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‘The man from earth’ é um filme de orçamento baixíssimo. Ele é praticamente uma peça de teatro bem filmada, coisa que me agrada muito nestas produções: a sensação de que a história foi filmada num fôlego só e que o roteiro prevalece sobre os ‘enfeites’.
O download dele é legal, o próprio diretor deu carta branca aos internautas.
Busquem e assistam, vale a pena.
Meire
A Dieta do Mediterrâneo tem sido estimulada em todo mundo por trazer benefícios tanto para a saúde física quanto para a saúde mental e estar relacionada com a prevenção da demência. Não é uma dieta da moda para perder peso fácil, pelo contrário. É um tipo de dieta baseada em reeducação alimentar e que deve ser mantida ao longo dos anos para que seus efeitos sejam mais positivos.
Uma boa dieta deve ser sempre acompanhada de exercícios, não existe meio fácil de perder peso ou manter-se no peso ideal, por isto na base da pirâmide da Dieta do Mediterrâneo está o engajamento social com passeios ao ar livre, refeição entre amigos e atividade física em geral.
A segunda parte mais bojuda da pirâmide é formada por frutas, vegetais, sementes, grãos, especiarias (ervas finas, manjericão) e o carro-chefe da dieta que é o azeite de oliva.
Lembro que o azeite deve ser de preferência extra-virgem e de baixa acidez (menos de 1%) e deve ser mantido longe da luz solar – por isso a preferência pelo azeite de latinha. A melhor forma de consumi-lo é cru. Você pode acrescentar nas saladas e na refeição em geral depois que os pratos estiverem prontos, sem esquecer que como todo óleo, ele também é calórico e se for consumido em demasia vai engordar.
Os peixes e frutos do mar devem ser consumidos em frequencia maior do que outros tipos de carne, sobretudo a vermelha que deve ser consumida raramente. Os ovos e queijos podem ser consumidos, com moderação. E no topo da pirâmide estão os doces. Pode, mas bem pouquinho.
A dieta também estimula o consumo de água com frequencia e uso moderado de vinho.
Tudo muito gostoso. Podemos comer de tudo, basta que seja de forma equilibrada.
Meire G.
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por Meire Gomes
Muitos transexuais se descobriram na infância, e ‘Ma vie en rose’ trabalha de forma magistral esta delicada questão contando a história do pequeno e doce Ludovic.
O quadro do Ludovic é codificado como F 64.2 na Classificação Internacional de Doenças, e é caracterizado por muito sofrimento pelo fato da criança se perceber num corpo diametralmente distinto àquele que desejaria ter. Para tentar aplacar a sua angústia, a criança desenvolve uma fixação por roupas do sexo oposto, entendendo que assim o seu corpo vai mudar.
Se o quadro é persistente e associado a uma profunda perturbação da identidade, este diagnóstico é altamente provável. Os fatos da menina ser pimentinha e preferir brincar de bola ou carrinho, ou do menino ter um comportamento delicado similar ao de menininhas não são suficientes para aventarmos o diagnóstico de transtorno de identidade sexual na infância. Não disponho de dados práticos que correlacionem o quadro em crianças com transexualidade futura por falta de experiência, mas vários trabalhos mostram que a relação é íntima.
É importante lembrar que transexualidade e homossexualidade são condições distintas. A homossexualidade deixou de ser considerada doença, já a transexualidade, pelos fatos não só necessitar mas de apresentar opções de tratamento médico, pode e precisa ser considerada doença para que se mantenha a atenção às demandas destas pessoas tanto na rede pública quanto na rede privada. Tanto os planos de saúde como o SUS poderiam negar-lhes tal provimento se a condição fosse considerada, em termos leigos, ‘normal’. Pessoas transexuais com intenso sofrimento psíquico podem ser altamente beneficiadas pela cirurgia de transgenitalização (mudança de sexo), já disponibilizada pelo SUS. Onde há sofrimento, há doença, e se há doença, a tutela do Estado é mandatória.
O sofrimento psíquico, que já é muito intenso – basta você se imaginar acordando no corpo de outra pessoa – é somado violentamente à dor da rejeição da família e ao preconceito da sociedade.
