪05 DBY – Livro Star Wars Marcas da Guerra: Dívida de Honra, de Chuck Wendig
▪05 DBY – Livro Star Wars Marcas da Guerra: Fim do Império, de Chuck Wendig
▪07 DBY – Livro Star Wars Last Shot
▪08 DBY – Hetra teme pela vida de Gomu e operacionaliza uma rede de apoio à Resistência
▪09 DBY – Série Star Wars The Mandalorian (Grogu estava no Planeta Arvalla-7)
▪09 DBY – Morte de Kuiil
▪09 DBY – Criação secreta do ‘Programa de Adoção Intergaláctica de Bebês da Raça Yoda‘ (desconhecido pelos terráqueos e financiado pela Disney)
▪09 DBY – Hetra inscreve Gomu Yoda no PAIBRY
▪09 DBY – Série Star Wars The Book of Boba Fett
▪09 DBY – Série Star Wars Range of the New Republic
▪09 DBY – Série Star Wars Ahsoka
▪09-10 DBY – Em 09 DBY Gomu Yoda viaja para o futuro com escala na cidade de São Paulo; chega ao nordeste brasileiro no início do ano seguinte (ano terráqueo de 2021)
▪11 DBY – Nascimento de Finn
▪15 DBY – Nascimento de Rey
▪18 DBY – Livro Star Wars Poe Dameron: Free Fall
▪28 DBY – Livro Star Wars Legado de Sangue, de Claudia Gray
▪28 DBY – HQ The Rise of Kylo Ren (números 1 a 4) – Han e Leia se separam, Luke exila-se.
▪31 DBY – Livro Star Wars Force Collector
▪32 DBY – Livro Star Wars Phasma, de Delilah S. Dawson
▪32 DBY a 34 DBY – HQ Star Wars Poe Dameron (números 1 a 31)
▪34 DBY a 35 DBY – Série Star Wars: Resistence
▪34 DBY – Filme Star Wars VII: O Despertar da Força
▪34 DBY – Morte de Han Solo
▪34 DBY – Livro Star Wars The Last Jedi: Cobalt Squadron
▪34 DBY – HQ Star Wars Capitã Phasma
▪34 DBY – Livro Star Wars Galaxy’s Edge: Black Spire, de Delilah S. Dawson
▪34 DBY – Filme Star Wars VIII: Os Últimos Jedi
▪34 DBY – Livro Star Wars A Resistência Renasce, de Rebecca Roanhorse
▪34 DBY – Livro Star Wars Galaxy’s Edge: A Crash of Fate, de Zoraida Córdova
▪34 DBY – HQ Star Wars Allegiance (números 1 a 4)
▪34 DBY – Livro Star Wars Spark of the resistence, de Justina Ireland
▪35 DBY – Filme Star Wars IX: Ascenção Skywalker
▪35 DBY – Morte de Ben Solo
▪35 DBY – Morte de Leia

 

 

 

 

 

 

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Como uso a Alexa

Por @meire_md

Post dedicado à minha amiga Marília🌹

“Qual conselho um imã deu a outro? Você precisa ver as coisas pelo polo positivo” (Alexa)

A Alexa é a Inteligência Artificial da Amazon e, para os curiosos que exploram bem as suas funcionalidades, ela se comporta tanto como uma secretária bastante eficiente quanto como um propulsor de produtividade.

Há aqueles que até gostam, mas mal usam. Há aqueles que não enxergam sentido algum nos dispositivos. Então, só compre um Echo Dot equipado com Alexa caso acredite que seja interessante para o seu dia a dia.

Faço questão de deixar isso bem claro no início do post porque não gosto que ninguém compre por impulso algo que indiquei.

Muita gente usa a Alexa apenas para pedir música, e entendo.

Ainda que ela só servisse para isso, já seria uma aquisição muito interessante, porque é bem confortável não parar o que se está fazendo nem precisar mexer no celular para rodar o Spotify ou outras plataformas, subir e descer o volume, ou trocar a playlist.

Tenho a Alexa em quatro dispositivos:

Preferi comprar também os suportes ajustáveis, que deixam o dispositivo mais alto e permitem que o ângulo da tela seja modificado.

Percebeu? A Alexa é uma alma. Ela é um ser virtual que pode estar presente em inúmeros dispositivos.

A minha  irmã é alexamaníaca e usa o Alexa Echo Dot e o Echo Show com tela de 5.5″. 

Inclusive, ela escreveu um post sobre o dia em que a Alexa falou palavras obscenas.  Foi um acontecimento totalmente fora do comum, porque a IA da Alexa é programada para não pronunciar palavrão.

Generalidades

Minha Alexa 5.5″

Eu preciso de listas, lembretes e timers para funcionar bem. O que a Alexa faz é receber meus comandos e me devolver tudo de forma organizada.

Mesmo que eu não esteja perto dos dispositivos físicos, o celular está sempre comigo e me envia notificações, bem como permite que eu consulte e edite as listas e os lembretes, por exemplo.

Sempre tenho muitas coisas para fazer, desde coisas simples como manter as compras de itens essenciais de casa até concluir tarefas dentro de prazos muito específicos, além de gerenciar o turbilhão de ideias que aparecem para o Salada Médica.

“Ela foi trazida de sua especulação para as realidades desagradáveis pela entrada brusca do major Metcalf”(Três Ratos cegos e outros contos, de Agatha Christie)

Pelo fato de precisar atender várias ligações telefônicas por dia (coisa que corta minha concentração e faz com que eu perca o foco no que estava fazendo), corro sério risco de esquecer de fazer o que prometi na ligação anterior.

Para quem tem TDAH isso é bastante adoecedor. Quando você é uma pessoa responsável, a sensação de que vai esquecer algo pode ser bem estressante.

“Alexa, anote coisa tal na minha lista de tarefas”

Pronto. Aí a cada momento de acalmia do dia volto para ela e pergunto o que preciso fazer, e faço. Eu esqueceria; a Alexa, não.

Quando eu paro para fazer uma anotação física  fica mais complicado voltar concentrada para o que eu estava fazendo porque perco o foco e posso demorar a recuperá-lo.

Penso em várias coisas o tempo todo, então pensar falando alto não interrompe o fluxo da minha atividade porque a voz interior está apenas se materializando.

O que interrompe fortemente o meu foco é interagir com outras pessoas ou parar o que estou fazendo para fazer outra coisa.

O meu cansaço mental decorrente do TDAH continua existindo, sei que isso não tem cura, só controle.

Mas a ansiedade promovida pelo medo de esquecer ou de errar reduziu muito.

Os benefícios para minha saúde mental são tantos que eu nem queria escrever um post específico sobre a Alexa, pois sou muito, mas muito suspeita. O amor é grande ❤️.

E da mesma forma que acrescento por voz diversos itens às minhas listas, removo da mesma forma. “Alexa, remova extrair relatórios da minha lista de tarefas”.

Mas a Alexa vai muito além disso, continua aqui comigo.

Agora vamos partir para coisas mais específicas

Minha Alexa 8″

A primeira coisa que você precisa fazer quando a sua Alexa chegar é instalar o aplicativo Alexa no seu celular para poder configurar o dispositivo. Logue com sua conta e senha da Amazon.

A configuração do dispositivo é bastante intuitiva.

No caso dos aparelhos com tela, parte da configuração é feita por toque — inclusive a digitação da senha do wi-fi de casa.

Se você escolher um modelo com tela, arraste seus dedos da parte superior para baixo e da esquerda para a direita e verá várias funções.

Explore o aplicativo quando estiver com tempo livre para se organizar, colocando seu streaming de música favorito como padrão, configurando sua TV para ser controlada por ela, escolhendo se prefere que a Alexa dê respostas curtas ou longas, criando lembretes recorrentes e muito mais.

Comece do começo e vá se atualizando. A Alexa nunca para de aprender coisas novas.

A tranquilidade dos lembretes recorrentes

Há tarefas que você precisa repetir todo dia — como tomar um certo medicamento — , todas as semanas, meses ou anos.  Assim, você pode configurar a recorrência dos lembretes só uma vez, e passar a recebê-los repetidamente.

Um dos meus vários lembretes recorrentes é atualizar a Planilha de Investimentos. Coloquei o dia 29 de um mês x como o primeiro e pedi que ela repetisse o mesmo lembrete a cada 30 dias (às 19h).

Você pode configurar lembretes recorrentes para pagar boletos, enfim, para tudo que for necessário.

Lembretes específicos

Se enquanto você está com as mãos ocupadas vem a lembrança de comprar um medicamento exatamente no dia que precisa sair de casa (aqui trabalhamos com casos reais), você pode dizer: Alexa, me lembre de comprar Tylenol.

Ela vai perguntar quando você quer ser lembrado, e você diz o dia e a hora. Simples assim.

Como gosto de encurtar passos,  costumo agrupar comandos com os dados que são essenciais para ela “Alexa, anota um lembrete para o dia 10 de dezembro às 10 horas da manhã”, ela pergunta “para que é o lembrete?” e você diz.

Você pode ir testando as suas formas objetivas. Mas seja específico.

  • Alexa, anota um lembrete;
  • Alexa faz um timer de X minutos;
  • Alexa, anota tal coisa na lista tal.

Timers

Usar os timers é bem simples, função essencial para quem vive no Mundo da Lua — falei sobre isso no post Três minutos é tempo suficiente para fazer um filho.

Você quer fazer um arrastão para limpar pontos essenciais da casa ou se exercitar dançando música dos anos 60 durante 20 minutos para nos próximos 30 minutos ler um livro, mas você é tão sequelado quanto eu e não tem a menor noção do tempo?

Simples.

‘Alexa, coloca um timer de 20 minutos’.

Ela coloca e o alarme é pontual. Ai você diz: ‘Alexa, toca música dos anos 60 no Spotify’. Ela toca sem que você tenha perdido um tempo precioso mexendo no celular, aparelho que acaba te carregando para o Instagram ou para o WhatsApp.

Ao final dos 20 minutos ela vai interrompê-lo e você vai partir para outra atividade, pedindo ‘Alexa, coloca um timer de 30 minutos’.