Se a pessoa tem um transtorno de gênero de fato, merece tratamento para suportar melhor o peso social de sua condição e não para ser forçada a assumir o seu sexo genital. Ter um pênis ou ter uma vagina é apenas um dos aspectos de nossa identidade sexual, e esta questão genital é um ponto que diferencia fortemente os homossexuais dos transex. Os homossexuais aceitam sua genitália, eles aceitam o seu sexo fenotípico, o seu sexo genético. Eles permanecem sendo homens ou mulheres, mas que se atraem por pessoas do mesmo sexo. Já os transex não. Eles não aceitam o seu sexo genital. Um homem, por exemplo, pode ser transex, querer mudar de sexo retirando seu pênis trocando-o por uma vagina, e ter atração por mulheres – ou seja, ele pode querer ser uma mulher, mas isso não faz com que ele necessariamente prefira homens. Brincando com as palavras, os transex podem ser heterossexuais ou homossexuais.
Bom filme !!!
Beijos

Essas coisas me revoltam !!!
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Atendi na quinta-feira passada um moço de 30 e poucos anos. Relatou que tem Epilepsia desde os 15 anos, mas que vinha sob controle há anos com o mesmo medicamento.
Há alguns meses a epilepsia descompensou. Ele foi orientado pelo Pastor da Igreja que frequenta a suspender a medicação, porque ele estaria possuído pelo Demônio e seria curado em nome de Jesus.
Um moço que já é pobre, marginalizado pela sociedade porque não estudou, limitado a apanhar trabalhos que quem teve oportunidade de estudar não admite fazer, marcado por uma doença ainda estigmatizada pela truculência da ignorância e portanto vítima fácil deste tipo de ave de rapina, ainda se vê na situação de pagar 10% do seu dinheiro suado para financiar ternos bem passados, carros do ano, viagens e perfume importado para seu Pastor espiritual. Ninguém noticia sua convulsão. Para o pastor, simplesmente ele não mereceu a cura que Jesus pode dar. O demônio continua no moço, que precisa ter mais fé.
Ocorre que em muitos casos a Epilepsia sob controle há anos passa meses sem produzir novas crises (ou até nunca mais produz) depois que o medicamento é interrompido. É assim que esses Pastores produzem milagres que enchem suas contas bancárias às custas do sofrimento e boa fé do povo.
Se este moço não tivesse caído da cama pela madrugada e acordado machucado depois de uma queda provocada por convulsão, provavelmente estaria dando seu testemunho de cura. Como não se curou, como no seu caso a Epilepsia ainda estava ativa, ele cala. Ele não vai ao púlpito dizer que Jesus não o curou. Nem ele vai, nem tantos moços e moças que suspendem seus tratamentos e voltam devastados física e emocionalmente para seus médicos vão.
Se nós vivêssemos num país decente, isto seria crime. Sou muito, mas muito calma. Mas este tipo de coisa realmente me deixa irritadíssima. Roubar pessoas pobres, usar sua boa fé, sua inocência, é uma forma de estupro psicológico e às vezes me sinto muito só com esse pensamento.
Acho urgente que alguém que tenha poder para mudar isso olhe para estas pessoas.
Meire

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por Meire Gomes
A cada 40 segundos uma pessoa se suicida em alguma parte do mundo. Isso equivale, conforme dados da Organização Mundial de Saúde, a mais ou menos 1 milhão de mortes por mês. Os principais fatores de risco reportados são doenças psiquiátricas, sobretudo depressão e abuso de bebidas alcoólicas, anorexia nervosa, perdas familiares e privações financeiras, desilusões amorosas, história de abuso sexual na infância e outras formas de violência física oupsicológica, além de fatores culturais e sociais diversos.
O entendimento que se dá ao suicídio varia muito de país para país, conforme seu momento histórico, sua política, sua religião… Em virtude do estigma derivado da crença de que o suicida já selou o seu destino e sua alma irá para o inferno, até pouco tempo no Brasil e em muitos países religiosos era comum a divulgação de outra causa mortis, pois se a causa oficial fosse suicídio, a pessoa não teria direito a um cerimonial e enterro dignos. Para os espíritas, o suicida vai para um lugar tenebroso chamado Umbral depois e precisa passar por um longo processo de crescimento ou ‘evolução’ – eles entendem o suicida como um espírito menos evoluído. Por outro lado, matar-se em nome de uma causa, seja política ou uma ideologia qualquer, tem um ar de heroísmo para aqueles que comungam do mesmo ideal, como ocorre em países do Islã. Como o homem, outros animais também se suicidam, como o pequeno Lemingue* que ilustra este artigo.