E pode ler bem longe do celular sem precisar ficar preocupado em estourar seu “orçamento de tempo”.

Listas

Eu já usei diversas listas, mas hoje simplifiquei a rotina e só uso três:

  1. lista de Tarefas;
  2. lista de Compras;
  3. lista de Casa.

Você pode:

  • criar quantas listas quiser; se esquecer quantas listas tem, basta pedir: ‘Alexa, mostra minhas listas’;
  • manipular as listas pelo aplicativo ou fazer tudo por voz, inclusive remover itens. Eu prefiro o comando de voz. ‘Alexa, anota suco de cranberry na minha lista de compras’;
  • pedir que ela leia a lista toda para você.  ‘Alexa, o que tem na minha lista de compras?’. Ela vai dizer o número de itens e discriminá-los por voz.

Como as minhas são com tela, peço ‘Alexa, mostre a minha lista de compras’ sempre que me sento para fazer pedidos online ou para lembrar o que preciso comprar na rua. Depois que confirmo a compra, peço que ela remova o item da lista.

Fazer lista de compras ajuda bastante a economizar.  Não costumo comprar nada que eu não tenha programado.

Minha lista de tarefas só eu entendo e é voltada ao trabalho. Ela é editada várias vezes ao dia; vou acrescentando e removendo itens, sempre por voz.

Como não gosto de acumular serviço, sempre que estou em um momento calmo volto para a lista, que também fica disponível no celular, e vou resolvendo tudo.

Na lista de casa anoto tudo que não vai nem para a lista de compras nem para a de tarefas, como:

  • ideias para o blog;
  • necessidade de marcar uma consulta médica;
  • limpar a biblioteca etc.

Mais ou menos uma vez por semana olho o que fui jogando na lista de casa mas que ficarão para depois, como as ideias para posts. Ai passo com calma para meu Planner do jeitinho tradicional: com caneta. Assim, deixo as listas sempre enxutas.

Isso não me toma mais que 3 minutos.

“Alexa, mostre meu calendário”

Basta ir nas configurações do aplicativo do celular, escolher a função calendário e vincular a sua conta.

Tirei alguns minutos de um dia e anotei todos os aniversários no calendário do Google e pronto. Para quem já tem um calendário recheado, melhor ainda, pois tudo vai migrar.

Não uso o calendário para eventos ou lembretes, prefiro usar as funções nativas da Alexa e, enquanto escrevo este post,  decidi que vou colocar todos os aniversários importantes como lembretes anuais recorrentes!

Gente, é muito fácil fazer isso pelo aplicativo Alexa. Quem diria que um dia seria possível investir alguns minutos de tempo para passar a receber avisos importantes pelo resto da vida?

Em tese uma inteligência virtual não morre. Se você restaurar as configurações de fábrica ou comprar um novo dispositivo, tudo que você deixou aos cuidados da Alexa voltará para o mesmo ou para o novo dispositivo.

Estamos mesmo no futuro.

Usando a Alexa para navegar na web

Nos dispositivos com tela você navega na internet com toque ou voz em diversos sites.

Basta pedir: ‘Alexa, abra o Silk’ (Silk é o navegador da Amazon) e a partir daí você navega como se ela fosse um tablet.

Infinitas interações

‘Alexa, como se escreve palavra tal?’ É uma função que uso bastante porque tenho uns brancos frequentes com palavras. Às vezes escrevo e penso: será que está certo?  Como as minhas têm tela, também vejo a palavra escrita.

‘Alexa, me fale sobre fulano ou me fale sobre coisa tal’, é outra função que uso muito quando estou escrevendo. Isso pode ser bem divertido para crianças e para idosos curiosos.

Se você começar a pesquisar por aí todas as perguntas que ela pode responder, você entrará num poço sem fundo. As pessoas da internet descobrem coisas novas todos os dias.

‘Alexa, quando é tanto vezes tanto?’ Alexa, quanto é a raiz quadrada de tanto? Uso muito as operações matemáticas quando estou organizando as finanças de casa ou quando preciso calcular a idade de alguém.

“Alexa, avise que estou chegando em casa”

Você pede que a Alexa dê um aviso e ela manda mensagem para os dispositivos vinculados à conta da sua família.

Acabei de dizer ‘Alexa, avise que eu estou com fome’, e certamente logo mais aparecerá um marido aqui em casa me oferecendo comida.

Usando a Alexa para ver vídeos , filmes e séries

Como gosto de ver séries, filmes e vídeos sem precisar usar óculos, uso bastante meus dispositivos Echo com essa finalidade.

Uso frequentemente as Alexas para ver Netflix, Amazon Prime Vídeo e YouTube. Basta pedir que ela abre. ‘Alexa, abra Prime Vídeo’; ‘Alexa, abra Donnie Darko.’

Pedindo para a Alexa ler livros para você

Minha irmã já escreveu um post bem completo sobre essa função.

Ao receber o comando de voz, a Alexa consulta a nossa biblioteca Kindle e, caso você não especifique, por padrão ela começa a ler o livro que julga mais recente ou que você pediu por último (que nem sempre é o que você de fato abriu por último —principalmente se você lê vários livros ao mesmo tempo).

E você sabe que não precisa ter o aparelho Kindle para comprar e ler livros no formato Kindle, não é? Você pode usar o aplicativo Kindle para celular e fazer a leitura por ele. A Alexa vai conseguir ler o livro compatível do mesmo jeito, pois tudo fica na nuvem da Amazon.

Prefiro especificar. ‘Alexa, leia meu livro O Clube do Crime das Quintas-Feiras’, pronto.

Por motivos óbvios, ela não lê Graphic Novels, por exemplo. Os livros que são incompatíveis não aparecem listados no seu aplicativo Alexa nem na lista que as Alexas com tela entregam para a nossa visualização.

Gosto de pedir: ‘Alexa, abra minha Biblioteca Kindle’, ai arrasto a tela e clico no livro que quero que ela leia.  Se o seu dispositivo não tem tela e você não lembra o nome do livro que quer ler ou quer consultar os disponíveis para escolher, clique na função Reprodução do aplicativo Alexa no seu celular, role a tela e escolha o livro que quer ouvir. Sim, é simples mesmo.

Uso bastante essa função tanto para reler livros enquanto estou fazendo algum trabalho manual, quanto para ouvir partes que li recentemente, com a intenção de fixar melhor o conteúdo.

“Alexa, volte dois minutos”; “Alexa, adiante uma hora”. Com um simples comando de voz, a Alexa retrocede ou adianta a leitura do livro por segundos,  minutos ou horas.

Caso você queira que ela recomece a leitura a partir de um ponto muito específico, abra livro no Kindle e deixe o texto no ponto exato, que ela retoma a leitura dali.

Para voltar ou adiantar, a Alexa se baseia no tempo. Então se você quer voltar para o início do livro, só extrapole o tempo que já foi lido: “Alexa, volte X horas”. Então ela volta o máximo possível.

A experiência imersiva de reler Sapiens dessa forma foi incrível.

Criando Rotinas

Você pode automatizar comandos usando o aplicativo Alexa no celular.

Tenho 9 rotinas configuradas e vou dar alguns exemplos.

  • Quando eu digo ‘Alexa, boa noite’, ela ativa o modo não pertube.
  • Quando eu digo, “Alexa, bom dia”, ela me conta algo novo.
  • Quando digo “Alexa, quero fazer faxina”, ela começa a tocar a Playlist ‘Incomodada Ficava a sua Avó’.
  • Quando eu digo “Alexa, música clássica”, ela abre a playlist Mozart in the Jungle, que amo.

Explore as possibilidades.

Automação Residencial

Como a TV do nosso quarto é antiga mas muito boa e não queríamos comprar outra apenas para automatizar com a Alexa, compramos o Fire TV Stick com controle remoto por voz, que também contém a tecnologia da Alexa e fica integrado com os outros dispositivos (há vários modelos de Fire TV).

Quando pedimos para a Alexa do escritório ou do quarto ligar a TV  e colocar na Netflix, tudo acontece. Ou controlamos a TV por voz ou por toque com o próprio controle, e das mesmas formas  controlamos o volume e desligamos a TV.

Se você tem uma TV que já é compatível com os dispositivos Alexa, nem precisa do Fire TV Stick.

A Alexa pode controlar lâmpadas, TVs, aparelhos de ar condicionado, fechaduras eletrônicas, interruptores, cortinas, aspiradores de pó e quaisquer outros itens compatíveis com sua tecnologia.

As possibilidades de automação residencial não param de surgir.

Gente como a gente

O que Pitágoras falou para Machado de Assis? Não me venha com história que já tô cheio de problemas.

E tem a zueira, né?

A Alexa solta pum, arrota, imita o Chewbacca, canta música errado, conta piadas de matemática, piadas de física, piadas de biologia.

Criar uma rotina para fazer com que ela dê uma resposta super específica é bastante engraçado.

O que não uso?

Acho que só não uso as Alexas para fazer chamadas em vídeo…

Skills

São aplicativos que fazem com que os dispositivos Echo equipados com Alexa desempenhem outras funções e podem ser ativadas ou desativadas a partir do aplicativo Alexa instalado no seu celular.

Há skills de notícias, esportes, negócios, finanças, saúde e boa forma, curiosidades, jogos … a lista é bem extensa;

Afora a Skill do Spotify e as relacionadas à Casa Inteligente, não testei muitas outras porque as funções nativas da Alexa são bem suficientes para as coisas que mais gosto de usar.

Como limpo minhas Alexas?

Aplico o mesmo produto que uso para limpar o celular, as telas dos computadores e da TV, o limpa telas.

O  meu favorito é o kit da Flash Limp, mas todos os que já usei funcionam bem.

Prefiro espirrar o limpa telas no paninho ou na esponja específica de microfibra que veio no último kit limpa telas que comprei; nunca aplico o líquido direto no dispositivo como faço com a TV, que tem a tela imensa.

No dia a dia basta remover o pó  com um paninho de microfibra limpo e usar o produto sempre que a tela estiver com marcas de dedo ou com aspecto esquisito.

Gosto das minhas telas, todas, sempre limpinhas.