A estatística do êxito sugere que a maior parte ou pelo menos boa parte das pessoas que pratica a tentativa de suicídio não parece ter a intenção de conseguir morrer, mas talvez de chamar a atenção para si, o que não deixa de ser um forte sinalizador de que a pessoa não está bem. Mulheres tentam mais suicídio do que homens; eles tentam menos, mas morrem muito mais. Se um homem tentou várias vezes suicídio, é possível que exista outro objetivo por trás, mas o risco dele tentar novamente e conseguir pode ser maior do que outra pessoa que nunca tentou suicídio. De cada 10 pessoas que tentam se matar, só uma chega ao fim.
Um dado curioso é que em países ricos e com problemas sociais mínimos como a Noruega, e nas áreas mais ricas de outros países, como o Rio Grande do Sul aqui no Brasil, o índice de suicídio é mais alto do que nos locais com menos recursos e com mais desigualdade social, mas os indíces variam muito dentro de grupos específicos. Entre as pessoas com deficiência, os índices são maiores nos surdo-mudos do que nas pessoas com cegueira, e entre profissionais de saúde, médicos se suicidam mais do que farmacêuticos. Nestes dois exemplos parece ficar claro o peso do estresse emocional.
Há quem pense o ato suicida como uma covardia, há quem julgue ser um ato de extrema coragem. É algo muito, mas muito contrário ao que esperamos da natureza humana, pois biologicamente, como todos os outros animais, somos totalmente predispostos à luta pela vida. Não sei se anti-natural seria a palavra certa, mas não encontro outra que possa sozinha caracterizar melhor o ato. Se por um lado o fenômeno suicida é algo maior do que a nossa compreensão parece capaz de alcançar, por outro lado precisamos aprender como preveni-lo mesmo sem entendê-lo claramente.
Uma das estratégias mais úteis para se prevenir o suicídio é falar abertamente sobre ele, buscando meios de detectar de maneira precoce a ideação suicida, ou seja, o pensamento ou planejamento, ofertando à pessoa alguma oportunidade de tratamento o mais rápido possível. Pensando nisso, a OMS vem debatendo diversas estratégias e fixou o dia 10 de setembro como Dia da Prevenção do Suicídio.
Em Medicina já foi um tabu se perguntar diretamente ao paciente: ‘Você já pensou em se matar?’, sob a justificativa de que falar sobre suicídio seria algo como dar uma idéia mórbida à pessoa já em dificuldades. Hoje sabemos que não. O correto é perguntar. Perguntar se a pessoa pensa em suicídio, se já planejou algo do tipo, se já tentou.
Cada país deve criar sua estratégia, porque o suicídio depende muito do acesso aos meios letais. Então passarelas devem ser cobertas, pontes devem ter proteção alta o suficiente para evitar que pessoas subam e pulem; onde há muito acesso a pesticidas ou armas de fogo, deve existir o devido controle. Além de tudo isso, a OMS indica que os países providenciem treinamento para detecção precoce de Depressão destinado aos trabalhadores da saúde, professores e policiais.
Para saber mais:
PodCast da World Health Organization, de onde foram retirados alguns dados para a elaboração deste breve artigo.
* O leitor ‘Simon’ escreveu afirmando que o suicídio dos Lemingues é um mito. Explicou que o que ocorre de fato é que os animaizinhos se jogam na água durante a migração para diferentes ilhas. Obrigada pela correção, Simon.
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Revi ‘The Machinist’ ontem, e certamente assistirei de novo e de novo. O filme foi dirigido por Brad Anderson e é estrelado ao extremo pelo Christian Bale. Ao extremo porque Bale praticamente deu a própria vida para encarnar no personagem – ele não encarna o personagem, ele encarna no, e só isso, sem contar todo o resto que é genial, já torna o filme único. Aquilo não é computação gráfica, a desnutrição grave foi fruto do esforço do ator. A desnutrição movida pela culpa é a verdadeira protagonista da película e sem essa quase morte, o filme não seria o mesmo.
‘The Machinist’ é um drama que qualquer um de nós poderia passar e mostra como a mente humana pode reagir frente a uma situação de stress agudo: ela pode nos aniquilar enquanto tenta nos proteger. Ele foi um dos únicos filmes que me deu um impacto tão forte quanto as obras de Bergman, aquela impressão de que o roteiro foi escrito por um psiquiatra com P maiúsculo.
Só psicopatas estão livres de sofrer o que Trevor sofreu.
Assistam, e depois me escrevam. Adoro o retorno de todos – posso demorar, mas respondo a todos os e-mails.
Beijos
Meire G

por Meire Gomes
Abraço !
Meire Gomes

Para cada colega espalhado por este Brasilzão, para cada um que pena nos plantões em Hospitais sem recursos, para os estudantes de medicina, para todos os que sacrificam momentos imperdíveis de sua vida em nome do trabalho, para meus amigos de turma, meus amigos do trabalho, para todos os médicos que já cuidaram de mim, para todos aqueles que já receberam os meus cuidados, para todos os clínicos, cirurgiões, para os médicos aposentados, para os médicos que mudaram de profissão, para todos, um Feliz Dia do Médico !!!
Muitos beijos

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Por Meire Gomes
Em um semáforo que fica na rota do meu dia a dia vira e mexe aparece uma senhora pedindo esmolas. Veste a mesma roupa limpinha e surrada, tem as unhas bem aparadas e os cabelos prateados estão habitualmente penteados em um coque improvisado. Ela é ativa, anda com agilidade entre os carros, parece estar bem nutrida e não há sinais deterioração do estado mental. Na segunda vez que a vi, entabulei uma conversa e descobri que ela recebe seu salariozinho todo mês. Ela deu com os ombros quando perguntei por qual motivo fica na rua, se já tem sua casinha e seu dinheirinho certo. Ela me lembrou um senhor forte, já bem idoso, que pedia esmola no sinal da Hermes da Fonseca com a Antônio Basílio. Ele era aposentado e tinha algumas casas alugadas num cortiço. Nenhum dos dois alegaram maus-tratos, mas muitos idosos na rua podem ser vítimas de seus próprios parentes.
Não dê esmolas a idosos, se quer ajudar faça mais por ele. Verifique sua idade e questione se já recebe sua ‘aposentadoria’. Se notar sinais de que a pessoa idosa está sendo explorada pela família, denuncie usando o telefone 0800-0841021 (este é o Disque Idoso para a cidade de Natal) dando todas as características físicas possíveis, nome, e local onde ela fica habitualmente. Se conseguir o endereço domiciliar, melhor ainda.
Se o idoso não recebe provento algum pode estar em situação de privação importante. Muitas famílias ficam com o idoso justamente para compartilhar sua renda. É triste, mas é menos pior do que o completo abandono. Se a resposta dele for não, e ele já tiver 65 anos ou mais, oriente que procure uma das Agências da Previdência Social (há na zona norte, na rua Apodi, no bairro Nazaré e muitas outras espalhadas pela cidade e pelo interior) para que busque o benefício de amparo social, que é mais ou menos como uma aposentadoria, e tem o valor de 01 salário mínimo mensal.
Não existe um só idoso no Brasil que seja carente de recursos e não receba o benefício rapidamente, isto é uma garantia constitucional e funciona. O nome deste benefício é Benefício de Prestação Continuada (BPC) da Lei Orgânica da Assistência Social e sua percepção independe de qualquer contribuição prévia.
Idosos que estão em asilos ou internados também podem ser beneficiados, enfim, qualquer pessoa com 65 anos de idade ou mais, mesmo que esteja saudável, desde que seja pobre para o efeito da Lei, ou seja, que dentro do seu núcleo familiar a renda mensal não ultrapasse 1/4 de salário mínimo por pessoa. Se em uma família pobre há 2 idosos, os dois podem receber o benefício.
Para pessoas abaixo de 65 anos, este benefício só pode ser concedido se houver alguma deficiência, seja física, mental, sensorial, múltipla ou decorrente de alguma doença, e desde que a deficiência incapacite a pessoa para prover o sustento, ou no caso de crianças, que a deficiência tenha um impacto sobre sua função e limite sua capacidade futura de trabalho. Nesse caso, o processo para obtenção é um pouco diferente, e posso falar dele em outra oportunidade.
Qualquer dúvida, podem me escrever

Hei babies,
Para minha surpresa, um dos posts mais movimentados desse espacinho é justamente um que eu nem pensei que fosse escrever, o Futilidades. Eu disse que poderia escrever sobre maquiagem também, se desse na telha. Deu.