Minha vida antes de você

Antes de usar a Alexa eu usava a Assistente do Google, que é bastante inteligente.

O que mais me incomodava era justamente a necessidade frequente de interromper o que estava fazendo para usar as mãos.

Diga, “Alexa, eu te amo” e espere a resposta.

A minha ela já deu. E o que sinto por ela, você já sabe.

Certamente deixei de falar muitas coisas. A gente vai conversando.

Beijos.

Três minutos é tempo suficiente para fazer um filho

Por @meire_md

Lavo meus cabelos em média quatro vezes por semana e sempre aplico a Máscara Capilar da Pantene.

Uso tanto a Liso Extremo quanto a Hidratação; gosto muito de ambas, até porque na verdade são basicamente idênticas.

Há umas três semanas percebi um ressecamento inesperado nos fios e, concluindo que isto estava acontecendo porque estão mais longos, acreditei que a máscara baratinha não estaria mais sendo suficiente.

Eu já estava planejando comprar uma outra quando, o que irremediavelmente ocorre com pessoas minimalistas, pensei: será que testando a mesma máscara de uma forma diferente não haveria mudança no efeito?

Às vezes um bom produto não entrega tanto quanto poderia porque estamos usando de um modo desleixado ( é super comum ver produtores de conteúdo de beleza pouco criativos sentando o malho em produtos que claramente não observaram com o olhar curioso de quem está testando alguma coisa).

Então foi conversando comigo mesma que me dei conta de que a pressa do dia a dia estava me levando a deixar a máscara agir por no máximo um minuto.

Quem marca três minutos no relógio quando está tomando banho?

A Pantene faz pesquisa na área capilar e indica que a máscara fique agindo por três minutos. Três longos minutos.

O que me parecia um número mágico extraído das vozes das cabeças dos pesquisadores, revelou-se realmente… mágico.

Comecei a, do banheiro mesmo e assim que aplico a máscara, pedir que a Alexa coloque um timer de três minutos.

Quando ela me avisa, removo o produto (e lembro de quantas vezes já prometi fazer um post específico sobre o quanto ela auxilia minha produtividade), simples assim.

Três minutos é o tempo que levo para assistir a doze Reels do Gomu, discutir um caso clínico com um colega ou limpar minuciosamente um cômodo da minha casa usando o Mop Spray.

Muitos cidadãos conseguem fazer um filho em três minutos, não é mesmo?

Teste usar sua máscara capilar baratinha no tempo correto indicado pelo fabricante depois me conta: o efeito melhorou?

Minha lista atual de compras capilares

Desde o início da Pandemia faço compras de supermercado, bebidas, comidinhas sem glúten, cuidados pessoais, papelaria, livros e tecnologia praticamente só pela internet e esse hábito veio para ficar. Por comprar basicamente tudo online, o  frete grátis da Amazon Prime é uma mãe para mim (além do fato de ter filmes, séries, música e eBooks grátis) porque o custo anual é inegavelmente muito menor do que eu teria me deslocando para fazer compras físicas ou pagando frete.

Tenho o couro cabeludo bastante sensível (sujeito a crises de dermatite), cabelos lisos, finos e com fios brancos, então toda rotina  de limpeza é voltada para estas questões.

Uso rotineiramente dois shampoos, o Clear Sports Woman Limpeza Hidratante, que aplico duas vezes em todas as lavagens, e o L’Oréal Expert Silver, que uso mais ou menos uma vez por semana, sempre aplicando uma “demão” do Clear antes.

Além de aplicar a máscara da Pantene em todas as lavagens, uso também o Pantene Creme para Pentear antes de prender os cabelos, coisa que faço apenas todos os dias.

Moro numa cidade quente e adoro manter os fios presos. Eles são muito leves e ficam caindo nos olhos, dando cócegas no meu nariz ou colando nos produtos que uso na boca.

Falando em cabelos presos, gosto muito dos prendedores de cabelo emborrachados da Revlon, que são tic tacs mais macios do que os baratinhos que encontramos em lojinhas e tem pontinhos que evitam que os fios sejam quebrados quando retiro o acessório.

Quando estou em casa costumo fazer um coque com palito e usar  tiara para prender os fios que se soltam do coque, assim dispenso o uso de prendedores e ligas.

Gosto muito das tiaras da Revlon com toque macio porque não apertam minha cabeça nem marcam atrás das orelhas, mas não sei se funcionam bem para quem tem muito cabelo, pois são bem flexíveis. Se você tem a cabeça pequena como a minha e pouco cabelo, acredito que vá gostar.

Só prendo os fios com ligas quando faço rabo de cavalo ou coque com hair donut.

Como mostrei em outros posts sobre cabelos, principalmente no ‘Mais Sobre os Meus Cabelos’, as ferramentas que uso são a Escova Tangle Teezer Wet Detangling, a touca Dry My Hair da Océane, minha escova alisadora ou chapinha , secador,  a Tesoura da Mundial (6 polegadas) e o Modelador de Cachos da Lizz, o Curling Cônico.

Relendo o conteúdo percebi que esqueci de mostrar meu pente favorito da vida, o Tangle Teezer The Back Combing Hairbrush. Sinto que ele alinha melhor os fios, ajuda a sentar o frizz e além disso é ótimo para usar com os cabelos molhados.

O que era para ser um post apenas sugerindo que você espere três minutos após aplicar a máscara acabou virando um texto de três laudas.

Um beijo!

 

 

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Do Éden ao Divã

Por @meire_md

“Embora os judeus representem apenas 3% da população norte-americana, 80% dos comediantes dos Estados Unidos são judeus” Do Éden ao Divã | Moacyr Scliar, Patricia Finzi e Eliahu Toker

Do Éden ao divã na Amazon

O humor, a ironia e a capacidade de rir das próprias desgraças são tão enraizados na cultura judaica que estudiosos sobre o tema encontraram humor até em textos religiosos antigos.

Do Éden ao Divã é uma coletânea de anedotas que começa pelas historietas talmúdicas e vai até as que adotaram diferentes características de estilo de acordo com a época e localização geográfica do povo judeu, que sofreu a primeira diáspora nos tempos babilônicos.

Com a segunda diáspora, iniciada após a destruição do Templo de Jerusalém (ano 70 dEC), os judeus foram se espalhando pela Europa, África, Península Ibérica, Oriente Médio e Leste Europeu, região considerada o berço do humor judaico.

Com o avanço do antissemitismo e a violência das perseguições, espalharam-se pelas Américas, incluindo o Brasil.

Como diz a anedota sobre o dilúvio,  na qual o padre conclama os cristãos a se arrependerem para morrem em paz e o rabino conclama os judeus a aprenderem viver sob a água, os judeus se adaptaram a diversos modos de vida e assim o humor ganhou novos temas, incluindo aqueles relacionados à formação do Estado de Israel (1947).

“A sátira é a indignação moral transformada em arte cômica ” (Philip Roth)

Piadas criadas em pleno campo de concentração, provérbios para fazer maldições contra desafetos, anedotas sobre pedintes ingratos  – na cultura judaica receber esmolas é um direito -, os problemas de identidade do povo judaico, o novo-rico, alusões à ‘mãe judia’, as neuroses e os hábitos judaicos de reclamar da saúde são amplificados e explorados para provocar riso.

“— Diga-me, você que sabe tudo, o que Eva dizia quando Adão voltava tarde? — Ela contava suas costelas — respondeu o rabi.”

Boa parte das anedotas e provérbios irônicos é anônima e possivelmente foi criada e repassada por estudantes da Torah e rabinos, mas os autores traçam minibiografias de alguns autores célebres e reproduzem pequenas coletâneas de cada um.

A inteligência e a acidez do humor judaico são encontradas claramente em autores tão diferentes quanto Philip Roth e Kafka. Preciso até resenhar alguns livros deles para vocês.

Do Éden ao Divã não é um livro para gargalhar. O humor judeu, não raro, faz você rir com as vísceras.

Recomendo.

Você pode gostar de:

Valores Judaicos & Outras Coisas 

Lista de alguns judeus célebres citados pelos autores

Woody Allen, Jack Benny, Milton Berle, Fanny Brice, Mel Brooks, Lenny Bruce, Art Buchwald, George Burns, Red Buttons, Sid Caesar, Eddie Cantor, Al Capp, Bennett Cerf, Byron Cohen, Stanley Elkin, Jules Feiffer, Bruce Jay Friedman, Rube Goldberg, Dan Greenburg, Milt Gross, Sam Gross, Goldie Hawn, Joseph Heller, Abbie Hoffman, Lou Jacobi, Danny Kaye, Alan King, Robert Klein, Paul Krassner, Harvey Kurtzman, Bert Lahr, Norman Lear, Fran Lebowitz, Jack E. Leonard, Jerry Lester, Sam Levenson, David Levine, Jerry Lewis, os Irmãos Marx, Bette Midler, Henry Morgan, Zero Mostel, Lou Myers, S. J. Perelman, Carl Reiner, Don Rickles, Joan Rivers, Leo Rosten, Philip Roth, Mort Sahl, Dr. Seuss, Dick Shawn, Al Shean, Allan Sherman, Max Shulman, Phil Silvers, Shel Silverstein, Neil Simon, Saul Steinberg, Barbra Streisand, Larry Storch, Gerald Sussman, Calvin Trillin, Sophie Tucker, Ira Wallach, Billy Wilder e Gene Wilder.

“Se A é o sucesso na vida, então A = X + Y + Z, onde X é trabalho, Y é diversão e Z é manter a boca fechada.” (Albert Einstein)

Beijos

Grávida pode usar?

Por @meire_md

Essa é uma das perguntas que mais recebo no Instagram.

A resposta não só exige um bom preâmbulo quanto pode mudar do dia para a noite.

Para avaliar a teratogenicidade de uma substância, ou seja, a capacidade dela causar uma má formação no nenê, ou descobrir o quão tóxica é, são adotadas pesquisas com animais ou com modelos alternativos (com embriões, por exemplo).

Em alguns casos a toxicidade para o feto só é descoberta depois que a substância já está no mercado há algum tempo.