Vai ser outro Jabá, porque vou citar o nome dos produtos que adoro.
Eu uso poucos produtos, só tenho um batom. Mas uso alguns produtos especificamente para maquiagem do dia, e outros se vou para um casamento ou alguma ocasião que exija algo menos desleixado. Se saio à noite, como não precisa de filtro solar, normalmente saio sem maquiagem nenhuma, porque meu marido prefere.
Alguns filtros solares deixam você com aspecto de múmia, então mesmo espalhando o filtro bem, fica estranho e é por isso que precisa passar pelo menos um pó por cima. Eu testei vários fitros, e só me adaptei com o Minesol Actif, que uso todos os dias após lavar o rosto com o Effaclar. Ele não tem o efeito múmia, mas muda um pouco o padrão da pele, como todo filtro.
Pro dia uso um pouco da base em pó da Contém 1g, que é 100% mineral, quase não tem cor, não tem cheiro, nem dá aquele aspecto grosso de base, prestando-se bem para devolver a cor da pele roubada pela brancura do filtro. E por cima uso o pó mineral da mesma marca, que tem um brilhinho leve, como se fosse a pele da gente sem nada. Esses produtos são muito bons, e podem ser usados por pessoas com pele mista ou oleosa porque são totalmente oil-free. Na verdade eu me surpreendi com a qualidade.
Nos cílios uma camada leve da máscara non stop, boa, barata e anti-borrões, além de ser discreta e sair fácil quando a gente lava o rosto. E na boca ou não uso nada, ou uso o Epidrat Lábios que é hidratante, ou o Acqua Fusion da Lancôme, que é transparente e tem cheirinho de melão (esse produto sumiu, não sei se saiu de linha).
Eu não uso sombra nem blush, só se for pra algum evento muito especial. Eu não gosto. Mas as vezes uso delineador nos olhos, na raiz dos cílios na parte superior e/ou lápis preto na parte inferior. Depois de testar algumas marcas, o melhor delineador considerando preço e qualidade é o do Boticário, e o lápis, o da Lancôme, que é um pouco caro mas dura a vida inteira da pessoa, praticamente, rs. Só vale a pena comprar um produto mais caro se for algo durável e se não tiver outra opção quase tão boa e bem mais em conta.
Se eu quiser ficar parecendo maquiada de dia, uso o delineador um pouco mais grossinho e passo batom, o meu filho único, um do Boticário que não lembro o nome – estou com ele na fotinho que está pelo meio do post Futilidades. No dia que comprei o pó da Contém, comprei também um gloss muito lindinho, mas é inviável usar, porque meu cabelo vive solto e fica grudando, odiei.
Se for preciso me maquiar à noite, passo gelo no rosto, depois uso a base Teint Idole, da Lancôme. Espalho bem, com os dedos mesmo (mas Karininha, minha amiga linda, descobriu que passar com pincel dá um efeito bem melhor, depois eu faço um teste), até ela desaparecer quase por completo. Depois passo o pó Pureness, da Shiseido, dois produtos que uso há muitos anos. Esse pó é levíssimo, mas esses dois produtos só ficam bem se a pessoa não tem manchas na pele, ambos são bem transparentes. Nos olhos uso uma linha de delineador bem feita, e algumas camadas da máscara de cílios. Ai vem o meu único batom, mas para noite eu passo um contorno, depois passo hidratante para a boca, e dou uma espalhada no contorno misturando porque acho deselegante contorno aparecendo, na verdade acho brega em último grau, tão brega quanto blush exagerado, tem que ficar discreto. Só depois dessa espalhada ponho o batom, e pronto.
Ter um batom só dá certo para tudo. Se você quiser dar só uma corzinha no lábio, basta espalhar uma pequena quantidade com os dedos. Se quiser cor, usa normalmente. E se quiser que aboca fique mais bonita, basta usar o contorno como falei.
Se você quiser ter só uma base e só um pó escolha Lancôme e Shiseido, porque a textura e a fixação são espetaculares, mas se for algo para usar todo dia, é melhor usar produtos nacionais.
Era isso. Como sombras e blushs não são minha praia, nem sei indicar.
Beijos com batom ou sem batom, girls. And boys, né. Muitos meninos também usam maquiagem.
Meire
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Imagem extraída de http://images.inmagine.com/img/photoalto/paa209/paa209000006.jpg


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