Sobre os teratógenos

Os teratógenos são quaisquer agentes que, uma vez atingindo o embrião ou feto, podem causar algum problema estrutural ou funcional.  Importante lembrar que um contato X com eles não determina certeza de que o bebê terá algum tipo de problema.

Os teratógenos conhecidos podem ser divididos basicamente em quatro categorias de agentes:

  • físicos;
  • químicos;
  • biológicos;
  • intrínsecos.

Os físicos são, por exemplo, calor e radiação. É por causa deles que gestantes não devem frequentar saunas nem podem fazer radiografias nos primeiros meses de gravidez.

Os agentes biológicos são os “micróbios” que causam infecções diversas, com ou sem sintomas, como por exemplo o vírus da Rubéola e o Zika Vírus.

Os fatores intrínsecos são relativos à própria gestante, tais como a desnutrição, o diabetes e o hipotireoidismo.

Os agentes químicos são compostos variados, como alguns medicamentos, drogas lícitas e ilícitas,  sendo importante saber que um medicamento pode ser abortivo sem ser capaz de causar má formação no feto. São duas coisas bem diferentes.

Pesquisas em gestantes

Por motivos óbvios, gestantes são excluídas de pesquisas científicas que avaliam toxicidade de medicamentos e de cosméticos, por isso uma boa parte das respostas à pergunta “Grávida pode usar?” não existe ou só será encontrada depois que o produto estiver no mercado há alguns anos.

Quando ocorre alguma intercorrência importante com a gestação, a tendência da família é culpar algum medicamento ou algum cosmético. Os cosméticos sempre serão a causa menos provável.

Tudo que foi indicado por alguém passa a ser, na avaliação da família, a causa e é em parte por isso que gestantes são privadas de usar muitos cosméticos.

Defesas naturais

A pele humana conta com uma barreira que impede que a maior parte dos ingredientes não medicamentosos de uso tópico chegue ao nosso sangue (e consequentemente chegue até embrião ou feto), por isso que a maior parte dos cosméticos não aplicados na boca ou olhos são, via de regra, seguros para gestantes.

Além dessa barreira comum a todos, o feto é parcialmente protegido pela barreira placentária, que também funciona como um filtro para alguns agentes.

Conforme alguns estudos de farmacocinética/farmacodinâmica antigos, a tretinoína e a hidroquinona (que são medicamentos), poderiam atravessar as duas barreiras e chegar ao sangue de alguns indivíduos.

Medicamentos dermatológicos são entregues em quantidade suficiente para prejudicar o nenê? Atualmente ninguém sabe responder isso nem deve se atrever a fazê-lo. Gestantes não devem usar o que é expressamente não indicado, simples assim.

Parte do que sabemos que faz mal para gestantes humanas e seus bebês veio do uso inadvertido de um fármaco por uma grande quantidade de gestantes durante um período de tempo suficiente para suscitar dúvidas quanto a segurança e possibilitar que estudos retrospectivos (que avaliam o que já passou) fechem a relação entre uma coisa e outra.

Além de seguir os conselhos médicos, o melhor que uma gestante pode fazer é usar produtos que o tempo atestou como seguros,  produtos que não sejam expressamente contra-indicados para gestantes, produtos com segurança testada pelo fabricante (tipo produtos mamãe e bebê) e reduzir a rotina cosmética ao essencial.

Nada de querer ficar testando novidades, ok?

Que cosméticos eu usaria hoje se estivesse gestante?

Passei por essa experiência recentemente ao pensar em uma ‘cesta básica’ de cosméticos para uma das pessoas que mais amo no mundo (ela tem 26 anos), então aproveitei para revisar o post que já havia escrito para o Instagram e trazer o conteúdo aqui para o blog.

Comprei  para ela três dos produtos que estão na minha rotina e um que testei e gostei muito (não sei vocês, mas amo dar presentes inspirados nas coisas que eu uso e gosto; sempre nutro algum receio de presentear alguém com algo que eu própria não tenha verificado).

Escolhi a Água Micelar Tudo em 1 Garnier (400mL) por ter um preço muito melhor e performance parecida com a da Bioderma. Ela demaquila suavemente e pode ser usada na área dos olhos.

Quando necessário, a limpeza facial com água micelar pode ser seguida pelo uso de uma boa espuma facial, então escolhi a Gokujyun Face Wash Sabonete Hidratante Facial com Ácido Hialurônico (100g).

Para gestantes que costumam usar uma maquiagem mais resistente, usar um Cleansing Oil pode ser bem interessante. Eu gosto muito do da MAC, porém estou usando o da Hada Labo (mais em conta), que tem azeite de oliva e óleo de Jojoba.

Após ser removido com água ele deixa a pele ligeiramente pegajosa (sem repuxar), mas quando faço o segundo passo da dupla limpeza usando a espuma, todos os resíduos de maquiagem e óleo desaparecem.

Ela já vinha usando o Creme Nivea Soft para hidratar a pele facial, área dos olhos e pescoço e comprei para ela produto multifuncional que amo, o Shirojyun Premium Milk Hidratante Facial Clareador com Ácido Tranexâmico (140mL) mas acabei preferindo recomendar que ela deixasse para usá-lo apenas da metade da gestação para frente. Além de hidratar, o produto tem ações antioxidante e clareadora.

Obs.: A Espuma Facial da Dove Nutrium Moisture é mais barata que a da Hada Labo e tem excelente qualidade. A desvantagem dessa da Dove para uso pelas gestantes é que é um pouco mais perfumada.

Mamãe e bebê compartilhando alguns cosméticos

Para o corpo escolhi a Loção Hidratante Daily Balance Hidratação Intensa Johnson’s, uma das que testei antes de estacionar na minha favorita, a da Cetaphil. Preferi comprar a da Johnson’s por ter um custo menor e por ser voltada para o binômio mamãe-bebê, reduzindo o número de produtos para a dupla.

Ela gostou do produto porque quase não tem fragrância e me disse que usa também o Bio-Oil e o Nívea Q10.

Para os lábios não recomendo os balms da Nivea porque eles contém óleo de rícino. Uma boa pedida para  a gestante é hidratá-los com Hipoglós Transparente, o mesmo creme que poderá ser usado para evitar assaduras no bebê e rachaduras nos mamilos da  mamãe.

Higiene Corporal e Cabelos

Sugiro que você escolha sabonetes infantis para evitar enjoos com fragrâncias mais ativas.

Adoro o sabonete em barra Baby Johnson’s Original, porém a maior parte dos sabonetes pode ser usada por gestantes e o mesmo vale para shampoos e condicionadores.

Se eu estivesse grávida usaria exatamente o mesmo shampoo que atualmente uso com mais frequência, o Clear Sports Woman,  hidrataria os fios com a mesma Máscara da Pantene e usaria o mesmo creme para pentear da Pantene.

Eu só suspenderia temporariamente o meu shampoo da L’Oréal.

Proteção Solar para a Gestante

A gestação facilita a eclosão de um tipo particular de hiperpigmentação facial, o cloasma gravídico, o famoso melasma da gravidez.

Embora o cloasma frequentemente desapareça algum tempo após o parto, as mulheres com maior tendência genética ao melasma podem desenvolver a forma recalcitrante do transtorno, que não tem cura conhecida. Na minha família paterna ele é bem comum (aqui mostro como cuido do meu).

Escolher um protetor solar voltado para crianças, gosto muito dos da Mustela, protetores solares com filtros menos polêmicos, como os Bioré Milk, ou aqueles com alta concentração de filtros inorgânicos (óxido de zinco e dióxido de titânio), como o bastão Pink Cheeks 5km, fornece bastante segurança.

Importante ressaltar os protetores solares que existem no mercado brasileiro, via de regra, podem ser usados por gestantes.

Evite protetores que alegam efeitos adicionais além da proteção básica. Alguns podem conter ativos não pesquisados em gestantes, como ácidos com efeito esfoliante ou certos despigmentantes.

Maquiagem

Cobrir o protetor solar com um pó com cor de fórmula minimalista e boa cobertura, como o Studio Fix Powder da MAC, usar uma base de maquiagem sem tantos penduricalhos como as da Maybelline ou um BB Cream tipo o baratinho da L’Oréal, faz parte da estratégia para prevenir o cloasma gravídico.

Se você não gosta de maquiagem com cor, abuse de roupas com proteção solar, chapéus e sombrinhas.

E não esqueça de usar a suplementação vitamínica prescrita pelo seu ginecologista.

E a limpeza da casa?

A realidade da maior parte das gestantes é a dupla jornada, elas trabalham tanto fora de casa quanto em casa.

Manter uma rotina doméstica simples, eficaz e com menos esforço é fundamental.

Como sou a louca do Mop Spray (já comprei vários para dar de presente, minha priminha fez um vídeo, aqui), comprei um para ela dando a orientação para que limpe o piso do apartamento com desinfetante Veja Limão diluído na proporção de 5mL para a quantidade de água equivalente ao tamanho do frasco spray do Mop. Esse dispositivo evita movimentos que podem ser desconfortáveis para a gestante.

Se você passar o Mop na casa todos os dias praticamente elimina a necessidade de aspirar ou varrer frequentemente;  fica tudo sempre limpo, com odor mínimo de produto e de modo muito rápido.

Você pode manter uma microfibra (refil para Mop Spray Flash Limp) seca para remover o pó das coisas e uma para usar molhada. É super fácil de remover e recolocar  e  a microfibra pode ser lavada à máquina.

Cuidados Específicos

Se você está gestante e tem acne, melasma, rosácea ou outros problemas específicos, não se automedique, procure um médico dermatologista ou aconselhamentos com seu ginecologista.

Enquanto estiver gestante e amamentando, evite ficar testando produtos recém lançados.

O melhor cientista, considerando produtos para gestantes, é o tempo.

Um beijo!

– No post Top 10 Baratinhos que mais recompro tem dica de máscara de cílios e pó fixador. Vamos repetir: não é recomendado que gestantes usem balm labial da Nivea porque eles contém óleo de rícino, um ingrediente não recomendado para gestantes e que pode ser engolido durante o uso do produto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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